POR Guilherme Freitas 2 ANOS ATRÁS
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por Guilherme Freitas
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Este ano o Carnaval de rua sacudiu o Brasil. Em São Paulo alguns blocos agitaram a cidade, como os tradicionais trio-elétricos na Bahia e a folia do trevo no Recife. No Rio de Janeiro, os tradicionais blocos também fizeram a alegria da galera e ferveram a cidade maravilhosa. Além da bonita festa nas ruas e nos sambódromos, um fato curioso chamou a atenção: o grande número de pessoas detidas por urinarem nas ruas.

Principalmente no Rio de Janeiro[bb], repercutiram os casos de centenas de foliões detidos por fazerem xixi na rua. Nem os estrangeiros escaparam da rígida ação da polícia carioca que puniu com multas e levou a delegacia os infratores. Muitos justificavam o fato dos banheiros químicos estarem lotados e estabelecimentos não liberarem seus banheiros para urinarem nas ruas. Do outro lado os órgãos públicos alegam que colocaram muitos banheiros nas ruas para os foliões.

Não faça como o cidadão acima – Crédito: Divulgação

Ao tomar ciência desse fato, me lembrei de algo que li há algum tempo atrás. Um dos blogs que acompanho com frequência, o Diário de um Sociólogo produzido pelo professor e sociólogo Carlos Serra, tem alguns posts destinados ao fato das pessoas urinarem nas ruas de Maputo, capital de Moçambique. Mas eles não urinam na época do carnaval, e sim constantemente, pois é uma característica cultural.

Urinar nas ruas é algo totalmente errado e anti-higiênico. Não há necessidade para esse ato. É recomendável utilizar os banheiros químicos (que não são uma maravilha), mesmo se a fila estiver quilométrica. Donos de estabelecimentos podem ajudar deixando os foliões utilizarem seus banheiros[bb] também. Pelo bem da cidade e da saúde pública precisamos pensar de maneira coletiva. Bom restinho de carnaval!

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COMENTÁRIOS
MAIS SOBRE Guilherme Freitas
Nasceu em São Paulo, no dia 5 de fevereiro de 1986, é jornalista formado pela UniFIAMFAAM, pós-graduado em Globalização e Cultura pela FESPSP e vegetariano desde os quatro anos. Trabalhou para as Nações Unidas em Nova York, é correspondente de imprensa da FINA (Federação Internacional de Natação) no Brasil e jornalista sênior na revista Swim Channel.
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  • Laisa Lopes

    O pior é que esse tipo de educação o sujeito traz de pequeno. E, muitas vezes as pessoas acham normal. O certo é que a consciência deveria partir do próprio indivíduo. De qualquer forma, está na hora de se dar um basta!1

  • lúcia

    EU SEMPRE ACHEI ERRADO URINAR NA RUA.SE FOR ASSIM ATÉ AS MULHERES QUANDO TIVER VONTADE DE URINAR VAI SAIR ABAIXANDO EM QUALQUER LUGAR PARA FAZER XIXI.OS HOMENS ESTÃO PARECENDO BICHO FAZENDO XIXI EM QUALQUER LUGAR.NÃO IMPORTANDO QUEM ESTÁ POR PERTO DELE OU NÃO.TÁ COM VONTADE TIRA O PINGOLIN PARA FORA E PRONTO.É CONSTRANGEDOR.

  • http://www.comentandoaoacaso.blogspot.com Victor Oliveira

    Surpreendetemente, essa questão do xixi na rua pegou no Rio. As pessoas realmente respeitaram, usaram os banheiros e as ruas ficaram mais cheirosas.

    Mas é importante ressaltar uma questão: não adianta, em um lugar onde a cerveja é consumida ao extremo, apenas proibir o xixi na rua. É preciso investir em infraestrutura, coisa que o Rio fez. Muitos banheiros e papel higienico em quase todos. Aí sim a coisa pega. Só quem bebe cerveja sabe a emergência do xixi!

    Mas, ao final das contas, todos estão de parabéns: os foliões e a Prefeitura do Rio de Janeiro. Espero que essa atitude se espalhe em outras cidades.

    Valeu Guilherme, abraços!

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