POR João Paulo Denófrio 3 ANOS ATRÁS
COMPARTILHE

Por João Paulo Denófrio
blog@blogdacomunicacao.com.br

Crescem os indícios de que Bruno Senna irá para a ex-Honda, na Fórmula 1. Depois que revistas da Europa divulgaram a provável assinatura de contrato, foi a vez da mãe dele, Viviane Senna, afirmar que o filho resolverá o futuro “dentro de duas semanas”. No entanto, ela não confirmou se Bruno, vice-campeão da GP2, irá mesmo para a categoria luxuosa do automobilismo.

E ao falar de Bruno, impossível não lembrar do tio dele, o tricampeão de F-1, Ayrton Senna. Parte do público que é fã do automobilismo espera que o rapaz de 25 anos tenha no sangue a habilidade do tio. Viviane confessou que sente aflição com a possível ida de Bruno para a Fórmula 1. O trauma da família Senna não foi superado desde o trágico acidente que matou Ayrton, durante o Grande Prêmio de San Marino, em 1994. Segundo Viviane, atualmente, existem mais recursos de segurança, mas ainda é um esporte de risco. “Cada corrida é uma aflição”, revela ela.

Bruno Senna poderá ser piloto da ex-Honda - Crédito: Divulgação
Bruno Senna poderá ser piloto da ex-Honda – Crédito: Divulgação

Bruno Senna está na Inglaterra, desde a última segunda-feira, onde negocia com a ex-Honda. De acordo com a assessoria do piloto, ainda não há nada concreto e nenhum contrato foi assinado. Algumas revistas da Europa chegaram a divulgar que Bruno iria ocupar a vaga do também brasileiro Rubens Barrichello.Apesar dos boatos, o sobrinho de Ayrton Senna alega que foi “mal-interpretado” pela imprensa.

Se as negociações vão dar certo ou não, o que dificilmente pode mudar é a frágil condição financeira da ex-Honda. A menos de 40 dias do primeiro GP da temporada 2009 de F-1, o da Austrália, a equipe ainda tem futuro incerto. A empresa britânica de entretenimento Virgin seria a responsável por uma oferta de compra misteriosa feita pela ex-Honda. A equipe perdeu esta semana um dos principais patrocinadores, a estatal brasileira Petrobras.

TAGS: , , ,

2
COMENTÁRIOS
MAIS SOBRE João Paulo Denófrio
Minha paixão, desde criança, sempre foi me interar do que acontecia a minha volta. Conforme fui crescendo, em Pirassununga, SP, o interesse pelos jornais, revistas e TV só aumentava. Daí para a Faculdade de Jornalismo foi apenas um passo. Formei-me em 2004 na Universidade Metodista de Piracicaba, no interior paulista. No ano seguinte, viajei para Londres, onde pude estudar e trabalhar por 6 meses. Nas terras da rainha, eu cheguei ao nível avançado de inglês e ganhei habilidade no contato interpessoal graças aos trabalhos em cafeterias. Também houve um enorme crescimento pessoal. Assim que voltei ao Brasil, em agosto de 2005, coloquei meus conhecimentos jornalísticos em prática ao trabalhar como produtor de Internacional para o canal de notícias Bandnews, do Grupo Bandeirantes. Fui promovido um ano depois para editor de Internacional, cargo que ocupo atualmente. Minha mais nova aquisição curricular foi a Pós-Graduação em Comunicação Organizacional, pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo, em outubro de 2008.
CONFIRA TODOS OS POSTS DO AUTOR
  • http://www.opatifundio.com Michell Niero

    Esse aí vai encher os bolsos dos patrocinadores da F-1 de grana. Não trata-se propriamente de um piloto. É marketing. A simples presença de um outro Senna na F-1 mexe com o ideário do brasileiro, chama mídia e público para a F-1. Esse “star system” da F-1 já foi observado em outros casos, uns deram certo (Damon Hill e Villeneuve, por exemplo) outros tantos não conseguiram ultrapassar a barreira do negócio puro e voltado a resultados.

  • Guilherme Freitas

    Bruno é um bom piloto, mas ainda falta experiência e quilometragem com carros de F1. Acho que o sobrinho de Ayrton está com pressa de estrear na categoria nobre da velocidade. Ele precisa de paciência, pois se errar demais, será tachado de enganação. Mas cada caso é um caso. Nelsinho Piquet ainda não está preparado para correr na F1 e tem dificuldades. Por outro lado, Hamilton e Vettel são exemplos de jovens que logo de cara se deram bem na categoria. Mas como o Michell citou acima, tem muito mais marketing nisso do que profissionalismo.

Você é a favor do casamento gay?