Home Arquivo por categoria: "Meio Ambiente" (Página 8)
POR Henrique Oliveira 2 ANOS ATRÁS
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Crédito: www.jornalvisao.com.br

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Por Henrique Oliveira

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

Nesta semana todo o mundo esteve com os olhos voltados para o encontro da cúpula do G8, o grupo dos oito países mais desenvolvidos do mundo. Neste encontro, dentre as muitas temáticas discutidas, uma das coisas que mais chamou atenção da opinião pública mundial foi debate em torno da questão do meio ambiente.

O G8, através de uma nota oficial, emitida na última quarta feira, delimitou uma “meta climática” para os próximos anos: de acordo com o documento, conforme publicado pelo Estadão, “as maiores economias do mundo farão reduções ‘robustas’ em suas emissões no médio prazo, a fim de atingir uma meta de 80% até 2050. Mas não ofereceram números precisos, a despeito da recomendação de um comitê da ONU que disse que as emissões globais precisam cair de 25% a 40% até 2020, para impedir que as temperaturas globais subam mais de 2º C acima dos níveis pré-industriais”.

Com a notícia, muitos poderiam pensar que todas as autoridades mundiais, envolvidas com a da criação de uma política eficaz de desenvolvimento sustetável para o planeta, estariam felizes com a iniciativa. Porém, para a surpresa de alguns, a coisa não foi bem assim…

Já na quinta feira, toda a imprensa mundial publicou algumas críticas severas à “meta ambiental do G8. O chefe das Nações Unidas, Ban Ki-moon, por exemplo, fez severas críticas á postura do Grupo. Para ele, o compromisso assumido pelas potências mundiais poderia ter sido mais “incisivo”: para Ki-moon, era preciso que se estabelecesse uma política que funcionasse mais a curto prazo. Ele, junto com diversas autoridades mundiais no assunto, engorossaram o coro que afirma, já há alguns anos, que o planeta necessita de uma resposta imediata à sua degradação ambiental. Para ele, inclusive, é preciso que a questão do meio ambiente esteja permeada por um foco político e social: os países mais ricos teriam que, necessriamente, fazer um esforço maior para a dimunição “real” da poluição no planeta, controlando suas emissões e atividades industriais.

Muitos países em desenvolvimento chegaram a se posicionar de uma maneira resistente à medida. Segundo eles, a meta “no médio prazo” estabelecida pelo G8 para 2050 não faz nenhum sentido frente a atual situação do planeta: “eles se recusam a apresentar suas metas antes que o G8 adote alvos para 2020 e ofereça um plano claro para o financiamento da adaptação ao impacto da mudança climática” (citação: Estadão).

O que se percebe é que as potências mundiais ainda não se deram conta, ao que parece, da magnitude do problema: nesta primeira década do século XXI muitos estudos provaram que se não forem adotadas medidas urgentes e rápidas para a preservação do meio ambiente, as nossas condições de sobrivivência sucumbiriam. O quarto Panorama Ambiental Global da ONU, por exemplo, diz que a questão do meio ambiente é muito mais profunda do que se pensa: “’as tendências globais de clima, do ozônio, da degradação dos ecossistemas, a pesca, os oceanos, o fornecimento de água… ainda estão em declínio’, disse o chefe do Unep (órgão responsável pelo Panorama), Achim Steiner” (fonte: Último Segundo).

Em outras palavras, nosso planeta ainda está pedindo socorro. Medidas paliativas e de mero efeito midiático não servirão para que se possa resolver o grave desgaste ambiental pelo qual passa o nosso “mundo moderno”. Não dá mais para ver as potências industrializadas tentando driblar o tema com cortinas de fumaça e ações sem credibilidade. O G8 tem que se conscientizar de que uma mudança de postura se faz muito mais necessária e premente do que se pensa. Enquanto não tivermos posturas firmes no sentido de cuidar da nossa “casa”, a questão ambiental tenderá, cada vez mais, a se tornar grave e, pior, irreversível em muitos sentidos.

É louvável que hoje já tenhamos clareza para debater o assunto da questão da degradação do meio ambiente, porém, precisamos ir além do “básico”…

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01 COMENTÁRIO
POR Ruither Ferrão 2 ANOS ATRÁS
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Por Ruither Ferrão

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

O aquecimento global, que tem sido uma das principais preocupações entre as nações, foi discutido hoje, mais uma vez, no encontro do G8 (Grupo dos sete países mais desenvolvidos e a Rússia), em L’Aquila, na Itália. A 35ª Cúpula do G8 teve início hoje e se estenderá até sexta feira. O objetivo da reunião é discutir problemas mundiais como as mudanças climáticas e a crise econômica.

O grupo firmou um acordo se comprometendo a reduzir em até 80%, as emissões de dióxido de carbono até 2050, para limitar o aquecimento global em 2ºC. Os especialistas no clima consideram importante o acordo, uma vez que ele obriga os países a tomarem a iniciativa e a fazerem alguma coisa sobre o problema.

A chanceler alemã, Angela Merkel, diz se tratar de “um claro passo adiante”. “Depois de uma longa disputa, todas as nações do G8 finalmente aceitaram a meta dos 2ºC. Dos Estados Unidos ao Japão e a Europa, todos aceitaram esse objetivo”, afirmou. Já o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, classificou como “histórico” o acordo.

O primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi, afirmou que amanhã haverá uma reunião entre o G8 e o G5(Brasil, México, Índia, China, África do Sul e Egito), quando será estudada a possibilidade da Índia e da China aderirem ao acordo, uma vez que os dois estão entre os maiores emissores de poluentes.

A preocupação com o aquecimento global faz com que ambientalistas como Marcelo Freitas, diretor da Associação Mineira de Defesa do Ambiente, (Amda), passem a tratar o assunto como sendo um dos mais importantes dos últimos tempos e busquem encontrar uma solução para o grave problema da emissão de poluentes no ar. O assunto vem sendo discutido desde a Rio 92, ocasião em que foi firmado o Protocolo de Kioto.

Marcelo diz o Brasil tem uma grande parcela de culpa no aquecimento global, devido ao desmatamento e às constantes queimadas que ocorrem em diversas partes do país. Segundo ele, a Amda atua em Minas Gerais desde 1977, sempre buscando combater o desmatamento e tomando outras medidas que favoreçam o controle da emissão de CO². Ele se diz otimista e acha que a globalização ambiental é algo que poderá salvar a humanidade desse colapso e que a tendência é de que se consiga isso em médio prazo. “A situação tende a melhorar”, diz o diretor.

Não podemos nos esquivar de um assunto tão importante e sério como este. Se todas as nações se unirem em prol da solução deste problema, o resultado será benéfico para todos.

Fonte: folhaonline

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POR Guilherme Freitas 2 ANOS ATRÁS
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por Guilherme Freitas
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

Nos últimos anos a natureza provou que não está de brincadeira. Terremotos, deslizamentos de terra, chuvas, furacões, tsunamis. Após anos sofrendo as agressões do ser humano o planeta resolveu se rebelar usando a força da natureza, que em muitas ocasiões é incontrolável. No post de hoje, listo cinco momentos recentes e dramáticos que a humanidade teve que enfrentar. Em todos milhares de vidas foram perdidas e prejuízos acumulados.

Bam em ruínas após o terremoto de 2003 - Crédito: Divulgação
Bam em ruínas após o terremoto de 2003 – Crédito: Divulgação

2003 – Terremoto em Bam
A cidade iraniana de Bam foi quase que destruída em 2003. Um terremoto de 6.6 na escala Richter (o máximo é 9.0) atingiu a histórica cidade e arrasou 70% do local, que é Patrimônio Mundial da UNESCO. Fontes afirmaram que 80 mil haviam sido mortos no terremoto, mas o número oficial não chegou a 30 mil.

Imagem de Amostra do You Tube

2004 – Tsunami no Oceano Índico
O fenômeno aconteceu após um terremoto no Oceano Índico, no dia 26 de dezembro. Ondas gigantescas invadiram o continente asiático e uma parte da costa africana matando mais de 280 mil pessoas. Houve comoção mundial e ajuda humanitária internacional para as nações mais afetadas pelo tsunami.

Imagem de Amostra do You Tube

2005- Furacão Katrina
O mês de agosto de 2005 ficará marcado para sempre na memória da humanidade e da população da cidade de New Orleans. Um furacão de escala 5 (a categoria de força máxima), arrasou a cidade, deixando milhares de mortes e desabrigados. A população pobre e negra da cidade foi a que mais sofreu com o furacão, ficando ilhada. O presidente George W. Bush foi criticado por ter demorado a agir.

Desabrigados em Mianmar - Crédito: Times of Malta
Desabrigados em Mianmar – Crédito: Times of Malta

2008 – Furacão em Mianmar
Centenas de pessoas perderão a vida após um furacão assolar um dos países mais fechados do mundo. Em Mianmar, antiga Birmânia, o furacão Nargis acabou com aldeias e regiões pobres no sul do país. A junta militar que governa o Mianmar recusou ajuda internacional e impediu que donativos chegassem até as regiões atingidas. Fontes disseram que o governo ficava com boa parte da ajuda enviada.

Itajaí alagada após as chuvas do ano passado - Crédito: O Globo
Itajaí alagada após as chuvas do ano passado – Crédito: O Globo

2008/09 – Chuvas pelo Brasil
As chuvas não deram tréguas aos brasileiros nos últimos anos. Ano passado Minas Gerais e Santa Catarina sentiram na pele a força da água. Em Minas enchentes tumultuaram o interior e a capital Belo Horizonte. Pior aconteceu em Santa Catarina, com deslizamentos de terra e enchentes colossais. Centenas de pessoas morreram e milhares ficaram sem casa. Esse ano, o alvo das chuvas foi o Norte e o Nordeste. A regiões tiveram cheias de rios e enchetes que destruíram casas, vidas e propagaram doenças. Ajuda de doações chegaram aos locais afetados, mas o governo não mostrou muito empenho em ajudar.

Recordar o passado e fatos históricos é sempre bom e necessário. Às vezes é inevitável olhar para trás e não tirar lições do que vivenciamos. A pergunta que fica é até quando o homem vai continuar provocando a natureza? Difícil de responder. Mas pense nisso…

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POR Colaboradores Especiais 2 ANOS ATRÁS
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Por Mário Gabriel

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

aquecimentoA humanidade será ameaçada com um “risco elevado” de alterações climáticas “abruptas e irreversíveis” se não conseguir reduzir, significativamente, as suas emissões de gases com efeito de estufa, alertou um relatório de síntese redigido por 12 cientistas, a partir da reunião de dois mil investigadores de 80 países, que estiveram reunidos em Março em Copenhagen.

“As observações recentes mostram que diversos aspectos do clima estão próximas do limite máximo das estimativas do IPCC (Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas)”, indica este relatório, publicado a seis meses da conferência de Copenhaga, em Dezembro. A partir do qual deverá sair o sucessor do Protocolo de Kyoto, que termina em 2012.

O aumento da temperatura média na superfície terrestre, degelo das calotas polares, elevação do nível dos mares, acidificação dos oceanos: esses numerosos indicadores climáticos já demonstram o claro desequilíbrio causado pela humanidade, que já extrapolou o limite da natureza em se regenerar.

“Se as emissões não forem controladas, numerosas tendências vão, provavelmente, acelerar, provocando um risco acrescido de alterações climáticas abruptas e irreversíveis”, salienta este documento.

Os especialistas do clima lembram que “uma das evoluções mais espetaculares” desde o último relatório do IPCC, publicado em 2007, é a rápida redução dos gelos na superfície do oceano Ártico, ao final de cada verão.

Mas se o relatório salienta a urgência de uma redução das emissões de gases causadores do efeito estufa, criticando as metas fracas para 2020, até agora não tomou posição sobre os compromissos já fixados durante a negociação mundial em desenvolvimento.

Os objetivos para 2020 anunciados até agora pelos grandes países industrializados representam uma redução total de emissões na ordem de 8 a 14 por cento, considerando os  níveis de 1990. No entanto, a comunidade científica recomenda uma redução de 25 a 40 por cento para limitar o aumento das temperaturas do planeta nos 2ºC.

chargemudclim

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POR Colaboradores Especiais 2 ANOS ATRÁS
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Por Artur Mota

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br  

A Amazônia está virando pasto. A indústria pecuária na Amazônia é responsável por cerca de 80% do desmatamento da região, segundo o governo Brasileiro. De acordo com informações apuradas pelo Greenpeace, diversas fazendas que fornecem carne de gado para os frigoríficos na região amazônica, estão envolvidas em desmatamento recente e ilegal.

A boa noticia é que três grandes empresas de supermercados, Pão de Açucar, Wall Mart e Carrefour suspenderam a compra de carne de empresas frigoríficas do estado do Pará, suspeitas de estarem distribuindo um produto proveniente de áreas desmatadas na Amazônia. No entanto, fica uma ressalva; essas empresas, não agiram por iniciativa própria. Somente após uma ação civil do Ministério Público, recomendando às grandes redes de supermercados a não comprar esse produto, estabelecendo uma multa de 500 reais por quilo de carne de gado comercializada, é que veio a decisão das empresas.

O setor Agropecuário Brasileiro precisa mudar, e rapidamente. Segundo dados do Greenpeace, o Brasil possui o maior rebanho comercial do mundo e é o maior exportador mundial de carne. Isso se deve principalmente aos investimentos feitos pelo Governo Federal, que tem o objetivo de dominar o comercio global de carne. O problema é que aliado aos investimentos, não existe uma fiscalização e um controle sobre as origens e a produção e comercialização desse produto. A Amazônia se apresenta como um local perfeito aos grandes fazendeiros, pois, devido a falta de “Governança”, sua ocupação se torna um investimento economicamente viável e bastante lucrativo, diminuem-se os gastos com mão de obra, além de possuir terra suficiente para quantas mil cabeças de gado forem possíveis ali pastar.

Não sou contra o crescimento do setor Agropecuário, assim como não sou contra comer carne. Não acho que as soluções sejam essas, no caso, acabar com o desenvolvimento do setor deixando-se de consumir o produto. A meu ver isso é uma utopia e o caminho não é esse. Não posso, no entanto, deixar de me indignar com a forma como tudo isso acontece. Me refiro a forma imediatista como essas empresas pensam e como o Governo Federal age. É muito estranho que um país vasto em terras como o é, precise desmatar a maior floresta tropical do mundo para, em contrapartida, se tornar o maior comerciante de gado do globo e de quebra ainda possuir o maior pasto, me arrisco a dizer que do Universo.

Não sou administrador, mas tenho uma vaga idéia de que a melhor maneira de lucrar e continuar lucrando, é criar possibilidades para que o lucro seja sempre possível. Agora eu pergunto, será que desmatando toda a Amazônia em nome do lucro, futuramente, irá isso continuará a render o que hoje lhes rende? Não creio que assim o seja. São como nômades, sempre migrando para outras regiões e consumindo todos os recursos que a natureza pode lhes oferecer. Assim também é o Governo Federal que daqui a alguns anos, contemplará outro setor com seus recursos, quando por sua vez, o Agropecuário, muito provavelmente estará em queda.

Não existe uma noção de crescimento coletivo, sempre que um cresce outro tem que decrescer, é uma espécie de câncer, que vai corroendo aos poucos, a aparência até que parece boa, mas no fundo está tudo estragado. Chega a ser irracional a forma como tudo isso se apresenta. A meu ver esse é um retrato fiel do porque somos um país de terceiro mundo.

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POR Isaque Criscuolo 2 ANOS ATRÁS
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por Isaque Criscuolo

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

Estamos vivendo um tempo em que o Meio Ambiente é  mais valorizado do que antes, todavia, faltam informações  ou pelos menos falta uma maior divulgação da mídia. Pensando sobre isso, resolvi listar alguns dos melhores sites sobre o assunto, para que possamos estar mais informados.

Ambiente Brasil

Meio Ambiente Urgente

Globo Amazônia

Amazônia

Aquecimento Global

Socioambiental

Portal do Meio Ambiente

SOS Mata Atlântica

Ibama

Ministério do Meio Ambiente

 

Espero ter contribuido, até mais!


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Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo?