Home Arquivo por categoria: "Tecnologia" (Página 3)
POR Marcello Ghigonetto 1 MÊS ATRÁS
COMPARTILHE

por Marcello Ghigonetto

marcello@blogdacomunicacao.com.br

crédito: Google

Já dizia um velho dito popular, mantenha seus inimigos por perto, pois assim, é possível mapear seus riscos. Nos tempos atuais um tanto quanto inadequado, já que Facebook, Orkut, e as mais diversas redes sociais nos permitem duplicar a intensidade de problemas ou até mesmo qualificar a mil uma simples solução. Agora, já pensou em um aplicativo que lhe permita criar uma lista exclusiva para seus desafetos, sejam eles pessoas próximas de seu círculo social ou quem sabe gente famosa, empresas com serviços falhos, entre outros?

Se a sua resposta ainda é não, apresento-lhes o Enemy Graph. Nele, você pode montar sua lista de indesejados e quem sabe até declarar guerra à aquilo que não seja de seu agrado, podendo  também, aparecer em um sua lista pública e ficar visível para outros usuários do aplicativo. Aparentemente, o intuito é funcionar de forma pacífica, quem sabe até como uma ferramenta de comunicação cliente/empresa, pois na certa, muitas empresas ficaram expostas a serviços e produtos com defeitos ou inadequados.

Segundo seu criador, Dean Terry da Universidade do Texas, o objetivo não é criar desunião, mas sim “conectar e motivar pessoas em torno de coisas que elas não gostem”, uma certa “cutucada” a não criação do botão “Não curtir”. Sob meu ponto de vista uma ferramenta controversa pois pode gerar conflito em questões sociais, mas também amplificar práticas de mercado falhas ou que desrespeitam o consumidor com certa frequência.

E você, já pensou em quem colocar em sua lista, ou esta preocupado em ocupar a lista de alguém?

TAGS: , , , ,

01 COMENTÁRIO
POR Artur Dória 1 MÊS ATRÁS
COMPARTILHE

por Artur Mota

artur@blogdacomunicacao.com.br

A internet se estabeleceu em nossas vidas, ganhou espaço e já não é mais novidade. Sua presença é um elemento cotidiano constante e tornou-se um habito fundamental ao nosso dia-a-dia. “Entrar na internet” ou “estar na internet” parecem ter se tornado ações indispensáveis, meios de nos manter conectados e integrados com o mundo ao nosso redor.

No entanto,  concomitante a este fato devemos estar cientes e atentar para as formas na qual a internet moldou, molda e influencia o nosso comportamento. Uma pesquisa  realizada pelo Boston Consulting Group e divulgada pelo Daily Mail, questionou 20 mil pessoas em países do G-20 (cerca de mil pessoas em cada país) acerca do que elas sacrificariam em suas vidas para poder se manter conectadas na web durante um ano.

Os resultados são intrigantes: muitas pessoas deixariam de fazer atividades básicas naturais como fazer sexo (20%), praticar exercícios (43%) ou tomar banho (7%), para poderem se entregar ao prazer da internet, assim como largariam determinados vícios cotidianos, como comer chocolate (73%) ou consumir bebidas alcoólicas (73%).

Eu sinceramente não seria capaz de responder ao questionamento dessa pergunta, não vejo sentido algum na necessidade de se sacrificar alguma coisa em prol da internet. Fazer sexo, comer chocolate e beber são para mim tão importantes quanto me conectar a internet. Não tenho como simplesmente hierarquizá-los em uma lista de prioridades e excluí-los de acordo com a sua abrangência em minha vida. A internet deve ser entendida como um elemento somatório, que veio para acrescentar e não para excluir. O fato de eu passar mais tempo conectado a internet do que comendo chocolate, bebendo ou fazendo sexo, não a torna mais ou menos essencial.

O conjunto de facilidades e encantos produzidos por essa poderosa ferramenta digital, não pode ser entendido como um elemento substituto, mas um elemento transformador. A pouco tempo tivemos a notícia de que a Enciclopédia Britânica deixará de ser produzida  e passando a dedicar-se somente a produção de conteúdo  digital; o mesmo aconteceu com o Jornal do Brasil, que deixou de ser um produto impresso para circular somente  na internet. Esse tipo de ocorrência não pode ser motivo catalisador para uma eliminação gradual de determinadas atividades do ser humano.

A internet é um mundo em expansão, mas nunca será o próprio mundo. O homem não deve ser seu dependente ou se ajoelhar frente a suas inovações e evoluções pautadas por uma vida de suportes tecnológicos. Penso que estas mudanças fazem parte de um mundo em pleno processo de transformação. Algumas coisas irão ser modificadas para sempre, outras continuarão as mesmas. Beber, comer, fazer sexo, dormir, tomar banho, se exercitar, ler, escrever, conversar, correr e etc, nada disso pode ser suplantado.

Neste último parágrafo faço um aparte em relação a este tipo de pesquisa e estudo. Apesar de bastante ilustrativos não devemos nos iludir acerca de sua verossimilhança e ou realidade palpável, muito mais do que expor uma verdade social, me parece que estão voltados a esboçar uma tendência social, pois são processos e como tal, encontram-se em situação de desenvolvimento. Enfim: entre o dizer e o fazer existe um abismo incalculável, que varia de pessoa para pessoa.

TAGS: , , , , ,

01 COMENTÁRIO
POR Natalia Marques 1 MÊS ATRÁS
COMPARTILHE

por Natalia Marques

natalia@blogdacomunicacao.com.br

Vista do Google Analytics - Crédito: Reprodução

Até pouco tempo atrás, convencer as marcas sobre a importância em atuar nas redes sociais era difícil, mas com o passar do tempo, a moda começou a pegar, mesmo sem ter medições oficias sobre os resultados que trariam para as empresas. E apesar dessa insegurança em investimentos no Twitter, Facebook, Instagram, Pinterest, Orkut, entre outros, as pessoas não economizaram palavras nem energia para estarem presentes em todas elas.

Agora, quem trabalha com marketing digital e divulgação de mídia terá uma ferramenta a mais para se situar. Google Analytics, que até semana passada só conseguia medir ações em sites e blogs, anunciou um novo serviço que detecta quanto financeiramente plataformas como Twitter e Google+ trouxeram para um portal e quais os conteúdos mais populares (algo importante não só para os marketeiros, mas também para os jornalistas).

Seu novo programa de análise chega para atender três necessidades: medir como as mídias sociais levam a conversões diretas ou conversões futuras, entender como elas melhoram indicadores de performance e otimizam o engajamento e elaborar estratégias eficientes de marketing digital que levem em consideração tais informações.

Dessa maneira, o mecanismo analisa dados pertinentes, identifica o valor real do tráfego em sites sociais e permite que seja usado um dado qualitativo até então desconhecidos pelos profissionais que trabalham na área.

TAGS: , , , , ,

01 COMENTÁRIO
POR Maira Mello 2 MESES ATRÁS
COMPARTILHE
por Maíra Mello

Já parou pra pensar como a Google consegue dar vazão a uma quantidade enorme de dados, sem deixar ninguém na mão?

Boa parte da fama do site foi conquistada pela união entre simplicidade e eficiência, já que uma das tarefas mais simples que se pode realizar na internet é abrir a página inicial do Google, digitar algo e aguardar pelos resultados. Porém, o que não se percebe é que por trás desse simples processo existe uma grande necessidade de recursos sendo consumidos. No exato momento em que se faz uma busca, milhões de outras pessoas em todo o planeta, fazem o mesmo. E assim surge a dúvida: como não acontece uma pane no sistema e o site permanece no ar, mesmo sendo submetido a um enorme tráfego de dados?

O sistema de armazenamento de backups (cópia de dados de um dispositivo de armazenamento a outro) do motor de busca precisa ser capaz de atender a milhões de requisições simultaneamente. Além disso, o tamanho do espaço precisa crescer continuamente para acomodar as novas páginas da web. No total, esses processos consomem mais de 20 petabytes por dia, o que equivale a 200.000.000.000.000.000 bytes. A mesma situação vale para outros gigantes da rede mundial, como o Facebook. Mas apesar de toda eficiência existente, ainda há riscos de que o número expressivo de internautas acessando um determinado serviço ao mesmo tempo, gere algum tipo de pane no desempenho do fluxo de dados.

Milhares de acessos simultâneos - Crédito: Google/ Divulgação

Empresas como Google, Microsoft e Facebook, adotaram como solução de armazenamento, um sistema de arquivos distribuídos tendo como parâmetro um objeto-base de armazenamento, para conseguirem assim, dar vazão a uma quantidade de dados em constante crescimento. Em outras palavras, a arquitetura de nuvens das grandes empresas separa os metadados (dados referentes a um conteúdo específico) a partir do conteúdo em si. Ou seja, ao acessar uma foto, por exemplo, se tem tem acesso primeiro às informações sobre a imagem (dados) para somente depois reunir os dados e acessar a imagem propriamente dita. Essa técnica reduz consideravelmente os volumes de leitura e escrita de conteúdo.

A primeira das grandes empresas a enfrentar o problema do crescimento da informação em larga escala, foi a Google. No ano de 2003, os engenheiros da empresa criaram o Google File System (GFS), centro estratégico de armazenamento de dados e base para quase todos seus serviços. A empresa tende a armazenar os dados para as suas aplicações em arquivos enormes que funcionam como uma espécie de “poupa-tempo”. Centenas de máquinas coletam esses dados, e aplicativos específicos fazem uma análise combinando as informações, mesmo quando os dados ainda estão sendo gerados.

São guardados a sete chaves pela empresa os detalhes técnicos de como funciona o GFS. Para a Google, é muito mais importante ter velocidade no acesso às informações do que qualquer outra coisa. Além disso, é importante que o sistema possa trabalhar com uma margem capaz de suprir eventuais falhas.

Contudo, alguns detalhes adicionais já são de conhecimento do público. A GFS é composta por três camadas: um cliente GFS que lida com solicitações de dados de aplicativos, um servidor-mestre, que usa um índice de memória para rastrear os nomes dos arquivos, e os servidores em si. Cada servidor-mestre é capaz de lidar com 100 milhões de arquivos.

Quantos dados, bytes, eficiência, informação e capacidade de armazenamento, não?

TAGS: , , , ,

01 COMENTÁRIO
POR Natalia Marques 2 MESES ATRÁS
COMPARTILHE

por Natália Marques

natalia@blogdacomunicacao.com.br

Depois de 244 anos em versão impressa, a Enciclopédia Britânica anunciou na última semana que deixa de existir no papel e passa a atuar apenas no mundo digital. Ela foi publicada inicialmente em 1768, em Edimburgo, na Escócia e sobreviveu ao longo desses anos colecionando, ao todo, sete milhões de edições.

Preparada para os comportamentos do novo mundo, a empresa já disponibiliza uma versão online com assinatura de cerca de US$70 por ano, aplicativos para celulares e tablets por preços que variam de US$1,99 a 4,99. As coleções de 32 volumes (atualizadas a cada dois anos) custavam US$ 1400.

Em divulgação oficial, a Enciclopédia Britânica afirma que sua base de dados é muito maior do que a capacidade de impressão.

É inteligente pensar que apesar das mudanças durante quase dois séculos e meio, é possível se reinventar e sobreviver, diferente do que muitos acreditam. Mas, para isso, é preciso estar disposto a transformar. Há 100 anos não existia muita coisa, no entanto hoje não é possível viver sem elas. Cem anos é muito pouco considerando a história da humanidade.

Lamentável é o fato de algumas pessoas perderem fortunas e histórias por não saberem como lidar com as novidades tecnológicas e mudança de mentalidade e hábitos. Principalmente o meio digital, esse tem recebido novas ideias de braços abertos. Não há motivo para insistir em algo que já não funciona e não gera lucro para uma empresa.

E só para finalizar com um link a respeito desse episódio. A web é um lugar bastante atrativo para a educação. Está cheio de professores com paradigmas e ideias fixas dizendo que essa nova condição é um absurdo. Já tem gente se perguntando se a profissão vai acabar. Não se sabe ao certo… É impossível prever o futuro. Mas, o mundo já dá sinais de que muito se aprende na potente e expansiva plataforma virtual. E que ela pode educar uma sociedade se usada de maneira eficiente. O conteúdo na internet está aí para provar isso.

TAGS: , , , , , , , , ,

2 COMENTÁRIOS
POR Maira Mello 2 MESES ATRÁS
COMPARTILHE
por Maíra Mello

maira@blogdacomunicacao.com.br

Em Hannover, na Alemanha, onde esteve em razão da realização da Feira Internacional de Tecnologia da Informação, Telecomunicações, Software e Serviços – CeBit 2012, a presidente Dilma Rousseff confirmou a intenção do governo de realizar o leilão para os serviços de telefonia móvel de quarta geração (4G) em maio, contrariando as empresas do setor, que querem mais tempo até a licitação.

A licitação já deverá ocorrer em Maio, para que em 2013 as 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014 já disponham da tecnologia funcionando da melhor maneira.

Dilma também citou a ativação de uma rede de fibra ótica para banda larga de 31 mil quilômetros, que, segundo ela, chegará às capitais dos 27 estados brasileiros. Ainda em 2012, iniciará a construção de cabos óticos submarinos para ligar o Brasil à América do Norte, à Europa e à África. Essas saídas internacionais serão somadas a um anel ótico sul-americano, cuja implementação foi decidida pelos países que integram a Unasul (União das Nações Sul-Americanas).

Ao lado da primeira-ministra Angela Merkel, anfitriã do evento, Dilma disse que o crescimento econômico e a ascensão social no Brasil nos últimos anos aumentaram a importância das tecnologias digitais no país.

Dilma Rousseff junto à Chanceler da Alemanha Angela Merkel - Crédito: Divulgação

Desde janeiro, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) vem realizando audiências públicas para que a sociedade possa se manifestar a respeito da proposta de edital de licitação das faixas de radiofreqüência para prestação dos serviços de 4G no Brasil.

Serão licitadas as faixas de 451 MHz a 458 MHz e de 461 MHz a 468 MHz e de 2.500 MHz a 2.690 MHz.

As subfaixas de 451 MHz a 458 MHz e de 461 MHz a 468 MHz serão utilizadas para atendimento a áreas rurais e regiões remotas, em conformidade com o Plano Geral de Metas para Universalização da telefonia fixa, aprovado pelo Decreto 7.512/2011.

Os vencedores da licitação deverão cumprir compromissos que possibilitem a ampliação progressiva da penetração de serviços de telecomunicações de voz e de telecomunicações de dados nas áreas rurais e nas regiões remotas, a preços acessíveis. Também deverão ser atendidas, com banda larga, de forma gratuita, todas as escolas públicas rurais situadas na área de prestação do serviço.

As teles pediram alteração da proposta do edital para licitação, em consulta pública. O SindiTelebrasil argumenta que as faixas de 2,5 GHz e de 450 MHz possuem características e finalidades distintas. Segundo a associação, o regulamento tem outros dois pontos críticos: compromissos de abrangência inadequados às características da faixa de 2,5 GHz e a não destinação da faixa de 700 MHz para os serviços móveis.

A entidade sugere a desvinculação das faixas de 450 MHz e de 2,5 GHz e solicitou a fixação de metas de cobertura do serviço de 4G apenas para a as cidades-sede e sub-sedes da Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014. E alerta para a importância de que sejam estabelecidos mecanismos para cobertura e atendimento de áreas rurais e remotas, com recursos públicos, especialmente os de fundos setoriais de telecomunicações.

TAGS: , , , , , ,

7 COMENTÁRIOS

Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo?
  • Ops! Há algo de errado com o Twitter...