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POR Editores BGC 2 SEMANAS ATRÁS
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No sábado dia 19 de maio ocorre em Munique, no estádio Allianz Arena, a grande final da UEFA Champions League. De um lado o Bayern de Munique, tetracampeão do torneio e que passou pelo Real Madrid nos pênaltis. O time alemão terá a honra de jogar em casa e aposta na força ofensiva para faturar a taça pela quinta vez. Do outro lado o Chelsea, que busca seu primeiro título continental e que eliminou nada mais, nada menos que o poderoso Barcelona. Os ingleses apostam no contra-ataque para levar para Londres a cobiçada “Orelhuda”. Em campo, um desfile de craques: Robben, Drogba, Müller, Lampard, Ribery, Torres, Schweinsteiger e muitos outros. E ai, quem leva a Champions? Bayern ou Chelsea? Vote agora na nova enquete do Blog da Comunicação, localizada na barra lateral a direita do seu monitor.

Está chegando a hora da finalíssima da Champions! - Crédito: Reprodução

RESULTADO -Nossa última enquete perguntou aos leitores sobre sobre as polêmicas cotas para alunos negros em universidades. Queríamos saber quem era contra e a favor das cotas. A maioria dos leitores, 85% deles, se posiciona contra as cotas raciais. Apenas 15% dos leitores é a favor das cotas.

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POR André Ítalo 2 SEMANAS ATRÁS
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por André Ítalo Rocha
andreitalo@blogdacomunicacao.com.br

Uma das maiores dúvidas para quem está planejando fazer um intercâmbio é a questão da hospedagem. E a resposta vai depender principalmente de quanto tempo você vai passar longe de casa. As opções são: morar em uma casa de família, se hospedar em uma residência estudantil ou dividir apartamento com outros intercambistas. Financeiramente falando, as duas primeiras são ideais para quem vai passar pouco tempo, de um a três meses, por exemplo. Para quem vai fazer intercâmbio por mais de três, o melhor mesmo é procurar vaga em apartamentos. Mas, como você não vai achar uma vaga logo assim que chegar (a não ser que tenha muita sorte), é importante que tenha uma hospedagem garantida pelo menos para as duas primeiras semanas, que podem ser casa de família, residência estudantil ou até mesmo um hostel. As duas últimas opções tornam-se mais interessantes porque dispensam a ajuda de agências, já que para a residência, basta entrar em contato com a escola/faculdade; e com o hostel, o serviço de atendimento do próprio estabelecimento.

Na hora de procurar pelo apartamento perfeito, esteja atento a basicamente três pontos: localização, conforto e companhia. Em relação ao primeiro ponto, certifique-se de que o apartamento seja perto da sua escola, o suficiente para que você possa ir a pé e, assim, economizar dinheiro para transporte; e também de regiões comerciais, já que praticamente uma vez por semana vai ser necessário fazer compras de alimentação, e ter um supermercado de você, acredite, vai ser muito importante. Caso não seja possível, morar em um lugar perto da estação de metrô ou do ponto de ônibus já ajuda bastante. O segundo ponto refere-se ao que o apartamento possui de aparelhos (geladeira, sanduicheira, liquidificador, máquina de lavar e secar, aquecedor, ar-condicionado, etc). Quanto mais, melhor. Uma dica é fazer uma lista daquilo que, para você, é indispensável e, a partir daí, excluir opções de apartamentos que não lhe interessam. O terceiro ponto é o mais incerto de todos. Não temos como adivinhar se as pessoas que moram no apartamento são confiáveis, mas tente deduzir isso prestando atenção em aspectos como: limpeza do lugar, o que elas fazem da vida, a aparência delas. Vai ser inevitável usar um pouco do seu preconceito (chamemos de intuição, fica melhor). Alugar um quarto individual pode ser uma boa opção, porém mais cara, caso tenha um pouco mais de medo.

NA HORA DE ESCOLHER O APARTAMENTO, ESTEJA ATENTO A TRÊS PONTOS: LOCALIZAÇÃO, CONFORTO E COMPANHIA (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Para chegar a esses apartamentos, procure sites de imobiliárias na internet. Aqui na Irlanda, por exemplo, utilizamos o www.daft.ie, que é bastante útil para encontrar imóveis vazios ou com vagas para novos intercambistas. Além disso, não esqueça das redes sociais, onde há grupos e comunidades que anunciam os lugares disponíveis.

Quanto aos preços, varia muito de cidade para cidade. Em Dublin por exemplo, um apartamento com 2 quartos, sala e cozinha, tem um aluguel médio de 950 euros. Já em cidades do interior da Espanha, o mesmo tipo fica numa faixa de 500 euros. O importante é que você pesquise, para poder ter referências e noção daquilo que não vai pesar no seu bolso.

Outro detalhe importante é o depósito, uma espécie de calção que os proprietários cobram de seus inquilinos no primeiro mês de moradia. Normalmente tem o mesmo valor do aluguel. Se você divide com outras pessoas, só vai precisar pagar o correspondente à sua parte. E aí, quando deixar o lugar e alguém lhe substituir, você será reembolsado pelo novo inquilino. Mais um motivo para escolher um bom apartamento: será mais fácil encontrar alguém para a sua vaga, já que, se não encontrar, perderá o dinheiro do depósito.

A última dica é: se você já escolheu o apartamento, se mudou e não curtiu o lugar, mude-se novamente. Pode valer muito a pena. Foi o que aconteceu comigo. Estava com tanta pressa para ter uma residência fixa e, assim, poder dar entrada no meu visto, que acabei escolhendo um apartamento bem meia-boca, com colegas não muito agradáveis. Depois que consegui meu visto (em Dublin, você precisar apresentar na Imigração um endereço fixo para poder dar entrada no visto), comecei a procurar por outro lugares. Depois de 15 dias, fiz novos amigos que estavam com uma vaga no apartamento deles, me mudei para lá e agora estou bem melhor.

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POR Guilherme Freitas 2 SEMANAS ATRÁS
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por Guilherme Freitas
guilherme@blogdacomunicacao.com.br

A Euro será disputada na Polônia e na Ucrânia a partir de junho - Crédito: Reprodução/UEFA

Esta chegando a hora! Daqui a quase um mês terá início a Eurocopa, o maior torneio continental de seleções, ou como alguns preferem, a Copa do Mundo sem Brasil, Argentina e Uruguai. E desta vez todas as grandes potências do continente estarão presentes nos gramados de Ucrânia e Polônia disputando a taça. Serão 31 jogos para sabermos que será o dono da Europa pelos próximos quatro anos. E você acompanha este aquecimento para a Euro aqui no Blog da Comunicação, através da nossa série especial que começa na semana que vem.

Nossa equipe de colunistas, formada por André Ítalo, Bernardo Cançado, Elisabete Lima, Guilherme Freitas e Leandro Lopes, irá analisar todas 16 seleções que disputarão a Euro, contará detalhes sobre a história do evento, apresentará os modernos estádios e falará sobre as zebras, que adoram desfilar em gramados europeus. Assuntos curiosos como as feministas ucranianas que protestam fazendo topless e os brasileiros que deverão e jogar a competição também estão na nossa pauta, assim como números e estatísticas da competição. E prepara-se para um Comunicast especial pré-Euro!

E isso tudo é antes da bola começar a rolar na Euro. Durante a competição estaremos ligados nas partidas e postando muita coisa por aqui. Convidados especiais, brasileiros e estrangeiros, darão o ar de sua graça por aqui, além é claro de novas edições do Comunicast. Gostou? Então não perco tempo. Vá logo para o aquecimento e se prepare para literalmente entrar em campo com a gente!

Confira abaixo a abertura oficial da Euro-2012 e vá entrando no clima!

Imagem de Amostra do You Tube

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POR Editores BGC 3 SEMANAS ATRÁS
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Na semana passada o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou por unanimidade o sistema de cotas para alunos afrodescendentes nas universidades brasileiras. O tema é polêmico e mobilizou tanto quem defende, quando discorda dessa política. Agora nós queremos saber a sua opinião caro leitor: você é a favor das cotas raciais nas universidades? Vote na nossa enquete do Blog da Comunicação localizada na barra lateral a direita do seu monitor. E aproveite e leia nosso último editorial sobre o assunto.

A bandeira do Brasil - Crédito: Reprodução

RESULTADO - A última enquete queria saber dos leitores qual a opinião deles a respeito da situação do piloto brasileiro Felipe Massa na Ferrari. Com contrato até o fim do ano, Massa corre o risco de não competir ano que vem pela escuderia italiana. E era isso que queríamos saber. Para 72%, maioria absoluta, o brasileiro não corre pela Ferrari em 2013. Os demais 28% ainda acreditam que ele vei se recuperar e renovar com o time vermelho.

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POR Editores BGC 3 SEMANAS ATRÁS
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Os editoriais serão publicados regularmente e estarão disponíveis na homepage do site e depois na aba “Editorial”, localizado no cabeçalho do blog. O editorial representa as ideias e opiniões dos editores e idealizadores do Blog da Comunicação: James Freitas e Guilherme Freitas. Boa leitura!

Sala de aula de uma universidade - Crédito: Divulgação

Na semana passada do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por unanimidade a validação do sistema de cotas raciais em universidades, em benefício para estudantes afrodescendentes. O assunto deu o que falar, afinal o tema é polêmico, e mobilizou militantes pró e contra as cotas. A decisão não é algo ruim, mas também não são as cotas que irão inserir o negro no mercado de trabalho. Ainda é preciso fazer muita coisa a respeito.

De fato o Brasil tem dívidas com sua população negra. Fomos o último país a acabar com a escravidão. Apenas em 1888, as portas do século XX, a Lei Aúrea foi assinada pela Princesa Isabel. Os negros foram libertados, mas não inseridos na sociedade brasileira. Não sabiam fazer nada. Não tinham estudos, prestígio e ainda sofriam com muitíssimo preconceito racial. A dívida ainda não foi paga e ainda existe o racismo na sociedade. Porém, as cotas raciais não irão acabar com o racismo e também não resolverão o problema de inclusão social do negro no Brasil.

Acreditamos que o melhor tipo de cota a ser adotado deveria ser a social econômica. A cota não deveria apenas privilegiar negros e pardos, e sim as pessoas mais desfavorecidas economicamente, de baixa renda. Porque também existem brancos pobres. Na prática, uma cota social e econômica iria contemplar muitos negros já que a grande maioria de pobres neste país é negra ou parda. Daria na mesma. Isso não é demagogia, é um fato. Vá a favelas ou comunidades carentes para ver quantos brancos existem lá. Poucos. A maioria esmagadora é negra e parda.

Mas as cotas não seriam necessárias caso os verdadeiros problemas fossem sanados: investimento na educação básica e melhorias na distribuição de renda. Investindo em uma educação decente, os alunos das escolas públicas chegariam muito mais preparados e motivados para prestar o vestibular e entrar no mercado profissional. E com uma distribuição de renda descente e justa, a desigualdade social diminuiria e as camadas mais pobres da sociedade se beneficiariam. Mas nossas autoridades estão se lixando para a sociedade, como disse certa vez um nobre deputado em 2009 e reeleito no ano seguinte.

Não espere investimento na educação pública e muito menos melhorias na distribuição de renda. É mais fácil criar uma cota racial, falar da história do racismo e posar para fotos dizendo que a educação e sociedade brasileira serão outras à partir de agora. É a velha história de varrer a poeira para debaixo do tapete e dizer que a casa esta limpa…

James Freitas e Guilherme Freitas
Editores e Idealizadores do Blog da Comunicação
blog@blogdacomunicacao.com.br
www.blogdacomunicacao.com.br

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POR André Ítalo 3 SEMANAS ATRÁS
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por André Ítalo Rocha
andreitalo@blogdacomunicacao.com.br

A experiência de passar meses, às vezes um ano, estudando um outro idioma, trabalhando ou fazendo uma graduação fora do País já deixou, faz alguns anos, de ser privilégio somente das famílias de classe alta. Agora, o que antes era um sonho distante, já se popularizou entre os estudantes brasileiros. Não é a toa que o ano de 2011 se encerrou com o Brasil ocupando a 7ª posição no ranking dos países que mais exportam intercambistas  (160 mil) no mundo e com expectativas de saltar para o 3º lugar em 2012, segundo a Brazilian Educational and Language Travel Association (Belta). Atento a esse novo cenário, o Blog da Comunicação inicia, nesta quinta-feira (26), uma série especial sobre intercâmbio, experiência que tenho vivido desde janeiro, quando cheguei na Irlanda para estudar inglês.

A ideia principal é ajudar, fornecendo dicas e mais dicas para que você faça as melhores escolhas, aproveite ao máximo e tenha o mínimo de dor de cabeça nessa importante fase de estudos, sem esquecer, é claro, de falar um pouco de diversão e turismo, duas das principais motivações para quem se aventura nessa empreitada.

Então, vamos lá!

Primeira dica: defina seu objetivo ao fazer intercâmbio
Entre os diversos tipos de intercâmbio existentes, os mais procurados são: fazer um curso de idioma, trabalhar, estagiar ou cursar um semestre da faculdade. Decidir, com antecedência, qual deles fazer é muito importante, pois será o fator principal na escolha do país e da cidade. Por exemplo, se você quer cursar um período da faculdade, pesquise quais cidades possuem instituições de ensino que, na sua área, são respeitadas no mercado. Não esqueça também de verificar quais delas são aceitas pela sua faculdade no Brasil, para que você possa aproveitar todos os créditos. Já se o seu objetivo é aprender um novo idioma, priorize locais onde há poucos brasileiros, para que você evite falar português e, assim, aprenda mais facilmente a nova língua.

Segunda dica: evite agências. Tente fazer tudo por conta própria
Dependendo do tipo que intercâmbio que você deseja fazer, as agências são totalmente dispensáveis. Elas te cobram taxas altíssimas por serviços que, com certeza, dá para fazer sozinho. Na escola onde estudo, em Dublin, conheço vários brasileiros que negociaram diretamente com a escola e, por isso, pagaram bem menos do que eu. O único trabalho que eles tiveram foi mandar um e-mail demonstrando interesse em se matricular. Se você se sente inseguro em negociar porque não domina o inglês (ou outro idioma), peça a ajuda de um amigo ou conte com o bom e velho Google Tradutor. Seu objetivo é aprender, então as escolas vão entender se você não conseguir se comunicar perfeitamente e vão lhe ajudar. Só nisso a economia já é de alguns mil reais. Além disso, as agências vão tentar te vender um pacote que, às vezes, não é o ideal, simplesmente porque eles não fazem do jeito que você quer. Eles querem dinheiro, e não o seu bem!

Terceira dica: converse com quem está lá ou já foi
Com a internet, tudo fica mais fácil. Por exemplo, no Facebook, há um grupo chamado “Classificados Dublin”. Nele, todos os brasileiros que moram na capital da Irlanda se ajudam trocando serviços e informações. Se você tem interesse de vir pra cá, pode pedir para entrar no grupo e, assim, pedir a opinião de todos sobre alguma dúvida que tenha, como, por exemplo: se escola X é boa, quanto se gasta com alimentação por mês, etc. Outra dica boa é procurar blogs de intercambistas que moram na cidade do seu interesse. Quem comanda esses blogs normalmente já está lá há muito tempo e, além da própria experiência, conta com a experiência de amigos para te ajudar. Portanto, leia-os, mande e-mails, pergunte, tire suas dúvidas. Não dê bobeira em algo tão sério!

Eu nos primeiros dias em Dublin: a empolgação era tanta que até foto com o prédio da Heineken teve (Foto: arquivo pessoal)

Bem, esse post foi só para começar, para me apresentar e para dar uma amostra do que vem por aí. Todas as quintas-feiras, durante dois meses, estarei postando sobre o tema. O da semana que vem é moradia. O que é melhor: casa de família, residência estudantil ou alugar apartamento? Quanto custa cada um deles? Até a próxima!


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