POR João Paulo Denófrio 2 ANOS ATRÁS
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por João Paulo Denófrio

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O levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que o gargalo no ensino médio existe mesmo anos após a universalização do ensino fundamental. Esta é uma área deficitária para os governos federal, estaduais e municipais. Segundo o estudo, os níveis de ensino do país possuem 51,16 milhões de alunos matriculados, com exceção do universitário.

Deste total, 31,4 milhões estudavam no ensino fundamental e apenas 8,2 milhões no ensino médio.  Nos dados coletados em 2007, em nove setores, havia 136.903 escolas de ensino fundamental nos municípios, estados e no país. Só havia 17.874 unidades de ensino médio. A estimativa é que 971 mil brasileiros[bb] não tenham acesso direto ao ensino médio já que 46 cidades não disponibilizam este tipo de educação.

Pesquisa do Ipea traça situação no ensino médio - Crédito: João Bittar/MEC

Este novo estudo apenas comprova informações anteriores. No início deste mês, o Ipea divulgou que apenas metade dos jovens de 15 a 17 anos frequenta o ensino médio na idade adequada e 44% ainda não concluíram o ensino fundamental.

Se o assunto for ensino universitário, o quadro é ainda pior. Míseros 13,6% dos jovens entre 18 e 24 anos têm acesso a este tipo de educação.  Os que têm mais de 18 anos e conseguiram concluir o ensino médio, ou seja, 30%, desistem de dar continuidade aos estudos em nível superior. E por falar nisso, são 249 estabelecimentos universitários das três esferas públicas, mas estão presentes em somente 157 municípios do país. E 46% deste total são concentrados na região Sudeste.

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Minha paixão, desde criança, sempre foi me interar do que acontecia a minha volta. Conforme fui crescendo, em Pirassununga, SP, o interesse pelos jornais, revistas e TV só aumentava. Daí para a Faculdade de Jornalismo foi apenas um passo. Formei-me em 2004 na Universidade Metodista de Piracicaba, no interior paulista. No ano seguinte, viajei para Londres, onde pude estudar e trabalhar por 6 meses. Nas terras da rainha, eu cheguei ao nível avançado de inglês e ganhei habilidade no contato interpessoal graças aos trabalhos em cafeterias. Também houve um enorme crescimento pessoal. Assim que voltei ao Brasil, em agosto de 2005, coloquei meus conhecimentos jornalísticos em prática ao trabalhar como produtor de Internacional para o canal de notícias Bandnews, do Grupo Bandeirantes. Fui promovido um ano depois para editor de Internacional, cargo que ocupo atualmente. Minha mais nova aquisição curricular foi a Pós-Graduação em Comunicação Organizacional, pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo, em outubro de 2008.
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  • http://www.visaopanoramica.com Arthurius Maximus

    Faltam escolas de melhor qualidade, preparação séria e políticas que comecem com a priorização da base da pirâmide.

  • http://www.blogdacomunicacao.com.br Guilherme Freitas

    É um dado triste e mostra como o Brasil ainda engatinha nesse quesito. O dia em que esse gargalo/buraco for preenchido nossos jovens serão mais cultos e inteligentes. Mas cabe o governo fazer a sua parte.

  • Pingback: ENSINO MÉDIO É PRINCIPAL GARGALO DA EDUCAÇÃO, DIZ IPEA | Fluxtec Blogs

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