POR João Paulo Denófrio 9 MESES ATRÁS
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Por João Paulo Denófrio

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Parece até piada, perseguição ou azar: menos de 3 meses depois de assumir a chefia do Fundo Monetário Internacional, Christine Lagarde está sendo investigada pela Justiça da França. Ela é suspeita de ter cometido abuso de poder quando era ministra das Finanças em 2008.

Na época, Christine Lagarde teria autorizado um pagamento de 285 milhões de euros ao empresário Bernard Tapie para compensá-lo a respeito de uma alegação de que o banco Crédit Lyonnais, na época estatal, o fraudou na venda de sua participação na Adidas na década de 90. Em 2007, enquanto ainda brigava na justiça para receber o dinheiro, Tapie deixou a esquerda e decidiu apoiar a candidatura à presidência francesa de Nicolas Sarkozy.

Coincidência ou não, após o apoio político, Christine Lagarde teria passado por cima de vários altos funcionários do governo para autorizar o pagamento milionário a Tapie já que, segundo ela teria dito, era preciso por fim à longa disputa entre o empresário e o banco estatal.

Críticos dizem que Christine Lagarde perde autoridade no FMI devido à investigação - Crédito: Paul J. Richards/AFP

Especialistas afirmam que o sistema judiciário da França é complicado, portanto, o processo de investigação pode se arrastar por anos, sem prejudicar o mandato de Lagarde no FMI. Ela nega as acusações.

De qualquer maneira, a investigação já está sendo usada pela oposição para abrir fogo contra o governo de Sarkozy. A presidente da Frente Nacional, Marine Le Pen, disse que a acusação contra a diretora-gerente do FMI é uma “nova humilhação internacional para a França”. Em maio, Dominique Strauss-Kahn, outro ex-ministro das Finanças francês, teve que deixar a chefia do órgão financeiro depois de ter sido acusado de tentativa de estupro por uma camareira de um hotel de Nova York.

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Minha paixão, desde criança, sempre foi me interar do que acontecia a minha volta. Conforme fui crescendo, em Pirassununga, SP, o interesse pelos jornais, revistas e TV só aumentava. Daí para a Faculdade de Jornalismo foi apenas um passo. Formei-me em 2004 na Universidade Metodista de Piracicaba, no interior paulista. No ano seguinte, viajei para Londres, onde pude estudar e trabalhar por 6 meses. Nas terras da rainha, eu cheguei ao nível avançado de inglês e ganhei habilidade no contato interpessoal graças aos trabalhos em cafeterias. Também houve um enorme crescimento pessoal. Assim que voltei ao Brasil, em agosto de 2005, coloquei meus conhecimentos jornalísticos em prática ao trabalhar como produtor de Internacional para o canal de notícias Bandnews, do Grupo Bandeirantes. Fui promovido um ano depois para editor de Internacional, cargo que ocupo atualmente. Minha mais nova aquisição curricular foi a Pós-Graduação em Comunicação Organizacional, pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo, em outubro de 2008.
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  • http://www.blogdacomunicacao.com.br Guilherme Freitas

    Não existe santo neste mundo. O poder faz a cabeça de qualquer um. Agora gostaria de ver o que os europeus, que controlam o FMI há décadas vão fazer. Duvido muito que vão querer trocar Lagarde por outro representante do continente. Muito menos aceitar a indicação de um não-europeu. Acredito que vão esfriar o caso. Abraço.

Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo?