Por Ruither Ferrão
ruither@blogdacomunicacao.com.br
Os indivíduos do mundo atual, do chamado mundo globalizado, se dão ao luxo de viverem rodeados de novidades no campo da comunicação. A Internet, por exemplo, veio revolucionar a vida dessas pessoas, deixando-as conectadas 24 horas por dia, com qualquer parte do planeta, através de um simples click no mouse do computador. Tal facilidade é fruto do avanço tecnológico que, dia após dia, despeja novidades no mercado, principalmente no campo da comunicação on-line, o que faz com que todos se familiarizem com os mais diversos lançamentos e estejam antenados com os acontecimentos mundo afora.
Os jornais eletrônicos são atualizados a cada minuto e levam a informação precisa no momento em que os fatos acontecem. Nas principais páginas desses jornais, o internauta se vê diante de uma gama de links que o levam a incontáveis endereços e podem detalhar o assunto que lhe é de maior interesse.
Através das salas de bate-papo, Orkut ou blogs, as pessoas se interagem de diversas maneiras e isso pode ser uma saída para que o ser humano seja mais comunicativo. Pessoas que vivem tristes, tímidas e sem amigos, costumam sair da “redoma” quando passam a ter contato com essas novidades.
Quem sabe, num futuro não muito distante, saberemos que algumas doenças estarão sendo curadas por um simples remédio chamado internet? Isso mesmo! Se você não precisa mais ir ao banco, ao supermercado, à farmácia e a nenhum outro lugar para resolver seus problemas pessoais, pois tem tudo num clicar de mouse, não há razão para se estressar! Com isso nós humanos seremos mais saudáveis e teremos mais tempo para viver a vida no sentido literal da palavra. Até que não seria má idéia!
por Roberto Roncolato
Em pleno século XXI, onde milhares de satélites estão ao redor da terra, 80% da comunicação mundial é feita por cabos submarinos. Isso porque, enquanto um satélite transmite no máximo 2,5 gigabits (bilhões de bits) por segundo, um cabo consegue transmitir até 1,2 terabits, ou seja, 500 vezes mais informação. Daí vem a vantagem em se utilizar essa “comunicação submarina”.
O cabo submarino tem algo em torno de 7 cm de diâmetro, e é revestido por varias camadas de proteção, começando por uma camada plástica, depois náilon, aço, outra camada plástica, cobre, e finalmente, as fibras ópticas, responsáveis pela transmissão da comunicação. Apesar dessa reforçada proteção, esse cabos são vulneráveis. Os problemas são causados por navios, terremotos, mordidas de tubarão, e até mesmo roubo (devido ao valor do cobre). Mas mesmo quando um cabo sofre problemas, o sinal da comunicação é redirecionado para outro cabo.
Segue abaixo um pequeno mapa, mostrando como esses cabos estão interligados para proporcionar uma comunicação rápida e eficiente em todo o mundo.

Fonte: http://globpt.com/uploads/2008/01/cable_map_wallpaper16x12.jpg
por Danilo Barros Andrade
danilo@blogdacomunicacao.com.br
É possível acreditar que o buscador mais badalado da internet pode dominar a web em alguns poucos anos? E se este prazo for até 2015? Google Epic apresenta um pouco da origem da internet e faz uma visão assertiva de passado, presente e futuro da internet.
O video criado em 2004, faz diversas previsões para o Google antes mesmo da compra do Youtube, porém é extremamente factível a possibilidade de que a web 2.0 traga mudanças altamente significativas para o mundo das comunicações.
A produção chamada originalmente de “EPIC 2014″ – foi criada pelos jornalistas americanos Matt Thompson, do Star Tribune, e Robin Sloan, da emissora de TV por satélite Current.
O futuro da informação em médio prazo, estará nas mãos dos próprios usuarios da internet. Este será o futuro do jornalismo digital. Ainda há dúvidas de que a gigante das buscas está se tornando um império de informações? O que acontecerá quando as verdades desse mundo começarem a aparecer publicamente na rede?
Assista ao vídeo Google Epic e tire suas próprias conclusões:
Versão legendada:
Versão dublada:
por Fernanda Pereira
fernanda@blogdacomunicação.com.br
Imagens: Justiça/Renan Kubota – Jornais/Google imagens
No dia 21de fevereiro deste ano, o Ministro Carlos Ayres Britto do Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu 22 dos 77 artigos da Lei de Imprensa graças a uma ação impetrada pelo deputado federal Miro Teixeira (PDT-RJ). Criada em 1967 pelo governo do presidente Castelo Branco é ainda anterior à Constituição vigente. A decisão do Supremo renova as discussões a respeito da necessidade de uma lei que regulamente a atuação do jornalista e dos órgãos de imprensa no país. Mário Magalhães, repórter especial e ex-ombudsman da Folha de S.Paulo, afirma que “essa Lei de Imprensa é parte do chamado entulho autoritário. A ditadura militar se foi em 1985. É o que também precisa acontecer com essa Lei: ser revogada”. Todos os processos judiciais que a invocaram e estão em tramitação bem como as decisões com base nos 22 dispositivos dela ficam suspensos até o julgamento do mérito que será feito pelo plenário do STF, inclusive o polêmico caso Igreja Universal X Folha de S.Paulo.
O duelo entre igreja e jornal começou com a matéria da jornalista Elvira Lobato: “Universal chega aos 30 anos com império empresarial”, publicada em 15/12/2007 no jornal Folha de S.Paulo. A reportagem destacava o conglomerado empresarial construído pelo bispo Edir Macedo, já que além da Rede Record ele é dono de outras 23 emissoras de TVs, 40 de rádio e de importantes jornais impressos. Em resposta à divulgação desses fatos, fiéis e dirigentes da universal moveram, de acordo com o jornal, 85 processos semelhantes em dezenas de comarcas em diferentes estados. Foi uma ação visivelmente orquestrada na opinião do jornalista Graciliano Rocha. “Qualquer cidadão que se sinta ofendido tem o direito de processar veículos de imprensa. É um direito inalienável, porém nesse caso a Igreja tenta intimidar a jornalista e o veículo de comunicação”, defende. Até agora 28 ações já foram julgadas, todas favoráveis à Folha e à repórter; os juízes não têm acolhido as ações e está enquadrando os autores por litigância de má fé, (tentar usar a Justiça para fins ilícitos) “defendendo assim o livre exercício do jornalismo”, pondera Mario Magalhães.
O ministro Ayres Britto declara que a Constituição fez da imprensa a irmã siamesa da democracia. Uma se alimenta da outra, é uma relação de mútuo proveito. “Em termos de imprensa, essa lei, em boa parte prolonga a vida de uma ordem constitucional superada, entendi que havia perigo na demora, não poderia permitir que essa lei continuasse sendo aplicada”, explica em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, justificando sua atitude ao suspender parte da lei, completando que “a imprensa não é para ser cerceada, embaraçada. É para ser facilitada, agilizada”. Para o jornalista e advogado Vinícius Ferreira Laner essa desatualização cria graves prejuízos aos interesses públicos e atrasa o processo de democratização dos meios de comunicação. “E o que é pior, o próprio jornalista, por ocasião de sua graduação, não é instruído a respeito da legislação que vigora na área”, adverte Laner.
Outro ponto negativo é o Decreto-Lei nº 972, editado pela junta militar que governou o Brasil em 1969 e criou a exigência do diploma e da nacionalidade brasileira para trabalhar e exercer a profissão no país. Os militares acreditavam que barrando os intelectuais e os estrangeiros, não haveria ataques ao governo, pela imprensa. E essa medida afeta profissionais da área como a recém- formada, Amanda*, (que prefere não ser identificada) chilena que mora regularmente no Brasil desde os dois anos, ao tentar tirar seu registro profissional, deparou-se com essa exigência. “Meus pais vieram ao Brasil para fugir de uma ditadura que sufocava a liberdade de pensamento, e hoje sou vítima de um preconceito bobo, fruto de uma lei que nada têm a ver com esse país que nos acolheu”, declara indignada.
Apesar disso, o presidente do Sindicato dos Jornalistas de Mato Grosso do Sul (SindJor-MS) Clayton Sales, ressalta que “apesar da lei de imprensa ter pontos altamente autoritários ela também possui pontos positivos, como o que obriga a presença de um profissional para realizar qualquer publicação”. Já para o jornalista Mário Magalhães, “a manutenção da Lei de Imprensa herdada da ditadura é incompatível com o Estado Democrático de Direito, não haverá democracia plena enquanto o arcabouço jurídico do regime autoritário se mantiver, ainda que residualmente”. O advogado Gildo Sandoval Campos, acredita que “a atual lei de imprensa mutila certos artigos da Constituição e carrega um espírito autoritário que não está em harmonia com a mesma”.
Ter ou não ter, eis a questão
A Lei de Imprensa no Brasil permitia, entre outras coisas, apreensão de publicações sem decisão judicial, penas de prisão mais duras para jornalistas que as previstas no Código Penal e a blindagem de autoridades contra as quais não se poderia provar a veracidade de reportagem, sendo essas apontadas como falsas, além de ter pontos divergentes do resto da Constituição. Enquanto a Lei de Imprensa prevê para o crime de calúnia uma pena máxima de três anos de detenção, o código penal prevê dois anos; para a injúria, a lei prevê um ano e o Código, seis meses; e para a difamação, a lei estabelece 18 meses e o Código, um ano. Com a queda desses pontos a tendência é que ela seja derrubada e reformulada na íntegra. De acordo com Magalhães uma nova Lei de Imprensa deve assegurar direitos como o de resposta, que não é garantido pelas leis gerais. E independente de quais sejam os novos artigos, ela deve caminhar em harmonia com a constituição, assim como toda lei.
Porém a criação de uma nova lei não é um consenso entre os empresários e profissionais da área. No debate da 3ª Conferência Legislativa sobre Liberdade de Imprensa que aconteceu no final de abril no auditório da TV Câmara, em Brasília, dois dos maiores jornais impressos do país, O Estado de S. Paulo e a Folha de S.Paulo, divergem em suas opiniões. O jornalista Júlio César Ferreira de Mesquita, do Conselho de Administração do Grupo Estado, declarou-se contrário a uma nova Lei de Imprensa, “a profissão de jornalista é igualzinha a qualquer outro tipo de profissão, o jornalista erra como qualquer outro ser humano erra, e o jornalista, quando erra, tem que ser enquadrado pelo Código Penal e pelo Código Civil”, explica. Porém acredita que deva existir a imposição de limites, por lei, ao valor das indenizações pagas por jornais e jornalistas. No mesmo debate a opinião do jornalista Luís Frias, da Folha de S.Paulo, é diferente. Frias acredita que deva existir uma nova lei de imprensa “para evitar o vazio jurídico de hoje”, e ressalta que a nova legislação deveria contemplar dois valores principais: o direito à informação e o direito que cada cidadão tem de controlar o uso de seu nome, imagem ou identidade. Para o empresário da Editora Abril, Roberto Civita a imprensa não deve ser regulamentada, mas garantida e exercida com responsabilidade. “Na imprensa, quanto menos legislação, melhor”, frisa. O presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), favorável à aprovação de nova lei, afirma que o assunto está pronto para ser discutido e votado nos próximos meses, porém não há previsão de quando será incluído na pauta.
Marcello Ghigonetto
marcello@blogdacomunicacao.com.br
Seja na saúde, na doença, na alegria e na tristeza. Nos últimos tempos a comunicação passou a ser essencial, presente e imprescindível para tudo em nossa vida. Mas vamos por partes. Se fecharmos o nosso campo de trabalho vejamos algumas das modificações.
No âmbito profissional no meu caso, na década de 80 a comunicação feita pelas assessorias de imprensa estavam presentes como forma de relacionamento em telefonemas, cartas pelo correio, envio de releases que muitas vezes já chegavam com prazo expirado devido à demora e produção de todas, e os sempre contatos feitos pela máquina de escrever. Já hoje são e-mail´s, releases, press-kit, web 2.0, msn, skype, jornal interno, mural, telefone, fax. Pelo amor de deus, me cansa só de pensar que todos os dias pela manhã temos que verificar tudo isso.
E na vida pessoal as mudanças são tantas e muito mais complexas que facilitam e ampliam ainda mais a nossa comunicação, mas que me assutam mais ainda por um outro lado. Hoje você anda com celular, recebe mensagem de texto. Temos orkut, msn, rádio nextel. Você se comunica com tudo e com todos sem nenhum problema, não há como fugir. Mas a pior esta por vir. Se fizermos um “happy hour” após o serviço, temos que inventar uma boa desculpa, pois se seu carro estiver equipado com GPS, sua namorada ou esposa te acha em um minuto, ao mínimo ponto de desconfiança ela liga para a operadora e pede a localização do veiculo. Esta COMUNICA que seu veículo está localizado na rua tal. O que mostra que nem sempre a comunicação esta a seu favor, claro que são poucos os casos, mas como tudo na vida tudo tem o seu lado positivo e negativo.
Segundo os últimos dados divulgados pela Anatel, o número de brasileiros que possuem aparelhos de celular no Brasil já chegou na casa dos 102 milhões e cresce de 5% a 6% ao ano. O que representa quase 65% da população do país. Já para a Internet os números crescem a passos largos e hoje 56,7% das residências brasileiras já usufruem do serviço e este número tende a ser ainda maior com crescimentos na casa dos 20% segundo o provedor Terra.
O certo é que a comunicação passou a ser tão presente em nossa vida, que com ela muitos problemas podem ser ocasionados, mas também solucionados, relacionamentos podem ser mantidos ou de alguma forma bloqueados e deletados. Isso a comunicação! Você pode falar com qualquer pessoa no mundo a qualquer momento, com apenas um toque no teclado ou ligando pelo celular.
Abaixo vou ilustrar o quis mostrar no que diz respeito à importância que devemos dar a comunicação e evitar pequenos deslizes, pois problemas de comunicação acontecem, principalmente dentro das empresas e muitas vezes não sabemos o motivo dos mesmos, pois temos a certeza que fizemos tudo certo.
A comunicação na empresa…
De: Presidente
Para: Gerente
Na próxima sexta-feira, aproximadamente às 17 horas o cometa Halley estará nesta área. Trata-se de um evento que ocorre somente a cada 78 anos. Assim, por favor, reúnam os funcionários no pátio da fábrica, todos usando capacete de segurança, quando explicarei a eles o fenômeno. Se estiver chovendo, não poderemos ver o raro espetáculo a olho nu, sendo assim, todos deverão se dirigir ao refeitório, onde será exibido um filme documentário sobre o cometa Halley.
De: Gerente
Para Supervisor
Por ordem do Diretor Presidente, na sexta-feira, às 17 horas, o cometa Halley vai aparecer sobre a fábrica. Se chover, por favor reúnam os funcionários, todos de capacete de segurança, e os encaminhe ao refeitório da fábrica, onde o raro fenômeno terá lugar, o que acontece a cada 78 anos à olho nu.
De: supervisor
Para Chefe de Produção
A convite do nosso querido Diretor, às 17 horas o cientista Halley, 78 anos, vai aparecer nu no refeitório da fábrica usando capacete, pois vai ser apresentado um filme sobre o problema da chuva na segurança. O diretor levará a demonstração para o pátio da fábrica.
De: Chefe de produção
Para: Mestre
Na sexta-feira, às 17 horas, o Diretor, pela primeira vez em 78 anos, vai aparecer no refeitório da fábrica para filmar o famosos cientista Hally nu. Todo mundo deverá estar lá usando capacete, pois será apresentado um show sobre segurança na chuva. O diretor levará a banda para o pátio da fábrica.
De: Mestre
Para: Funcionário
Todo mundo deve estar nu com os seguranças no pátio da fábrica na próxima sexta-feira as 17 horas pois o manda chuva (diretor) e o Sr. Halley, guitarrista famoso, estarão lá para mostrar o raro filme “Dançando na Chuva”. Caso comece a chover mesmo, é para ir para o refeitório de capacete na mesma hora. O show será lá, o que ocorre a cada 78 anos.
AVISO PARA TODOS
Na sexta-feira o chefe da Diretoria vai fazer 78 anos e liberou geral para festa às 17 horas no refeitório. Vai esta lá, pago pelo manda chuva, Bill Halley e seus cometas. Todo mundo deve estar nu e de capacete, porque a banda é muito loca e o rock vai rolar solto até no pátio, mesmo com chuva.
Ou seja, a comunicação pode e deve sempre estar ao nosso lado. Mas sempre na forma pró-ativa e nunca reativa, mesmo que muitas vezes fugir do nosso alcance. Mas o tempo esta passando e as ferramentas para ela estão ai para serem usadas, mas nunca esquecendo que a adequação da comunicação deve-se interagir com o tipo de mensagem que queremos passar, mas no fundo o resultado é sempre o mesmo, COMUNICAÇÂO.
Fontes:
Fábio França (UMESP)
Foto: www.overmundo.com.br/_overblog/img/1170313547
por Ruither Ferrão
ruither@blogdacomunicacao.com.br
A qualquer hora do dia ou da noite, não importa onde, há sempre alguém ouvindo o rádio. Esse veículo de comunicação que leva informação e entretenimento a milhões de pessoas, hoje tão sofisticado com o avanço tecnológico, surgiu no Brasil na segunda década do século XX.
Um grupo de empresários americanos foi o responsável por esta façanha. Era 7 de setembro de 1922. Através de um transmissor instalado no alto do Corcovado, no Rio de Janeiro, esses americanos apresentaram a novidade aos brasileiros, transmitindo o discurso do então presidente Epitácio Pessoa, por ocasião da inauguração da Exposição do Centenário da Independência do Brasil.
Diz-se que o povo não se empolgou muito com aquela primeira transmissão, certamente isso tenha ocorrido devido à precariedade da aparelhagem e pelo fato de as pessoas não estarem familiarizadas com a idéia.
Não demorou muito para o Brasil ganhar sua primeira estação de rádio. O professor Edgar Roquette Pinto inaugurou a Sociedade Rádio do Rio de Janeiro em 20 de abril de 1923, que começou a operar regularmente a partir de 1º de maio daquele ano.
Com o passar do tempo, começaram a surgir outras rádios e aos poucos elas foram tomando conta do país, provando que se tratava de um grande avanço no campo da comunicação.
Quase dez anos mais tarde, precisamente em 1º de março de 1932, Getúlio Vargas, então presidente da nação, baixou um decreto autorizando a publicidade e propaganda através do rádio, o que contribuiu ainda mais para a ampliação do meio radiofônico.
O povo, cada dia mais empolgado, incluiu no seu sonho de consumo aquele aparelho milagroso, capaz de informar, divertir e até mesmo de espantar a solidão!
O país teve a oportunidade de descobrir profissionais de grande destaque que, com talento e competência, quer seja através da musica ou da informação, escreveram a história do rádio no Brasil. Graças a eles o rádio tornou-se hoje o maior meio de comunicação dos últimos tempos.
- Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo? Vote na nossa nova enquete, lá no blog -> http://t.co/fY2Quj7J 3:02 AM May 21st
- A #Euro2012 tá chegando. Veja aqui como ganhar um álbum da oficial com o #BGC e a @TorcidaPanini Participe e boa sorte! http://t.co/E2ht7LyY 2:40 AM May 21st
- Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo? Vote na nossa nova enquete, lá no #BGC -> http://t.co/fY2V1TgT 1:20 AM May 21st
- Logo mais tem enquete nova Blog da Comunicação! Aguardem!!! 9:36 PM May 20th
- O que esta esperando para participar? Veja aqui como ganhar um curso de Joomla! com a @oibezao e o @blogcomunicacao. http://t.co/0BxWxtlI 9:13 PM May 20th


