POR Taiane Martins 2 ANOS ATRÁS
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por Taiane Martins

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Pipoca, refrigerante, cadeira confortável, tela grande, imagens, áudio, risadas, lágrimas, contestações; enfim, uma sala de cinema. No momento em que adentramos na sala somos transportados para uma realidade diferente, a realidade da história que vamos ver, do filme que iremos assistir. Embarcamos na vida dos personagens, nas histórias que são apresentadas, no contexto do filme, na trilha sonora. Damos gargalhadas e risadas, choramos, relembramos histórias pessoais, ficamos espantados, agitados, furiosos, ansiosos e alegres.

Há alguns anos, o cinema foi rotulado como “namoródromo”, devido ao ambiente escuro, confortável e aconchegante. Nessa mesma época existiam os famosos “lanterninhas” que percorria o cinema a procura dos casais de enamorados. Hoje em dia, o cinema é visto mais como uma opção de lazer, claro que ainda existem os “enamorados”, mas não é tão constante.

As características dos filmes exibidos mudaram bastante e hoje a diversidade de gêneros é enorme. Tem-se desde comédia romântica, suspense, ação, terror, comédia, romances, drama, documentários, musicais, até ficção científica e segue-se aí uma série de outros gêneros. Enfim, o cinema tem evoluído cada dia mais e as empresas cinematográficas também.

Poster do novo filme de Tim Burton – Crédito: Reprodução

Um filme muito aguardado para a próxima semana e que provavelmente transportará a pessoa que o assistir para o mundo da fantasia e da ilusão, é o filme do diretor Tim Burton[bb], que foi baseado no clássico da literatura surrealista; “Alice no País das Maravilhas” (título original em inglês: Alice’s Adventures in Wonderland[bb]), escrito pelo professor britânico de matemática Charles Lutwidge Dodgson, cujo pseudônimo é Lewis Carroll.

O livro conta a história de uma menina chamada Alice que cai numa toca de coelho que a transporta para um lugar fantástico, cheio de criaturas peculiares e antropomórficas. Ele revela a lógica do absurdo, pré-existente nos sonhos. Cria enigmas e incorpora nos mesmos, referências lingüísticas e matemáticas. Também mostra uma crise de identidade da personagem principal.

Já a versão para cinema, de Burton, Alice in Wonderland (em Português: Alice no País das Maravilhas), é praticamente uma sequência do original, a personagem “Alice” está com 19 anos e tenta fugir de um casamento arranjado; por isso volta ao País das Maravilhas e reencontra seus antigos amigos. Alice então, embarca em uma aventura, tentando achar seu verdadeiro destino e derrotar o mundo da rainha vermelha.

A singularidade dos filmes já dirigidos por Burton, que exploram principalmente a temática sombria, faz com que o público espere uma produção diferenciada para o clássico atraindo todas as idades. A longa arrecadou mais de R$ 232,6 milhões em sua semana de estréia nos EUA, e ganhou o título de “maior estréia em 3D”. Vamos ver qual a repercussão que teremos no Brasil no dia da estréia oficial que está marcada para dia 23 de abril de 2010.

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COMENTÁRIOS
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Estudante de Jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi - UAM.
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  • http://www.duniverso.com.br Tomé Ferreira

    Realmente, o cinema sofreu várias mutações desde seu surgimento. Prefiro agora, porém existem vários clássicos inesquecíveis (centenas) como “E o Vento Levou”, que estarão sempre na memória.
    Vamos aguardar a estréia de Alice, neste nosso “país de maravilhas” tupiniquins!

    Forte abraço!

  • Henrique Torres

    Tenho a tendência a pensar que as mudanças que sofreu o cinema são sinais de decadência. Mesmo assim ainda são produzidos alguns bons filmes.

    Este é um deles.

    Vale a pena assisti-lo só pelo fato de representar um dos clássicos da literatura mundial.

  • http://daianetorres.blogspot.com Daiane Torres

    Oi Tai..quero muito assistir este filme! bjs

  • Guilherme Freitas

    Sem dúvida hoje o cinema tornou-se uma das principais diversões dos brasileiros, embora o ingresso em alguns lugares seja salgado. Agora, após Avatar virá uma leva de filme em 3D. É a evolução do espetáculo, que nasceu sem falas e preto e branco, e hoje está em 3 dimensões. Beijos.

Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo?