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POR Ruither Ferrão 3 ANOS ATRÁS
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Por Ruither Ferrão

ruither@blogdacomunicacao.com.br

O Programa de inclusão digital do Ministério das Comunicações vai de vento em polpa se alastrando pelo Brasil. O objetivo é promover o acesso à banda larga em todas as 142 mil escolas públicas federais, estaduais e municipais de todo o país.

Além de informatizar, o MC desenvolve a capacitação de professores e monitores e ainda oferece computadores móveis (lap tops) a juros baixos, que podem ser adquiridos nas agências dos Correios e são entregues na casa do professor.

Outro projeto de inclusão digital custeado pelo MC está sendo implantado em Minas Gerais. Belo Horizonte é a primeira capital brasileira a implantar um projeto ousado que facilitará o acesso à Internet banda larga. O projeto BH Digital teve início em 2005 e recebeu uma verba de R$3,5 milhões, liberada pelo Ministério das Comunicações. O objetivo desse projeto é atingir 95% da cidade, oferecendo Internet sem fio em alta velocidade gratuitamente.

O valor total do BH Digital foi estimado em R$4,3 milhões, sendo que 81% será de responsabilidade do MC e o restante virá de recursos do próprio município. A previsão é de que até o final de 2008 a implantação do projeto seja concluída.

A proposta visa democratizar o acesso à informação, levando também a Internet para todos os bairros carentes. Segundo afirmação do ministro das Comunicações, Hélio Costa, “Este é um projeto pioneiro que será implantado em todas as capitais do Brasil. A prioridade é a conexão nas escolas, e depois os postos de saúde e órgãos de segurança pública”.

Fontes: Ministério das Comunicações e Portal Terra

Crédito da foto: http://www.fundep.ufmg.br/homepage/fotos_cases/interna-2-ed-24.jpg

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POR Guilherme Freitas 3 ANOS ATRÁS
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Pegando carona nos Jogos Olímpicos de Pequim vamos conhecer um pouco mais de algumas modernas instalações e suas respectivas tecnologias

 

por Guilherme Freitas

guilherme@blogdacomunicacao.com.br

 

Ainda restam cinco dias para os Jogos Olímpicos de Pequim se encerrarem, mas enquanto a festa não termina vamos conhecer um pouco mais de algumas das modernas instalações que abrigaram momentos históricos do esporte. A China não economizou em tecnologia! Neste artigo você conhece um pouco mais sobre três instalações que impressionaram o mundo através da beleza, modernidade e utilidade: o Cubo D’Água, a Arena Wukesong e o Ninho de Pássaro.

 

CUBO D’ÁGUA

O Centro Aquático foi construído especialmente para os Jogos de Pequim e demorou quatro anos para ser concluído. Com um formato que imita bolhas e com a iluminação em cor azulada, ganhou o apelido de Cubo D’Água. As empresas que construíram esse belo complexo aquático criaram novas técnicas para alinhar o aço (a estrutura) às membranas de revestimento (as bolhas vistas por fora). Essas bolhas foram feitas com ETFE (etileno tetrafluoretileno, um tipo de plástico super-resistente e de grande transparência). A piscina que consagrou Michael Phelps foi construída com dinheiro de doações e foi eleita pela revista americana Popular Science, como uma das 100 melhores obras de ciência e tecnologia de todos os tempos.

 

ARENA WUKESONG

Quando assistimos as partidas de basquete dos Jogos Olímpicos pela TV, parece que estamos vendo um ginásio da NBA, com arquibancadas confortáveis e um telão de última geração. Parece, mas o local onde ocorrem os jogos é a Arena Wukesong, ou o Cubo de Ouro como é chamada pelos chineses. Para erguer esse gigante, o governo chinês demorou três anos. A arena também é “ecologicamente correta”, já que o seu design permite uma economia de 50% na energia necessária para a aclimatação durante o verão e 70% na calefação, no inverno. Tudo isso graças as decorações externas do ginásio, feitas com colunas de alumínio que refletem 80% dos raios de luz solar que incidem no recinto.

 

NINHO DE PÁSSARO

O local mais importante dos Jogos, o Estádio Nacional recebeu a bela cerimônia de abertura e também será a sede da cerimônia de encerramento, além de estar lá a pira olímpica. Conhecido como Ninho de Pássaro, devido as fortes e impressionantes vigas contorcidas de puro aço que parecem um ninho. O Estádio Nacional custou cerca de US$ 500 milhões aos cofres chineses e a construção desta bela obra prima demorou três anos e meio para ficar pronta. A China o apresentou ao mundo como uma “grande revolução na construção de arenas esportivas, pois tinha a perfeita combinação de elegância e simplicidade”. O Ninho tem assentos para todos os 91 mil espectadores, além de uma infra-estrutura impressionante de luxo para os camarotes e área VIP.

 

O governo chinês não construiu nenhum elefante branco como nossos dirigentes fizeram no Pan-2007. Todas as obras serão utilizadas com freqüência, afinal a China é uma potência esportiva e investiu US$ 40 bilhões nessa Olimpíada. Para isso contratou os melhores arquitetos, cientistas e especialistas em construções de mega-projetos do mundo inteiro.

 

Agora que você um pouco mais dessas magníficas obras, vocês acreditam que o Rio de Janeiro pode sediar os Jogos de 2016? Aproveitem e votem na nossa enquete que fala a respeito disso. Mas corram, pois vocês só têm até amanhã.

 

Crédito das imagens: site oficial dos Jogos Olímpicos

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POR Daiane Torres 3 ANOS ATRÁS
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BIO, QUER DIZER VIDA, LOGOS, CONHECIMENTO E TECNOS, DESIGNA A UTILIZAÇÃO PRÁTICA DA CIÊNCIA

Por Daiane Torres
daiane@blogdacomunicacao.com.br

Há muito se discute o cultivo e legalização de alimentos geneticamente modificados. Mesmo depois da aprovação e regulamentação, o consumo de alimentos modificados ainda causa dúvidas.

Empresas, produtores e cientistas defendem a nova tecnologia, mas os ambientalistas e alguns pesquisadores afirmam que o produto é perigoso, ainda que não se conheçam seus efeitos sobre a saúde humana e o impacto que pode causar ao meio ambiente.

A transgenia ocorre com o cruzamento do gene de um organismo natural à outro, de características diferentes, com a pretensão de originar um novo produto melhorado. Por exemplo, uma planta pode ser alterada para suportar os efeitos dos pesticidas que são utilizados na plantação.

No melhoramento tradicional, cruzam-se as espécies sexualmente compatíveis e ocorre a combinação simultânea de vários genes. Já a transgenia é uma evolução deste processo, com o objetivo de acelerá-lo e de ampliar a variedade de genes que podem ser introduzidos nas plantas. Oferece maior precisão do que os cruzamentos, pois uma vez que permite a inserção de genes cujas características são conhecidas com antecedência, sem que sejam introduzidos outros genes, como ocorre no melhoramento genético clássico.

Como tudo o que é novo, têm seus apostadores, investidores, e também os receosos, descrentes, e inseguros quanto à legitimidade dos efeitos. Há muitos itens que podemos relacionar aos prós e contras.

A briga de muitos é restritamente econômica, por não possuírem áreas e terras suficientes para plantar, alguns se opuseram para evitar o desequilíbrio, onde perderiam na produtividade e rentabilidade.
Outra questão ética bastante discutida é se está correto permitir alterações que não possam acontecer naturalmente na natureza.
O risco de uma plantação transgênica afetar outra plantação não-modificada fomenta o debate e o medo da extinção de algumas espécies.
E a alegação de acabar ou evitar a escassez de alimentos no mundo está entre tantos assuntos e polêmicas geradas pela tecnologia.

Muitas vezes ingerimos alimentos sem saber a procedência, transgênicos ou não, o que precisamos é de empresas reguladoras sérias, para que todo e qualquer procedimento seja fiscalizado, acompanhado, esclarecido e transparente para a população.

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POR Marcello Ghigonetto 3 ANOS ATRÁS
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Ministério da Saúde convoca homens e mulheres com idade entre 20 e 39 anos. Expectativa é que 70 milhões de pessoas sejam vacinados até o final de Setembro

 

Por: Marcello Ghigonetto

marcello@blogdacomunicacao.com.br

 

No último sábado 09 de Agosto, o Ministério da Saúde deu inicio para a Campanha Nacional de Vacinação para eliminação da Rubéola. A frente que este ano terá o foco também no público masculino, será feita de duas formas:

 

 - Aplicação da vacina dupla viral (Sarampo e Rubéola) em homens e mulheres com idade entre 20 e 39 anos.

- Aplicação da tríplice vacina (Sarampo, Caxumba e Rubéola) em pessoas entre 12 e 19 anos para os estados do Maranhão, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e Mato Grosso, além de toda população indígena.

 

Para aqueles que não conhecem, a rubéola é uma doença infecto-contagiosa causada por vírus que ataca principalmente as crianças. Entre seus sintomas febre, manchas pelo corpo, dor nas articulações, perda de apetite e tosse. Em casos de gravidez a doença pode provocar aborto ou nascimento da criança com síndrome da rubéola congênita que pode causar deficiência auditiva, lesões oculares, malformações cardíacas e alterações neurológicas.

 

No Estado de São Paulo serão cerca de 7 mil pontos a disposição da população, com cerca de 50 mil profissionais de saúde e 4 mil carros envolvidos na operação. Para se ter uma idéia, em 2007 foram registrados 1659 casos da doença, dos quais 1.122 (68%) em homens, segundo balanço do Centro de Vigilância Epidemiológica, órgão da Secretária. Este número superou os de 2000, quando 2.566 pessoas contraíram a doença no Estado.

 

Portanto tome nota. Vá até um posto de saúde perto de sua residência e tome a vacina.

 

fonte: Secretária de Saúde do Estado de São Paulo

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POR James Freitas 3 ANOS ATRÁS
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Imagem extraída do portal www.veja40anos.com.br

Por James Freitas

james@blogdacomunicacao.com.br

Planejamento, eis a palavra chave que guiará nosso futuro! No mundo em que vivemos pagamos um preço muito alto pelos atos impensados de uma geração que não pensou o mundo da maneira correta. O Brasil em especial ainda colhe frutos indigestos das administrações públicas durante o período em que vigorou o regime militar. O caos que assola diversos âmbitos da sociedade brasileira poderia ter sido evitado para que as situações alarmantes em que chegamos não viesse a acontecer.

Mas e agora? Como podemos construir uma sociedade melhor? Qual o Brasil que queremos para nossos filhos e netos? A editora Abril, por meio da revista de maior circulação em todo o Brasil, Veja, teve a iniciativa de organizar o seminário: “O Brasil que queremos ser” que acontece no dia 2 de Setembro e faz parte das comemorações dos 40 anos da revista.

Os temas debatidos serão: Educação, Meio Ambiente, Economia, Imprensa, Democracia, raça e pobreza e por fim, megacidades. Estarão presentes neste debate especialistas nacionais e internacionais, o evento será transmitido ao vivo no hotsite www.veja40anos.com.br

A editora abre um caminho para toda a sociedade participar discutindo os temas desse seminário por meio de enquetes e questões onde todos que visitarem o site podem registrar suas opiniões.

Proponho nesse post que as pessoas tenham mais iniciativas como esta! Tenho meus questionamentos sobre a qualidade da revista Veja, porém, é louvável que a editora tenha o mínimo de preocupação em saber o que o povo brasileiro pensa sobre determinados assuntos. Creio que os políticos do país poderiam estreitar mais os laços com a população. Cabe a sociedade também participar e exercer a tão famosa porém pouco utilizada, Cidadania.

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POR Colaboradores Especiais 3 ANOS ATRÁS
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Por Natália Geraldi

nageraldi@blogdacomunicacao.com.br

Andar de bicicleta pelo bairro, subir em árvore, jogar bola e brincar de bonecas. Foram essas coisas que ocuparam a minha infância. Ah! Tinha o vídeo game também, mas não era minha diversão preferida.

Eu não tinha computador em casa, mas gostava de escrever na máquina de datilografia, e não podia errar porque senão tinha que jogar fora a folha e começar de novo. Aos cinco anos provavelmente ainda não sabia direito o que era celular. Lembro de ter tido um aparelho de brinquedo, daqueles grandes. O orelhão ainda era de ficha.

Hoje, e nem faz tanto tempo assim, é cada vez mais comum crianças pequenas com celulares, MP3, conversando pelo MSN e pelo Orkut.

E é sobre esse comportamento infantil adequado às novas tecnologias que a revista Veja dessa semana traz uma reportagem, cujo título é “Tudo ao mesmo tempo – e agora”.

Isso mesmo. As crianças de hoje fazem tudo ao mesmo tempo: estudam, brincam, conversam, assistem televisão, ouvem música, e por aí vai.

Mexer nos programas de computador e na Internet é com eles mesmo. Afinal, parece tão simples e normal escrever em blogs e postar vídeos no Youtube, certo?

Para a nova geração que praticamente é alfabetizada no computador, sim.

Mas acredito que é assustador para os pais. Imagino também que grande parte deles se impressiona com a facilidade dos pequenos em usar os aparelhos eletrônicos, que muitas vezes parece ser tão difícil para os adultos que viram os computadores ocupar o lugar das máquinas de escrever.

Pois é, a matéria de Sandra Brasil explica que as crianças estão cercadas de aparelhos eletrônicos e vivem na era dos estímulos constantes e simultâneos, ou seja, dão conta de falar ao telefone, assistir televisão e fazer a lição de casa ao mesmo tempo, e dividindo a atenção entre as tarefas. São as chamadas crianças multitarefas.

E isso não deixa os pequenos assustados, não. É tudo normal para eles, que desde muito cedo recebem diversos estímulos.

Mas os especialistas advertem para os problemas que toda essa tecnologia à qual os pequenos estão submetidos podem causar.

Um deles é a dificuldade de relacionamento, uma vez que a conversa pela Internet não substitui a relação pessoal.

Psicólogos garantem que é necessário que as crianças aprendam a enfrentar os medos e frustrações da vida real.

Em todo o caso, a tecnologia está presente. E cada vez mais cedo nossas crianças entram em contato com ela, aprendendo a usar os aparelhos eletrônicos como quem aprende a andar de bicicleta, como se fosse algo instintivo e natural da infância. O que não deixa de ser verdade.

Basta saber se os pais e também os professores estão dando conta de acompanhar essa evolução tecnológica e, principalmente essa mudança do comportamento infantil.

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