Por João Paulo Denófrio
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O início dessa semana tem um gosto diferente para a presidente Dilma Rousseff. Ainda de “ressaca” após a queda de Antonio Palocci, no ministério da Casa Civil, o governo petista tenta colocar tudo ordem e tentar contornar a crise da semana passada. As denúncias de enriquecimento ilícito contra Palocci pesaram muito e, mesmo com todo o esforço, inclusive do Palácio do Planalto, ele não conseguiu manter-se no cargo. Dilma lamentou a saída do aliado e anunciou Gleisi Hoffmann, como nova ministra-chefe da Casa Civil.
Conhecida pela excelente postura de gestora, Gleisi já anunciou mudanças em dois ministérios: Ideli Salvatti assume a pasta de Relações Institucionais e Luiz Sérgio, na Pesca. Para os governistas, a figura de Ideli nos corredores do Congresso é forte o suficiente para juntar a base aliada. Já a oposição acredita que a manobra da presidente é desesperada a fim de enfrentar a crise política e afastar qualquer possibilidade, mesmo que mínima, de racha no governo.
Apesar dos problemas, Dilma mantém a popularidade em alta. De acordo com a última pesquisa do Datafolha, o índice de aprovação do governo é de 49%, melhor que os 47% registrados em março. Se a crise política não incomoda tanto no aspecto popular, seria melhor a presidente continuar a focar no combate à inflação e ao estímulo da economia, pois alguns institutos têm registrado certo impacto negativo na imagem pessoal de Dilma Rousseff.
Ainda há batalhas importantes como a aprovação do Código Florestal, no Senado, e uma Medida Provisória que deve ajudar a flexibilizar as obras para a Copa do Mundo de 2014. Para enfrentar os temas polêmicos, a base aliada precisa estar cada vez mais unida, evitando desentendimentos, por exemplo, com o PMDB. Nos últimos meses, Dilma cedeu aqui e ali para agradar os peemedebistas e garantir a estabilidade do governo. Há analistas que dizem que o PMDB quer ver Dilma refém, portanto, é preciso agir com cautela.
Minha paixão, desde criança, sempre foi me interar do que acontecia a minha volta. Conforme fui crescendo, em Pirassununga, SP, o interesse pelos jornais, revistas e TV só aumentava. Daí para a Faculdade de Jornalismo foi apenas um passo. Formei-me em 2004 na Universidade Metodista de Piracicaba, no interior paulista. No ano seguinte, viajei para Londres, onde pude estudar e trabalhar por 6 meses. Nas terras da rainha, eu cheguei ao nível avançado de inglês e ganhei habilidade no contato interpessoal graças aos trabalhos em cafeterias. Também houve um enorme crescimento pessoal. Assim que voltei ao Brasil, em agosto de 2005, coloquei meus conhecimentos jornalísticos em prática ao trabalhar como produtor de Internacional para o canal de notícias Bandnews, do Grupo Bandeirantes. Fui promovido um ano depois para editor de Internacional, cargo que ocupo atualmente. Minha mais nova aquisição curricular foi a Pós-Graduação em Comunicação Organizacional, pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo, em outubro de 2008.
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