por Guilherme Freitas
guilherme@blogdacomunicacao.com.br
direto de Nova York (EUA)
Nova York é uma cidade cara para tudo. É cara para se hospedar, para comer, para fazer turismo e na maioria das vezes para se fazer compras (depende da compra, já que eletrônicos, roupas e tênis são mais baratos em relação ao Brasil). O turismo em alguns lugares é caro. Alguns museus cobram quase US$ 20,00 por visita, quase R$ 34,00. O famoso arranha-céu Rockfeller Center, cobra US$ 30,00 para abrir seu terraço e poder ver Nova York do alto, ou seja, R$ 52,00. Também há por aqui ônibus de dois andares que circulam pela cidade, parando nos pontos turísticos. Um pacote completo pode sair por quase US$ 200,00, ou seja, R$ 348,00. E cuidado com os taxistas, pois muitos deles gostam de enrolar os clientes e exigir gorjetas.
Para comer aqui é preciso abrir a carteira, a não ser que você queria comer um sanduíche ou fatia de pizza. É impressionante o número de pizzarias que há por aqui. Quase uma a cada esquina. Os americanos comem muita massa e não será difícil ver alguns enrolado a pizza e comendo pela rua. Sanduíches também são mais baratos. Um lanche no McDonalds, por exemplo, sai por menos de US$ 5,00. A comida americana é ruim e gordurosa, embora quase todos os lugares vendam saladas. Também há poucos restaurantes de quilo, como no Brasil. Uma refeição boa sai normalmente na faixa de US$ 15,00, cerca de R$ 26,00.
Uma dica para quem não se importa com luxo, é se hospedar em albergues, como eu estou. Nova York está cheia deles e eles são uma opção mais econômica para os turistas. Porém, um quarto particular é bem mais caro do que um quarto para mais de quatro pessoas. Muitas vezes o banheiro é comunitário, sendo dividido por todos de um andar. A maioria dos albegues conta com cofres para você poder deixar seus pertences mais valiosos. É isso pessoal, a série está quase terminando. Amanhã eu volto com mais novidades. Até!
Guilherme
Nasceu em São Paulo, no dia 5 de fevereiro de 1986, é jornalista formado pela UniFIAMFAAM, pós-graduado em Globalização e Cultura pela FESPSP e vegetariano desde os quatro anos. Trabalhou para as Nações Unidas em Nova York, é correspondente de imprensa da FINA (Federação Internacional de Natação) no Brasil e jornalista sênior na revista Swim Channel.
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