POR Danilo Vaz 2 ANOS ATRÁS
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por Danilo Vaz

saude@blogdacomunicacao.com.br

Mais uma escola de São Paulo antecipou as férias de julho por causa da gripe suína. Amanhã, dia 23 de junho, vai ser o dia do Colégio Palmares, localizado em Pinheiros, na zona oeste da capital paulista. As férias no colégio estavam previstas inicialmente para o dia 30 de junho. Segundo a Secretaria do Colégio, um aluno contraiu a doença durante uma viagem para a Argentina no último feriado de Corpus Christi.

Três colégios em São Paulo  já anteciparam as férias devido a epidemia. O Colégio Magno, localizado no bairro Jardim Marajoara, zona sul, anunciou ontem a antecipação das férias após dois alunos apresentarem sintomas da gripe suína, rebatizada como gripe H1N1. E na  última sexta-feira, a escola Pueri Domus, também na zona sul, anunciou a antecipação do recesso escolar devido a dois casos da doença.

Em  Belo Horizonte o Colégio Marista Dom Silvério também suspendeu as aulas de uma classe após a confirmação da doença em dois alunos de 8 anos e uma professora.

Outras 19 crianças da mesma idade, e que mantiveram contato com o primeiro estudante infectado pelo vírus, também apresentaram sintomas da doença e estão sendo monitoradas em casa, segundo a Secretaria da Saúde do Estado de Minas Gerais.

215 casos confirmados
Segundo o Ministério da Saúde, o total de casos confirmados no país saltou para 215, sendo 39% deles registrados só nos últimos dois dias. A maior parte dos casos no Brasil divulgados ontem está em São Paulo (15). Em seguida vêm os Estados de Minas Gerais (4), Rio de Janeiro (4), Rio Grande do Sul (4), Santa Catarina (3), Alagoas (1), Distrito Federal (1), Espírito Santo (1), Mato Grosso (1) e Paraná (1).

Creio que estes resultados já eram esperados, antes mesmo da confirmação de casos aqui no Brasil. Agora como já esta decretado estado de pandemia pela OMS (Organização Mundial da Saúde), devemos tomar cuidados dobrados, principalmente ao frequentarmos lugares onde há muitas pessoas, como centros de cidades, mercados e aeroportos. Esperamos uma atitude dos órgãos públicos junto o Ministério da Saúde, pois a H1N1, se agrava a cada dia que passa.

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COMENTÁRIOS
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  • http://www.ocappuccino.com Mateus

    Enquanto isso em Porto Alegre “O Colégio Farroupilha, um dos mais conceituados de Porto Alegre, decidiu suspender as aulas por uma semana como prevenção contra a gripe A (H1N1). A medida foi tomada após a confirmação de que um dos 2.150 alunos foi atingido pela doença.”

    Está ficando sério.

    Abraços,
    Mateus d’Ocappuccino

  • Guilherme Freitas

    A gripe suína está só no começo. Creio que ela deverá se alastrar e causar mais danos. Resta agora todos nós nos previnirmos. Abraços.

  • http://www.epmcomunica,com.br Edilson Diniz

    INFLUENZA, NECESSIDADE DE REFLEXÃO
    Seria surpreendente, caso fosse possível, tratar aqui, nessas poucas linhas, das diretrizes políticas e econômicas adotadas por cada um dos países após o estouro da última crise econômica mundial. Mas, diferentemente do tamanho da crise, o espaço aqui é pouco, e por isso parte desse texto será dedicado a questões diretamente relacionadas à forma com que alguns órgãos e a sociedade estão encarando determinadas questões provenientes do vírus influenza A (H1N1), popularmente conhecido como gripe suína.

    Então, vamos lá. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), a pandemia de gripe de 2009 – inicialmente designada como gripe suína e em abril de 2009 como gripe A – é um surto global de uma variante de gripe suína cujos primeiros casos ocorreram no México em meados do mês de março de 2009 e começou a se espalhar por vários países. Com isso, tornou-se comum entre os povos chamar a doença de gripe suína, sendo que os especialistas preferem denominá-la de influenza A (H1N1).

    Em decorrência disso, aqui no Brasil, nasceu uma grande controvérsia sobre as ações e postura do Ministério da Saúde e da grande maioria dos veículos de comunicação no trato do assunto. Tudo porque, em meados do mês de abril, o Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, divulgou nota informando que o Brasil havia intensificado o monitoramento nos aeroportos para evitar a entrada de pessoas infectadas pelo vírus da gripe suína, nos vôos procedentes do México e dos Estados Unidos.

    Foi a partir dessa nota que a situação se complicou. Haja vista que enquanto parte da imprensa e da população viu na nota uma excessiva precaução, uma outra, também composta por integrantes do chamado quinto poder e por uma outra parte do povo brasileiro, ficou surpreendentemente preocupada com a possibilidade de possíveis consequências mais graves.

    Agora, passados três meses do primeiro pronunciamento do Temporão, a polêmica permanece, só que com traços diferentes, pois os números oficiais indicam a existência de centenas de brasileiros contaminados, alguns óbitos e a indicação de que o vírus H1N1 já circula livremente pelas bandas tupiniquins.

    A cada dia que passa a polêmica cresce, mas mantém seu contorno inicial. Principalmente porque a grande maioria dos “nossos” jornais, revistas e redes de TV´s continuam apenas divulgando as ações, linha e números apresentados pelo Ministério da Saúde brasileiro, sem nenhuma demonstração de aprovação, repúdio, contestação ou crítica à tal postura. Desta forma, cresce ainda mais as insatisfações dos que condenam a passividade evasiva dos considerados “formadores de opinião”.

    Assim sendo – por falta de informações mais concretas e abrangentes, além de orientações práticas e objetivas -, é que o povo brasileiro de uma forma geral, não está conseguindo debater o assunto com a calma e a profundidade que ele aparentemente requer e necessita. Apenas a “sociedade virtual”, composta em sua grande maioria por “blogueiros”, é que desde o início provoca a chama do debate que mantém acesa a luz da necessária reflexão sobre tão importante assunto.

    Em decorrência dos inúmeros e diários posicionamentos via internet, mesmo sendo alguns a favor e outros contra, sobre a postura e métodos do governo brasileiro e dos famosos veículos de comunicação, é que a “sociedade virtual” vem conseguindo tirar suas conclusões sobre como o povo deve se relacionar, conviver e se precaver dos possíveis males oriundos do H1N1.

    Enquanto isso acontece na virtualidade, os concretos jornais e TV´s continuam apenas divulgando frios números, sem nenhuma possibilidade de uma reflexão mais profunda ou formação de opinião que auxilie a grande massa de brasileiros na escolha da conduta correta frente a pandemia ou epidemia, seja lá a denominação que queiram dar, causada pela gripe suína. Resultado: parte da sociedade brasileira não está nem aí para a questão e outra vem apresentando perplexidade e medo.

    Tendo como base todos esses fatos e hábitos, é impossível alguém se furtar das seguintes interrogações: será tudo isso uma questão cultural, excesso de precaução ou falta de responsabilidade?

    EDILSON DINIZ – http://www.epmcomunicacao.blogspot.com)

  • Ricardo França

    Por que não temos acesso ao anti-viral TAMIFLU ? Não ser tratados com o Tamiflu, pois elegemos o PT para governar. Até concordo que poderiam controlar o medicamento para evitar a automedicação e para isso existe a RECEITA CONTROLADA, mas PROIBIR que HOSPITAIS PARTICULARES tenham acesso o remédio ??? Isso só tem uma explicação: MEDO DE QUE OS HOSPITAIS PARTICULARES CONSEGUISSEM TRATAR MELHOR E CURAR MAIS DOS QUE OS PÚBLICOS. O que os burocrátas PTistas decidiram? Matar a todos por igual. Deveria ser crime… Qual é o problema de que menos pessoas morressem… No exterior, qualquer paciente com gripe forte é tratada com o anti-viral com receita controlada. Só depois fazem o exame para fins estatísticos….

    PT (Comunista, Socialista, etc.)nunca MAIS….

Você é a favor do casamento gay?