Por Leandro Lopes
saude@blogdacomunicacao.com.br
A realização ou não de pesquisas com células-tronco embrionárias é uma das maiores questões para debate de que se tem notícia.
Movimentos que aprovam e que desaprovam tais estudos freqüentemente promovem debate a cerca do tema, movimentando os mundos ético, religioso e também o da medicina.
Recentemente este debate ganhou nova vertente de discussão quando o presidente americano Barack Obama eliminou o bloqueio que impedia a liberação de verbas federais para as pesquisas, medida que era adotada desde o governo de George W. Bush.
Nosso vizinho da América do Norte liberou também o avanço nas pesquisas com as células-tronco embrionárias a fim de adquirir-se uma excelência em resultados medicinais visando obviamente a obtenção da “cura” (ou a proximidade dela) de doenças degenerativas.
Esta liberação permite agora que pesquisadores utilizem-se do material proveniente de embriões humanos sem que exista uma barreira legal para impedi-los na busca por avanços. A única barreira existente (e nem por isso fraca) é a barreira ética / religiosa.

Uma das maiores polêmicas de que se tem notícia... usar ou não as células tronco?
Minimamente é preciso saber que quando se utiliza células tronco para tais pesquisas, normalmente, o embrião que a originou é descartado. Como sabemos este é o maior problema, justamente o que causa todo esse debate ético.
A origem da vida é o embrião. Ponto inegável em ambos os lados da discussão.
O conceito de inicio de vida é o ponto de interrogação maior em todo este embate.
Religiosos opostos à continuidade das pesquisas e ao “descarte” de mais embriões entendem que enquanto embrião já há a eminência de vida, sendo, portanto o descarte dele um assassinato.
Já os que não se opõem aos estudos entendem que para que se caracterize assassinato é necessário que exista vida, e que esta só começaria quando o desenvolvimento do cérebro é percebido.
O polêmico debate absorve diversas outras informações e diversas outras características obstantes as citadas no texto. E certamente com a recente liberação americana o tema voltará às pautas das discussões mundiais em um futuro breve.
Abro então o espaço para o diálogo, e só através dele, podemos chegar a um ponto de equilíbrio. E você leitor, o que pensa sobre esta polêmica na saúde? Estamos salvando vidas ou acabando com outras?
De olho neles.
Abraço,
Leandro Lopes.
Estudante de jornalismo, 21 anos de idade, filósofo por natureza e como bom ouvinte de reggae, um holofote de bons sentimentos e vibrações. Assíduo participante de discussões políticas e interessado em tudo que gera comunicação, defende que o jornalismo correto (ou próximo disso) é aquele baseado na máxima que diz: "O bom jornalista é feito de conhecimento e coração!" Constantemente buscando conhecimento e ininterruptamente baseado no coração ostenta com orgulho o título de brasileiro, jornalista e tricolor!
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