por Natalia Marques
natalia@blogdacomunicacao.com.br
A melhor maneira de dominar o tempo é entendê-lo. O mundo vive uma fase onde em apenas um mês as coisas mudam tão rápido que começa a se notar uma síndrome de ansiedade em muitas pessoas da sociedade. O cérebro tem de acompanhar. É exigido quase que uma capacidade de gênio para isso. Ou você se adapta ou é engolido por tanta informação. Então, para quem se sente assim, hoje é dia de respirar e ouvir um pouco. Dessa maneira, você vê que é perfeitamente possível entender como as coisas estão acontecendo no mundo da comunicação através da internet.
Falando português claro: milhares de aplicativos, novas redes sociais, games, blogs e sites, diferentes tablets além de diversos tipos de conexão por toda parte e mais do que isso, a participação, opinião, mobilidade, compartilhamento de conteúdo de mais de 500 amigos surgem a cada update que você dá no computador ou no celular. E enquanto isso, existe uma indústria gigantesca que, cada vez mais, usufrui de todas as possibilidades desse mundo contemporâneo sempre propondo inúmeras maneiras de consumo.
O filme a seguir foi patrocinado pela HotWords e tem a participação de pessoas influentes que trabalham com mídia digital. O filme é bem montado e discute várias vertentes da comunicação digital e do espaço que está se abrindo. É um pouquinho grande, mas vale a pena.
Por Maíra Mello
maira@blogdacomunicacao.com.br
Expressões como ’11 de setembro digital’, ‘corrida armamentista virtual’, ‘guerra fria no ciberespaço’, ‘pearl harbor eletrônico’ e ‘cibergedom’ estão deixando de parecer apenas especulações e começam a ocupar espaço entre as questões relevantes para o mundo inteiro. O tema já não poder ser evitado ou menosprezado, pois parece estar se consolidando como um novo tipo de conflito entre os países.
Ao se falar em espaço cibernético, fala-se dos mecanismos de comunicação e de controle nas máquinas e nos seres vivos, e tais mecanismos vem se tornando um novo domínio ou palco de batalha. A seguir alguns exemplos de ataques virtuais que comprovam que o espaço cibernético é um novo alvo para guerras:
- 2007: China é acusada de atacar redes governamentais, instalando programas chamados ‘trojan horses’ no sistema de e-mails do Departamento de Defesa americano, no Pentágono, nos computadores do governo da Inglaterra, nos computadores dos ministros e da chanceler alemã, Angela Merkel. A China negou as acusações, mas admitiu que seus programas contemplam a utilização de computadores em eventuais ações militares.
- 2008: Geórgia é atacada e sofre apagão cibernético, afetando agências governamentais e infraestruturas tecnológicas. Apesar de não ter reconhecido, a Rússia foi acusada pelo feito, já que poucas semanas depois houve um conflito entre os dois países.
- 2009: Coreia do Norte é apontada como responsável pelos ataques realizados contra sites governamentais, de instituições financeiras e de imprensa nos Estados Unidos e na Coréia do Sul, manipulando aproximadamente 40 mil ‘computadores zumbis’.
- 2010: O vírus ‘stuxnet’, supostamente desenvolvido pelos governos israelense e americano, foi infiltrado, possivelmente por um pen drive, nos sistemas do reator nuclear da província de Bushehr, no Irã. Construído pela Rússia, o vírus tinha como finalidade inutilizar centrífugas aumentando sua rotação enquanto sinais de normalidade eram enviados para o controle. O episódio afetou o projeto nuclear iraniano e por isso é amplamente noticiado como uma espécie de ataque de guerra cibernética.
- 2011: O Brasil não ficou de fora, em junho do ano passado, diversos portais governamentais brasileiros, como da Presidência da República, da Receita Federal e da Petrobrás, foram alvos de ataques cibernéticos assumidos pelo grupo Lulz Security Brazil, um braço do grupo internacional que também já teria invadido servidores da CIA e do FBI. O grupo afirmou, no Twitter, que o ataque seria um protesto contra a corrupção e o aumento dos combustíveis.
Além dos poucos exemplos citados apenas para ilustrar os possíveis conflitos no espaço cibernético envolvendo governos, milhares de ocorrências similares ocorrem diariamente no mundo. E assim, diversos países e organizações internacionais vêm se preocupando e implantando estruturas e estratégias de defesa e segurança cibernética. Exemplos dessas implantações são:
- Brasil: Não deixando de lado sua tradição pacifista, não planeja lançar ataques nesse campo, mas começa a investir a favor de sua defesa. No segundo semestre deste ano, as Forças Armadas brasileiras inauguram seu primeiro Centro de Defesa Cibernética, o CDCiber, que será composto por cerca de cem oficiais do Exército em um prédio próximo a Brasília, e terá como objetivo coordenar e integrar as ações de defesa cibernética do Exército, Marinha e Aeronáutica.
- EUA: O presidente Barack Obama declarou que a infraestrutura digital dos Estados Unidos é um ‘ativo estratégico nacional’ e nomeou Howard Schmidt, ex-chefe de segurança da Microsoft, como o seu ‘Cibersegurança’. Em maio, o pentágono criou o seu novo comando Cyber, o Cybercom, que é chefiado pelo general Keith Alexander, diretor da Agência Nacional de Segurança (NSA), tendo como missão a condução de todas as operações para defender as redes militares norte-americanas e atacar os sistemas de outros países.
- Grã-Bretanha: Criou um equipamento de segurança cibernética e um ‘centro de operações’.
- China: Fala hoje em ‘ganhar guerras de informação em meados do século XXI’.
Muitos outros países estão se organizando para a ‘ciberguerra’, entre eles Rússia, Israel, Coreia do Norte e Irã.
O que se tem dito então é que depois da terra, do mar, do ar e espaço vem o novo cenário das guerras, o ciberespaço. Mas esse tipo de guerra contempla diversos fatores e variáveis que irão exigir dos países novos raciocínios de defesa, pois os resultados hostis em tal espaço podem se desenvolver de formas distintas, que nem sempre irão permitir a identificação do oponente, dos objetivos, da real origem, muito menos o momento e o impacto do ataque. Por isso, embora alguns conceitos da guerra cinética possam ser aplicados à guerra cibernética, outros chegam a ser divergentes, embora seja certo que os efeitos de um ataque cibernético possam ser tão ou até mais prejudiciais quanto os de uma guerra convencional.
por Artur Dória
artur@blogdacomunicacao.com.br
Na última terça-feira, 3 de abril de 2012, foi anunciado que o aplicativo de compartilhamento de fotos Instagram estaria disponível gratuitamente também para aparelhos eletrônicos com sistema operacional Android, que abrange a maioria dos Smartphones em circulação no mercado. Até então, o Instagram era exclusividade de aparelhos Apple (Iphone), que se utiliza do sistema IOS.
O Instagram te permite adicionar filtros e efeitos em suas fotos e compartilhá-las com sua rede de amigos do próprio Instagram ou amigos de outras redes sociais, como Facebook, Twitter, Foursquare, Tumblr e Posterous, sendo por isso, considerado um dos mais populares aplicativos entre usuários de Iphone.
O anúncio foi muito comemorado por usuários da plataforma Android e já no dia 4 de abril, quando foi colocado a disposição no Google Play para download, contou com aproximadamente 1 milhão de downloads. No entanto, essa expansão do Instagram para aparelhos de sistema Android, mais acessíveis a grande parcela da população, gerou uma onda de insatisfação por parte de alguns usuários de Iphone.
Uma verdadeira torrente de mensagens e comentários em redes sociais condenando a iniciativa chamou atenção para um grau acentuado de preconceito e arrogância. Ficou evidenciada uma postura de superioridade de alguns usuários de produtos Apple (reconhecidamente mais caros) em relação a produtos eletrônicos de outras marcas.
O preconceito flutuou em torno da ideia de que o Instagram estaria vivenciando um processo de “orkutização”, referindo-se a uma eventual postagem de conteúdos mais pobres, de qualidade e gosto duvidoso que passaram a circular no aplicativo e nas redes sociais. O Orkut é citado como sendo uma rede social utilizada por pessoas de classe mais baixa. Engraçado isso, pois devemos levar em conta que antes do Facebook se tornar hegemônico aqui no Brasil, a grande maioria das pessoas tinha o Orkut como sua rede social prioritária.
Existe aqui uma clara subdivisão social que distingue e valoriza aqueles que têm ou não um aparelho Apple (isso segundo alguns consumidores Apple). O absurdo não poderia ser mais grotesco. Não é o aparelho em si que gera conteúdo, mas sim a pessoa que o utiliza; e isso não tem nada a ver com a renda de ninguém. Estamos tratando com o mundo da internet e das redes sociais, o que significa que estamos dentro de um espaço permeado por diversos tipos de conteúdos produzidos por qualquer pessoa que tenha um mínimo de acesso a estas ferramentas.
A escolha pelo acesso a determinado conteúdo é sua, essa exclusividade não muda, se você adiciona fulano para ser seu amigo, essa responsabilidade é sua e somente sua. Cada um tem o direito de se utilizar da forma que melhor lhe aprouver de aparelho eletrônico, e é bom desde já, deixar claro que a postagem de conteúdos de gosto duvidoso não é exclusividade de usuários de sistema Android. Ter um Apple não te torna mais ou menos inteligente. Mas é interessante perceber que essa situação parece evidenciar que alguns dos usuários Apple têm um pensamento extremamente limitado.
Esse preconceito faz estalar uma hipocrisia de valores que nega até os próprios caminhos pelo qual o mundo vem se desenvolvendo. Acredito que a expansão do Instagram, para além de uma maior relevância mercadológica, será benéfica para um subseqüente aprimoramento da sua própria estrutura funcional. O mundo virtual só tem sentido se pautado por uma democratização de suas ferramentas e elementos constitutivos.
por Natalia Marques
natalia@blogdacomunicacao.com.br
Há vinte anos, óculos de realidade aumentada só podia ser coisa de ficção. Na semana passada, entretanto, a ideia “louca” e futurista de anos atrás foi anunciada como um dos investimentos do Google que já está testando a tecnologia para comercializá-la.
O conceito já existe algum tempo. Mas, nos últimos dias, o Co-fundador do Google Sergey Brin levou as lunetas a um evento em São Francisco. A função do objeto será oferecer recursos para as atividades diárias e interações dentro do nosso campo de visão através de ícones que flutuam, como se na verdade isso fosse uma continuação do nosso corpo. Isso acontece quando as pessoas vestem os tais óculos…
A empresa de Mountain View ainda não sabe exatamente qual será a repercussão da novidade, mas provavelmente isso vai movimentar a opinião de muitos especialistas, incluindo os pensadores e filósofos que terão agora que analisar a sociedade de uma nova maneira, que escolhe sua própria realidade. Já pensou?
Ainda não há previsão oficial do lançamento do produto. Segundo o jornal New York Times, fontes anônimas do Google revelaram que até o fim do ano ele já esteja disponível num preço que varia entre US$ 250 e US$ 600.
por Artur Dória
artur@blogdacomunicacao.com.br
Falar de privacidade é algo delicado e envolve uma problemática pautada pelo mundo contemporâneo. A tecnologia proporcionou um alcance mais especifico em relação às pessoas. O mundo foi aproximado e quantificado.
Com o desenvolvimento dos telefones móveis (celulares), as pessoas podem ser encontradas em locais de trânsito e não mais em locais fixos. A fotografia tornou-se onipresente e participa ativamente do nosso dia-a-dia, registrando o cotidiano de uma forma nunca antes vista. O mesmo ocorre com os vídeos, utilizados como ferramentas de combate à violência urbana, fazendo a vigilância e o monitoramento de prédios, bancos, estabelecimentos comerciais, ruas e avenidas, locais onde você provavelmente freqüenta. E o que falar das redes sociais, os chamados sites de relacionamento onde você pode reunir e agrupar amigos, conhecidos e desconhecidos, se utilizando de diversos tipos de ferramentas de interação e comunicação e que atuam também como locais de convergência de informações e conteúdos.
Estes são os exemplos mais básicos, conhecidos e vivenciados por todos. A nossa vida ficou mais exposta? Estamos menos invisíveis? A verdade é que o mundo interconectou-se e as pessoas foram colocadas dentro de um espaço de aproximação no qual é possível compartilhar aspectos de sua vida que até então eram ignorados.
As facilidades tecnológicas modificaram a nossa apreensão diária. Tudo passou a ser comentado e passível de um espaço de consideração (discussão). O mundo se atualizou de aspectos banais e as pessoas nutrem uma necessidade de tornar público certas situações, sensações e pensamentos que antes não proliferavam. A questão, no entanto, reside na responsabilidade com a qual você se utiliza dessas possibilidades.
Esse novo panorama não exclui o caráter de privativo de nossas vidas. Ele apenas salienta a importância desta, algumas coisas não devem ser compartilhadas. O respeito e a ética para com o outro surge como uma grande virtude. Tirar fotos ou fazer vídeos comprometedores de alguém na rua não te obriga a mostrá-las ou postá-la na internet, mesmo que você não conheça a pessoa ou as pessoas que estão ali.
A tecnologia ampliou as possibilidades, mas o “ser possível” não corrobora diretamente com o fazer porque se pode. Sinto que a responsabilidade das pessoas aproximou-se com a responsabilidade dos jornalistas. O mundo transbordou-se de informações e muitas delas não são de interesse público. Presenciamos nos dias de hoje um contexto de repercussões vagas e sem qualquer objetivo relevante, senão o de apenas mostrar por mostrar.
A curiosidade desponta como um motor catalisador. O desejo por novas imagens e vídeos que abordem pessoas ou situações inusitadas tornou-se um hábito perigoso. Somos convidados a querer excursionar pela vida de outras pessoas com o simples objetivo de achar engraçado. Toda e qualquer pessoa tem o direito de apresentar detalhes de sua vida da forma que quiser, mas existem determinados limites, sendo um dos mais importantes destes, a relação de troca direta e muitas vezes indissociável que a vida real e os mecanismos tecnológicos, em especial aqueles que podem desaguar no o mundo virtual, têm. A sua vida pode ser diretamente contaminada e influenciada por isso.
Assim, muitas pessoas são tomadas por uma carência comportamental de se sentirem notadas. Estar indo para algum canto e postar no seu mural do Facebook dizendo que você está indo para esse canto pode ter uma utilidade funcional (avisar a um amigo com o qual você não conseguiu se comunicar), assim como pode ser somente o desejo de que as pessoas saibam que você freqüenta esse local.
Essa carência revela uma fragilidade nossa diante deste novo mundo. Na maioria dos casos desponta como algo irrelevante, passageiro e imediato. A vida, ansiosa por novas situações e contextos produz também o esquecimento. Mas estas ações criam estigmas e vícios que podem ser nocivos na medida em que perdemos a noção de discernimento entre o que deve e o que não deve mais ser mostrado e visualizado. Este é um dos grandes paradigmas da vida contemporânea.
A privacidade não passou por um processo de remodelagem. Aquilo que é privado e íntimo é um direito seu e continua o mesmo, inalienável. No entanto, precisamos mais do que nunca nos manter atentos, cultivando um pensamento reflexivo e um comportamento vigilante em relação a forma como estes mecanismos de aproximação dos indivíduos são utilizados e proliferados. O “estar” próximo do outro não significa que este possa realmente chegar até você ou que este saiba lhe interpretar, compreender ou conhecer, muito pelo contrário, essa ideia pode ser totalmente corrompida, dando ao outro um pensamento parcial e ilusório.
Devemos entender que estamos diante de um processo e não de uma situação já consolidada. O momento é de experimentações e de aprendizados, não podemos nos conformar. Se a tecnologia pode proporcionar um ambiente favorável a discussões e comentários mais específicos, ela pode também proporcionar um ambiente de discussão sobre a sua própria utilização, funcionabilidade e inserção em nossas vidas. A vida necessita de um quê de mistérios e segredos e nem toda curiosidade deve ou precisa ser sanada.
por Maíra Mello
maira@blogdacomunicacao.com.br
As tecnologias que irão revolucionar o mundo dos computadores vêm sendo criadas a todo vapor! E com elas, os dispositivos high-tech se tornarão fortes candidatos a ‘derrotar’ o tão usado mouse.
Estão previstos para 2012 lançamentos que prometem deixar ainda mais práticas, fáceis e cheias de estilo as formas de controle de laptops, desktops e tablets. Entre as inovações, estão as possibilidades de efetuar comandos no computador apenas com o olhar ou controlá-lo com simples gestos que podem ser capturados mesmo se você estiver do outro lado da sala.
Confira abaixo uma lista com as novidades e revoluções que chegarão em breve ao mundo dos computadores.
- Controle visual
Uma das possibilidades mais incríveis e esperadas no universo tecnológico é emitir comandos apenas com o olhar. Imagine poder selecionar, navegar, aproximar uma imagem e rolar a barra de uma janela apenas olhando para ela! A Tobii, empresa criadora do sistema “Gaze Interaction“, pretende disponibilizar brevemente este estilo de comando visual no mercado de computadores.
- Controle Touchscreen Avançado
Em vários dispositivos o comando por touchscreen já é uma realidade. No entanto, algumas funcionalidades mais aprimoradas nos controles por toque ainda não estavam disponíveis, mas que com o dispositivo-anel, estarão. Funções como atuar da mesma forma que o botão direito do mouse, ser programado para agir como réplica de alguns comandos específicos, dentre outras.
Outra novidade é o ‘touchscreen tátil’, criado pela Microsoft, que gera uma textura real na superfície da tela, deixando-a macia ou rugosa, sendo possível assim sentir o teclado ao escolher os caracteres.
- Controle por gestos
No mundo dos video games, o Kinect vem ganhando cada vez mais o gosto dos consumidores, já que este introduziu o controle de movimentos físicos. Aproveitando esta tendência, a Microsoft também lançou esse mesmo estilo de comando para o Windows. Já no mundo das televisões, a Samsung apresentou um modelo de TV com controle por gestos. Com ele, é possível mudar os canais e modificar o volume. Outro destaque é que o sensor de movimento, formado por uma câmera, já vem integrado ao aparelho, sem precisar ser instalado.
Voltando aos computadores, a empresa XTR3D, para facilitar, desenvolveu um sistema de comando por gestos que funciona com qualquer câmera 2D, como uma webcam. Assim, não será necessário adquirir um dispositivo específico (e caro) para que o comando por movimento passe a funcionar em seu laptop ou tablet. Além disso, esse sistema permite que os gestos sejam captados a uma boa distância, e será possível abrir uma pasta mesmo estando do outro lado da sala.
- Controle por voz
Por ser uma das mais funcionais e práticas, a tecnologia de reconhecimento por voz está constantemente em destaque, mesmo não sendo mais novidade. Se antes era necessário soletrar de forma mecânica palavras-chaves para que o dispositivo pudesse entender um comando, hoje, com a evolução desse sistema, os comandos estão mais naturais e o dispositivo pode compreender frases mais complexas. O mercado de controle por voz, mostra uma tendência a não se limitar a telefones ou video games, apresentando previsões para logo conquistar o universo dos computadores.
- Mouse-luva
A empresa Kickstarter desenvolveu um projeto denominado ‘Keyglove’, algo como luva-chave, que pode ser lançado ainda este ano. Como um mouse multisensor colocado na mão, esta luva wireless permite controlar dispositivos com flexibilidade, além de poder ser programada para atuar com diversos sistemas e softwares.
Antes mesmo de decidir qual seria o tema da pauta, hoje no intervalo para o cafezinho, conversava com uma das minhas companheiras de trabalho, a Maria Regina Santos, a respeito das várias mudanças tecnológicas. Maria Regina irá completar neste mês de Abril, 54 anos de idade, e acompanhou então todo o processo de surgimento do computador. Conversamos sobre a máquina de datilografia e outros equipamentos que já não existem mais, ou que evoluíram, e muito!
O mais interessante, é que coincidentemente uma de suas filhas é doutora em Ciência da Computação, e em sua graduação uma das grandes novidades que surgiram, e que a fez ir para um congresso em outro estado, com sua turma da faculdade, todos com muita expectativa e felicidade por estar indo ver algo revolucionário, foi justamente, o surgimento do mouse!
E hoje, eis o mouse sendo substituído…
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- A #Euro2012 tá chegando. Veja aqui como ganhar um álbum da oficial com o #BGC e a @TorcidaPanini Participe e boa sorte! http://t.co/E2ht7LyY 2:40 AM May 21st
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