POR Colaboradores Especiais 2 ANOS ATRÁS
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Por Mel Fulli Frias
entretenimento@blogdacomunicacao.com.br

Quem nunca se entregou ao remelexo do samba-rock? Quem não se jogou na dança que mistura a nossa história com a do som mais conhecido no mundo, o rock? Realmente parece ser e mistura perfeita e para muitos é mesmo. O estilo é único e há quem diz que samba-rock é um estado de espírito e o seu ponto forte é a maneira de dançar, repleto de piruetas, cabelos para um lado e para outro, muito charme e os rodopios que são originais do Twist (americano).

Não existem muitos registros contando a história do Samba-rock, o que se sabe é que ele se originou da música mecânica nos anos 50, quando a baixa sociedade[bb] se reunia em bailes, já que não tinham como comparecer nos teatros para apreciarem a música clássica com as grandes orquestras que circulavam pelo mundo. Nos anos 60, depois da consagração da bossa-nova outros ritmos foram surgindo e dentre eles o som que nem nome tinha, o samba com a levada de violão foi batizado por Jackson do Pandeiro, na canção “Chiclete com Banana”.

E no final desta década surgiram os grandes personagens Tim Maia e Jorge Ben, apesar dele nunca ter dito que sua música pode se chamar de samba-rock, outra figura marcante que deixou sua marca, foi Erasmo Carlos com as clássicas “Mané João” e “Coqueiro Verde”, mesmo com estes artistas trabalhando ativamente em cima do gingado, este estilo não obteve muito sucesso na mídia e ficou esquecido na década de 80 e nos anos 90 estourou nas vozes de Tim Maia cantando “Só Quero Amar” e Jorge Ben com “W Brasil”.

samba-rock
Ah, o samba – Crédito: Reprodução

Em 2000 as baladas alternativas aderiram totalmente ao ritmo e provocando o maior frisson entre o público e agora até em locais de mais requinte encontramos o som explodindo nas pistas de dança. Em São Paulo[bb] é uma febre e as bandas “Os Opalas” e “Clube do Balanço” fazem o maior sucesso e lotam as casas noturnas com seu agito animador. O maio novo nome do samba-rock é Seu Jorge com sua voz poderosa e seu swing contagiante e único, outros artistas não param de chegar e vão enriquecendo ainda mais o samba-rock.

Vivian Carmelo adora as baladas que tocam samba-rock “São locais com a decoração bem alternativa e criativa, normalmente simples, mas bem aconchegante e sensual” – Diz a estudante de marketing de 27 anos. E para quem gosta ou quiser conhecer veja abaixo os sites dos bares onde encontrará o aconchego que a Vivian está se referindo:

Samba Rock

Teatro Mars

Diquinta

Grazie a Dio

Aldeia Turiassu

* Mel Fulli Frias é jornalista e colaboradora do Blog da Comunicação

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COMENTÁRIOS
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  • Guilherme Freitas

    Mel, brilhante texto. As dicas dessas casas que tocam samba-rcok são ótimas pra curtir uma baladinha. Eu curto samba-rock, principalmente as músicas do Jorge Ben Jor. Beijos.

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