Por João Paulo Denófrio
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A presidente Dilma Rousseff teve uma trégua só no começo de seu governo. Bastou passar o período de “acomodação” para que um mar de denúncia surgisse. Entre as acusações, estão as que derrubaram Antonio Palocci, do ministério da Casa Civil, e o ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento.
A semana começa com a oposição, liderada pelo PPS, anunciando que vai entrar com uma Proposta de Fiscalização e Controle na Câmara dos Deputados pedindo ao Tribunal de Contas da União para apurar um suposto esquema de corrupção no ministério da Agricultura. A acusação foi feita por Oscar Jucá Neto, ex-diretor da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e irmão do líder do governo no Senado, Romero Jucá, em entrevista à revista “Veja”. As denúncias envolveriam demora no repasse de recursos pela Conab em troca de acertos com indústrias do setor de agricultura. Jucá Neto afirmou que, quando a situação ficou insustentável, ainda à frente da Conab, o ministro da Agricultura, Wagner Rossi, teria lhe oferecido dinheiro.
Enquanto isso, a varredura continua no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). Desde a demissão de Alfredo Nascimento, no início de julho, o governo Dilma não tem poupado esforços para melhorar a imagem do ministério dos Transportes e todos os órgãos vinculados. Dizem que eram mudanças necessárias desde a presidência de FHC, mas nem ele nem Lula tomaram a dianteira. Em alguns casos, os próprios interinos chegaram a ser afastados das funções assim como aconteceu com os titulares.
Essas denúncias acabam cumprindo o papel que a auditoria do governo federal deveria fazer, portanto, são necessárias a fim de que a sujeira não vá para debaixo do tapete. Com todas essas “explosões”, Dilma Rousseff tem a chance de colocar em prática o perfil de administradora, fazendo as escolhas certas e substituindo os culpados. Ela só precisa continuar a ficar atenta evitando que os respingos das denúncias atinjam sua imagem.
Minha paixão, desde criança, sempre foi me interar do que acontecia a minha volta. Conforme fui crescendo, em Pirassununga, SP, o interesse pelos jornais, revistas e TV só aumentava. Daí para a Faculdade de Jornalismo foi apenas um passo. Formei-me em 2004 na Universidade Metodista de Piracicaba, no interior paulista. No ano seguinte, viajei para Londres, onde pude estudar e trabalhar por 6 meses. Nas terras da rainha, eu cheguei ao nível avançado de inglês e ganhei habilidade no contato interpessoal graças aos trabalhos em cafeterias. Também houve um enorme crescimento pessoal. Assim que voltei ao Brasil, em agosto de 2005, coloquei meus conhecimentos jornalísticos em prática ao trabalhar como produtor de Internacional para o canal de notícias Bandnews, do Grupo Bandeirantes. Fui promovido um ano depois para editor de Internacional, cargo que ocupo atualmente. Minha mais nova aquisição curricular foi a Pós-Graduação em Comunicação Organizacional, pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo, em outubro de 2008.
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