Aos 15 anos de carreira na comunicação a radialista Michelle Bruck se orgulha de sua trajetória e fala em tom de otimismo sobre o rádio e seu papel na sociedade
Leandro Pereira
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br
Fim do mistério. Este é o rosto tantas vezes idealizado por ouvintes das rádios Savassi FM, Inconfidência FM, BH FM, Alvorada FM, Transamérica e Jovem Pan. Filha de Marco Antônio Bruck, que atua há mais de 40 anos no plantão do programa Apito Final da Rádio Itatiaia, a radialista Michelle Bruck comemora 15 anos de trabalho e fala do seu amor pelo rádio e em tom otimista reflete sobre o papel desse veículo na sociedade e seus pontos de convergência com a internet.
Sua convivência com o mundo da comunicação da infância com o apoio do pai que ela considera um norte, apoio, um parceiro, um amigo além de profissional incrível. Michelle chegou a cursar cinco períodos de Comunicação Social abandonando posteriormente para optar pela formação artística que começou no Cine Belas Artes quando um amigo pessoal lhe mostrou um folder da Escola para Locutores da Beth Seixas. Foi o ponto de partida para a descoberta de sua paixão pelo trabalho com a voz e sua interpretação.
Além das emissoras de BH pelas quais ela passou ela também trabalhou com locuções comerciais, espetáculos, narrações de personagens para peças de áudio e estudou matérias isoladas no curso de teatro e atualmente é a diretora artística de Pelo Mundo com a mídia digital na pesquisa sobre música, gravação de chamadas, VHt’s, e programas, conteúdos para o blog e para a TV e todo o conteúdo transmito pelas redes sociais como Twitter, Facebook, Tumblr. A locutora acredita no potencial do rádio em ser um suporte para a internet e que isso significa que os meios que comunicação estão se convergindo e não se separando como tanto se discute entre os comunicadores modernos.
“Trabalhar com mídia digital é extremamente prazeroso e perigoso. O prazer de estar acompanhando o momento em tecnologia, arte e comunicação convergem e se tornam acessíveis. Perigoso porque como temos uma gama enorme de informação e fontes de pesquisa, precisamos ser mais criteriosos e pesquisar cada assunto com mais atenção. É bom falar também que a era digital pede um profissional mais diversificado, alguém que escreva, fale, grave TV, use as ferramentas das redes de relacionamento e assim por diante. O que também é ótimo porque o profissional tem mais opções de atuação no mercado”, afirma.
Outro ponto que vale ressaltar são as suas entrevistas exibidas no site Youtube. Elas não têm periodicidades para serem postadas, mas os vídeos além de trazerem novidades sobre o que há de melhor na música popular brasileira abrem espaço para novos artistas que por outros meios teriam dificuldade de dilvulgação de suas músicas. Sem falar na irreverência, no astral que são a marca principal da apresentadora que, para quem não se lembra, também já foi a voz do Good Times na BH, um de seus trabalhos mais elogiados.
Estes já são motivos suficientes para que os leitores continuem acompanhando as novidades dessa comunicadora comprometida com o bom gosto e a inovação a cada novo projeto.
Por João Paulo Denófrio
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br
Em mais uma daquelas pesquisas estranhas e ao mesmo tempo curiosas, o jornal britânico The Guardian publicou que os casais são mais românticos através das mensagens de texto do que pessoalmente. De acordo com o estudo do site Goog Mobile Phones, 61% dos entrevistados dizem “eu te amo” pelo SMS e somente 22% têm coragem de dizer a frase cara a cara.
Os dados evidenciam como as relações cotidianas são cada vez mais influenciadas pelas formas modernas de comunicação e isso inclui não só celulares, mas emails, redes sociais, sites de relacionamento entre outros tantos tipos disponíveis na internet.
O levantamento indica ainda que os homens utilizam mais as mensagens de texto para se expressar do que o sexo feminino. Enquanto as mulheres enviam em média um SMS diário, o sexo oposto chega a mandar três mensagens.
Outro ponto cômico é que os pesquisadores quiseram saber quais entrevistados já tomaram um fora por mensagem de celular. Apenas 18% responderam sim e 71% admitiram já ter encerrado um relacionamento utilizando o SMS. O estudo ouviu 2.137 pessoas acima dos 18 anos na Inglaterra.
Após o JB sucumbir agora é a vez do paranaense O Estado do Paraná, que deixa as bancas para ser 100% digital
por Guilherme Freitas
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br
Vira e mexe a mesma pergunta vem à tona: o jornal impresso vai acabar? Sendo jornalista que lê jornais diariamente e que já trabalhou em redações, digo que não. A mídia impressa jamais vai acabar. Porém, esse braço do jornalismo ainda vai passar por muitas crises e momentos delicados. A bola da vez agora é o jornal curitibano O Estado do Paraná. A tradicional publicação, fundada em 1951, vai parar de circular nas bancas de jornal. O motivo: queda das vendas.
Em apenas cinco anos as vendas do diário despencaram. Em 2005 o jornal vendia 50 mil exemplares por dia. Fechou 2010 com apenas 25 mil exemplares sendo comercializados. Uma queda brusca que fez o dono do jornal, o ex-governador do Paraná Paulo Pimentel abandonar a versão impressa do O Estado do Paraná.
“Temos sentido um declínio na nossa publicação, estamos perdendo leitores”, disse o responsável pelo jornal. Agora, o jornal existirá apenas pela internet e o dono garante que não haverá demissões na redação. “A sustentação se dará pela publicidade”, completa.
O drama pelo qual passa o O Estado do Paraná, é o mesmo que um ex-gigante do jornalismo brasileiro passou recentemente. Afundado em dívidas e seguidas más-administrações, o carioca Jornal do Brasil deixou de circular em versão impressa. Agora só na web. Nos EUA alguns jornais se preparam para a nova realidade e investem pesado na versão digital para Ipad e Iphone. O jornalismo impresso jamais vai morrer, mas que muitas publicações ficarão pelo caminho.
Por Leandro Lopes
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br
Sem fé em uma imagem divina a população não seria capaz de enfrentar as intempéries que aparecem aqui e acolá.
Deus serve como base e apoio na vida de milhões, talvez bilhões de pessoas e, isso por si só mostra a importância prática de sua existência.
Se a religião é mesmo o ópio do povo, o povo está viciado em Deus. Este vicio permite que as pessoas vivam, caminhem e enfrentem seus desafios sem perder a esperança. Este é o poder da fé. Imensurável em sua magnitude.
Porém mesmo a fé e a presença de Deus em demasia podem fazer mal.
Não é possível provar a existência de Deus aos mais céticos e, é justamente essa incerteza que torna a presença divina perigosa. Além da fé, a única maneira de convencer alguém da existência de um ser maior é atrair adeptos com discursos e belas palavras. Não é preciso ser teólogo para isso.
Por temor e/ou amor as pessoas se entregam sem resistência. Por essa causa alguns morrem e matam em nome de Deus.
Palavras vazias também despertam fé, e alguém que acredita cegamente em alguma coisa que não vê e não entende é altamente manipulável. Não serão poucos os casos de fraude em igrejas. Não são poucas as pessoas que trabalham em prol de riquezas construídas no âmbito da fé.
A beleza e a grandeza de se encontrar com Deus faz com que essas pessoas não enxerguem o mal óbvio que lhes encara. A religião quando proíbe vira seita. Limita e desenha futuro. Tira do seguidor a chance de escolha pelo temor do fiel a Deus.
“Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei.”
Ainda não somos capazes de botar em prática o mais profundo dos ensinamentos de Jesus. Por mais presente em Deus que você esteja, por mais dízimos que você ofereça, por mais pessoas que você ajude. Ainda assim, não ama.
Enfrentamos uns aos outros para provar que nosso Deus é existente. Quando deveríamos amar uns aos outros em busca de um só ideal: viver em paz.
Não é preciso que você acredite em Deus para viver bem. É preciso que você queira viver bem e esteja disposto a ajudar os outros no mesmo objetivo. Talvez assim você caminhe em proximidade com Deus. Mesmo que não o enxergue como realidade.
Deus faz mal em demasia simplesmente porque as pessoas que lhe rodeiam não vivem em Deus, mas sim de Deus. E lhe empurram pra isso.
Leandro Lopes
@falecomleandro
Por Marcello Ghigonetto
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br
Quem teve a oportunidade e curiosidade de assistir ao pronunciamento de posse da Dilma, talvez tenha reparado que em seu discurso, o governo buscará o crescimento acelerado sem destruição do meio ambiente, e que o direcionamento será dado na busca de investimentos e estudos para produção de fontes limpas e renováveis de energia. Em um primeiro momento, achei um tanto curioso, afinal o Pré-sal vai contra todos os argumentos de fonte limpa e renovável. Mas não estou aqui para ser o “advogado do diabo”, e sim divulgar dados que comprovam o pioneirismo brasileiro no desenvolvimento e produção de fontes limpas e renováveis.
O cenário no país é positivo e tende a ser cada vez melhor. Estudos comprovam que 47% da matriz energética nacional (energia disponibilizada para ser transformada, distribuída e consumida nos processos produtivos) é limpa e renovável, enquanto a média mundial é de 13%. Se considerarmos somente a matriz elétrica, o Brasil tem quase 90% de energia limpa e projeção de crescimento alto, tão logo se torne viável a tecnologia com outros componentes. Tal pioneirismo pode ser comprovado nas iniciativas de programas brasileiros que visam ampliar o investimento energético nacional.
- Veículos Bicombustíveis – Em 1975, o Governo criou o Programa Nacional do Álcool (Pró-álcool) que buscava incentivar a utilização do derivado de cana em substituição ao por petróleo. Já em 2003, os carros “flex” utilizam prioritariamente álcool. Segundo o Ibope, 78% dos proprietários deste tipo de veículo. Hoje os mesmos representam 36% da frota brasileira. Em 2009, a Moto Honda da Amazônia lançou a primeira motocicleta bicombustível do mundo.
- Programa do Biodiesel – Implementado em 2008, o programa previa a adição crescente de combustível vegetal ao diesel vendido no país até a meta de 5% em 2013. Atualmente a capacidade produtiva antecipou este índice em três anos. Outro bem sucedido programa é a gasolina com etanol em 25% que reduz a emissão de gases de um motor convencional em até 40%.
- Inspeção Veicular – Adotada em 1997 pelo Rio de Janeiro e 2007 por São Paulo. Nela, os proprietários de veículos ficam obrigados a manter o motor regulado buscando a redução de gases, proporcionando economia de combustível.
- Ônibus Elétricos Híbridos – Desde 2000, a cidade de São Paulo conta com uma frota de 43 ônibus que alternam o uso de combustível com o de baterias acumuladoras de energia. Estes modelos economizam de 10 a 25% em relação aos convencionais
- Energia da Biomassa – Na busca de auto-suficiência energética, usinas de açúcar e álcool começaram a queimar resíduos da cana para alimentar caldeiras. Com sua evolução para geração elétrica, o excedente passou a ser fornecido para o sistema de integração. Estima-se que para 2020, o país terá 22 GW de potência da geração apenas com resíduos da cana.
- Etanol Celulósico – Somos lideres em pesquisa e desenvolvimento do chamado etanol de segunda geração, o chamado etanol celulósico. Com ela é possível ampliar o rendimento da cana na produção do álcool em 30% e apesar de já estar disponível, sua previsão de tornar-se economicamente viável é entre 2015 e 2020.
- Carvão Vegetal Renovável – Na década de 60, a indústria siderúrgica utiliza carvão vegetal de fonte renovável. Atualmente esse número supera 51% do total, o que contabiliza ao Brasil a emissão 250 milhões de toneladas a menos de CO² na atmosfera.
- Biogás – Resultante da decomposição controlada do lixo doméstico feita em aterros sanitários, ou da decomposição de esterco animal, a queima do biogás reduz a emissão de metano, gás que equivale 21 vezes o CO². Ao longo do país são 13 usinas com um total de mais de 150 MW de capacidade.
- Reciclagem – Desde 2005, o Brasil é campeão de reciclagem de latas de alumínio, com mais de 90% do total produzido. A reciclagem deste tipo de material proporciona a economia de mais de 95% em relação à produção de novas latas. No vidro, a economia chega a 40% e o pais alcança a reciclagem de 50% de sua produção.
Não podemos deixar de mencionar as usinas eólicas no nordeste, além de programas que visam beneficiar o consumidor como o Procel, tecnologia Solar, Selo de Eficiência Predial, Horário de Verão, etc. Vejo o Brasil em um caminho certo quanto à produção de energia limpa e de fonte renovável, só tenho muitas dúvidas quanto a este mesmo cenário pós pré-sal, afinal a produção de petróleo (combustível fóssil) aumentará a a níveis ainda desconhecidos, mas supera o dobro e conquista a auto-suficiência, mas e a produção em excesso? Será barateado e aumenta o incentivo ao combustível fóssil? Fica a dúvida……
Fonte: Anuário Revista Análise
João Paulo Denófrio
mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br
Ativistas e advogados respiram mais aliviados depois que a Justiça do Reino Unido aprovou hoje a liberdade sob fiança para o fundador do polêmico site WikiLeaks, Julian Assange. É quase impossível não falar disso e não avaliar qual é o papel do australiano de 39 anos no caso. Afinal, qual o crime cometido por ele? Revelar segredos diplomáticos é algo ilegal?
Oficialmente, Assange é acusado de conduta sexual indevida contra duas voluntárias do WikiLeaks durante o tempo em que ficou na Suécia. Mas, manifestantes alegam perseguição de vários governos, principalmente dos Estados Unidos após a divulgação de documentos secretos, nas últimas semanas. As informações, antes confidenciais, deixaram a maior potência mundial em uma situação constrangedora diante das outras nações.
Julian Assange se entregou à polícia de Londres, na semana passada, e desde então lutava pelo direito à liberdade. Ele voltará a comparecer diante do juiz em 11 de janeiro e, além disso, aguarda a decisão sobre sua possível extradição para a Suécia. A prisão do chefe do WikiLeaks causou revolta em simpatizantes que atacaram os sites das operadoras de cartões de crédito Visa, Mastercard e da empresa de pagamentos pela internet PayPal. Essas companhias decidiram bloquear as doações ao WikiLeaks depois de toda a repercussão. Todas negam motivações políticas.
Dizem que nem 1% de todo o material secreto do WikiLeaks foi divulgado ainda, portanto, a história ainda promete muitas novidades. Os Estados Unidos acompanham tudo e ainda não decidiram como processar o fundador do site. Qual seria a classificação dada e ele: terrorista, traidor? E quem determina o que é confidencial?
Só para lembrar alguns segredos revelados pelo WikiLeaks que deixaram os americanos furiosos. Segundo os documentos, a diplomacia dos Estados Unidos classifica:
- Nicolas Sarkozy, presidente da França, como “autoritário”;
- Hamid Karzai, presidente do Afeganistão, como “fraco e paranóico”;
- Dimitri Medvedev, presidente da Rússia, e Vladimir Putin, primeiro-ministro russo, como “Batman” e “Robin”;
- Mahmoud Ahmadinejad, presidente do Irã, como “Hitler”.
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