
por Sônia Mesquita
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Quando o Guilherme Freitas passou um e-mail pedindo para escrevermos sobre um país participante da copa, logo pensei na Nova Zelândia. Afinal este era o país para o qual queria “fugir” durante minha adolescência. Um país desenvolvido, com clima parecido com o Brasil e idioma inglês.
Mesmo sabendo que era candidata a ser a pior seleção da Copa, poderia contar sobre todas as maravilhas deste país. E acreditava que ninguém iria querer falar sobre ela, por ter que se arriscar a assistir jogos sem expressão.
Claro, coloquei-me diante da TV para tentar analisar a partida desta terça-feira, entre Eslováquia e Nova Zelândia no estádio Royal Bafokeng, em Rustenburgo. Sobre meu ponto de vista, até que achei o primeiro tempo equilibrado. Percebi que os eslovenos estava dominando com a bola no chão.
A atuação do goleiro da Eslováquia me fez lembrar de um antigo refrão “a bola conhece Pelé” e também Vicelich Mucha, não lhe dando trabalho nas defesas.
Aos cinco minutos do segundo tempo, Vittek acendeu o placar em um a zero para Eslováquia, oferecendo a chance de uma vitória.
E para quem apostou nisto, viu-se desapontado aos 47 minutos, quando Reid empatou de cabeça e fez história para a Nova Zelândia, que alcançou o primeiro ponto em um Mundial. Pode até ser que este gol tenha sido em posição não muito clara mas o resultado valeu.
Agora a Nova Zelândia precisa de pouco esforço para se classificar para as eliminatórias e, como tudo pode acontecer, quem sabe vá mais adiante?
Formada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes.
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