POR Isabela Fonseca 2 ANOS ATRÁS
COMPARTILHE

Por Isabela Fonseca

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

 

Muito se fala sobre meio-ambiente, poluição, emissão de CO2, fontes renováveis, e Aquecimento Global (Mito ou Verdade)?

O aquecimento Global, hoje em dia chamado de ‘’ Maior Desafio da Humanidade’’, é um dos maiores problemas da nossa geração, na verdade, de todas as gerações da história. Muito se diz sobre as conseqüências que veremos em pouco tempo, como por exemplo, aumento do nível do mar, desastres naturais, pragas e etc.

Não estou aqui para falar sobre o que todos nós já sabemos e já cansamos de ouvir, concordo em partes que a culpa é nossa, mas o que podemos fazer? Não quero propor uma revolução, mas se sabemos que temos um problema, e que podemos solucioná-lo, então, por que não o fazemos?

Fala-se muito sobre Vegetarianismo, com campanhas na internet, como “Meet is Muder’’, e “Go Vegan’’, particularmente, nunca vi muita vantagem em aderir a essa causa, mas ao pesquisar sobre o assunto, descobri por exemplo, que um relatório das Nações Unidas em 2006 constatou que a indústria de carnes produz mais gases que contribuem para o aquecimento global, do que todos o carros, caminhões e aviões juntos!

Uma pesquisa feita pela Universidade de Chicago diz que tornar-se vegetariano é 50% mais eficaz do que trocar seu carro, ou diminuir a quantidade de lixo que você joga na rua.

 Será que tudo isso é realmente verdade, deixar de comer carne, significa contribuir para salvar o planeta? Seria possível que se mentiram (ou não) a respeito do Aquecimento Global, não estariam fazendo isso novamente?

 A verdade permanece um mistério, mas que o Planeta está gritando por socorro, e que nós não estamos ouvindo, é  fato. Muitas são as alternativas para mudar esse quadro, podemos escolher se acreditamos ou não, se deixamos de comer carne, jogar lixo nas ruas, trocar de carro, apagar as luzes, ou não.

Você sabe em qual verdade acreditar, então acredite nela, e faça alguma coisa, sejamos mais conscientes, e menos indiferentes.

TAGS: , ,

9
COMENTÁRIOS
MAIS SOBRE Isabela Fonseca
Só mais uma pessoa buscando saída desse mundo caótico. Para uma pseudo-jornalista, acho que essa é minha chance de falar, ser entendida e me comunicar.
CONFIRA TODOS OS POSTS DO AUTOR
  • http://daianetorres.blogspot.com Daiane Torres

    Pois é Isabela, pequenas atitudes já contribuem, assim como uma simples coleta seletiva de lixo, em casa, no trabalho…ainda preciso me acostumar rs mas aos poucos a gente aprende, basta dar o primeiro passo! bjs

    • Isabela

      Daiane, eu sei como é difícil, são hábitos que muitas pessoas ainda não tem, desde não jogar lixo nas ruas, a parar de comer carne, como o texto diz. Tudo bem que a segunda opção é beeem mais diícil, mas tem gente que consegue!
      Beijo

  • http://blogzoomideiasdafadasemfim.blogspot.com/ Sissym

    Eu acho que muitas cidades como o Rio de Janeiro não contribuem para conter o aquecimento. O meu predio, por ex, não faz coleta seletiva de lixo, fator importante que todos os cidadaos poderiam ajudar.

    Quanto a ser vegetariano, pode sim contribuir, mas de imediato não é o fundamental. Cada vez eu como menos carne e nao sinto falta, se estou entao colaborando, otimo.

  • Guilherme Freitas

    Não acredito nessa teoria. Sou vegetariano desde os 4 anos de idade, simplesmente por nunca gostei de carne e não me adaptei a come-la. Nunca parei pra pensar nessa teoria vegana, mas ela não faz sentido algum. Eu, como vegetariano, posso muito bem “ajudar” o planeta não ingerindo comida de origem animal. Mas e se eu não reciclar, joga lixo no chão e gastar água a toa? Acabo contribuindo de maneira negativa do mesmo jeito. Por isso, creio que estas pesquisas não fazem sentido.

    Todos nós somos culpados pela situação do planeta devido ao nosso estilo de vida, que exige demais dos recursos naturais da Terra. Só vamos salvá-la realmente se mudarmos tudo o que fazemos. Beijos.

    • Tamires

      Muitos hábitos são difíceis de mudar, você chupar uma bala e jogar o papel pela janela do ônibus, ou não reciclar seu lixo, contribum muito para a situação em que chegamos. Não comer carne, para alguns, pode ser considerado uma alternativa, mas para a maioria, inclusive pra mim mesma, não é uma opção. Não precisamos mudar tudo que fazemos, mas precisamos mudar esses hábitos ruins.
      beijo

  • Henrique Torres

    Existem várias alternativas que podem ser tomadas. Há as mais e as menos eficazes. Não acredito que deixar de comer carne esteja entre as mais eficazes. Além disso, é de se notar que é também um dos hábitos mais dificeis de mudar. Utilizar o transporte público por exemplo é muito mais simples, e é uma alternativa que pode ser incentivada com a melhora do transporte. Já a alternativa de tornar vegetariano é muito mais dificil de ser incentivada. Considero até inviável.

  • http://www.univix.br roosevelt s. fernandes

    E COMO FICA A SOCIEDADE NESTE CONFLITO POLARIZADO?

    Estamos desenvolvendo na Grande Vitória (ES) uma pesquisa de avaliação da percepção ambiental da sociedade frente à problemática (causas, efeitos, prós e contras) das Mudanças Climáticas.
    Há interesse pelo assunto?
    Nosso grupo não tem fins lucrativos.

    Roosevelt
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

  • http://www.nepa.net.br roosevelt s. fernandes

    O segmento empresarial e as mudanças climáticas

    Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (Dez. / 2009) identificou que 97% das indústrias têm conhecimento do tema mudanças climáticas, com 33% admitindo conhecer bem o assunto. Em relação ao porte das empresas que admitem conhecer bem o tema, observa-se um equilíbrio entre as de pequeno (30,2%) e as de grande porte (36,5%), evidenciando que o conhecimento está identificado ao longo de toda a cadeia industrial.
    Para 47% das empresas afetadas em relação à obrigação de reduzir as suas emissões de gases com efeito estufa, acreditam que os custos serão significativos (17,2% não souberam responder). Os setores industriais que admitem ser afetados estão o de refino de petróleo, borracha, couro, vestuário, entre outras.
    No segmento industrial 69% acreditam que a preocupação com o meio ambiente é o estímulo mais representativo para que as empresas reduzam suas emissões de gases. O percentual de empresas que pretendem adotar medidas de redução das emissões passa de 42,7% no segmento das pequenas para 66,4% entre as grandes empresas. Destaque para os setores de álcool, bebidas e borracha.
    A sondagem especial da CNI evidencia que 62% das indústrias que conhecem o tema mudanças climáticas já adotaram ou pretendem adotar ações que reduzam suas emissões de gases. O destaque entre as que já adotaram ações concretas fica com os setores de álcool (91,7%), borracha (80,0%) e refino de petróleo (72,7%).
    Observa-se que 75% das indústrias pesquisadas reduziram ou pretendem reduzir o consumo de energia tendo como objetivo a redução de suas emissões de gases estufa. Estas ações se prendem a redução do consumo (74,9%), a substituição de fontes de energia (42,6%) seguido da instalação de equipamentos para medir e controlar as emissões (30,4%), merecendo destaque que entre as empresas que admitiram não adotarem nenhuma ação nos próximos dois anos, destaca-se a doção do processo de inventário de suas emissões, informação básica para qualquer empresa iniciar qualquer processo de intervenção em relação à redução das emissões.
    Entre os fatores que levam as indústrias a atuarem em termos de redução de suas emissões tem-se: preocupação com o meio ambiente (69,2%), imagem no mercado (44,0%), exigência legal (31,4%), incentivo fiscal ou creditício (28,0%), demanda dos clientes (12,8%) e oportunidades de lucro (11,0%).
    Quando perguntados a respeito do impacto sobre as empresas decorrentes das ações a serem adotadas, observa-se que a opção “não sabe” oscilou (comparativamente entre os grupos que admitem conhecer pouco e conhecer bem o problema das mudanças climáticas) entre 4,8% e 23,4%. A opção “não afeta os negócios da empresa” varia, na mesma escala de comparação, entre 24,7% e 33,8%.
    Entre as ações adotadas pelas empresas tem-se: redução do consumo de energia (74,9%), substituição de fontes de energia para outras de menor nível de emissão (42,6%), instalação de equipamentos para medir e controlar as emissões (30,4%), desenvolvimento de projetos que compensem as emissões (24,3%), estímulo aos fornecedores para que reduzam suas emissões (21,9%), elaboração de inventário de suas emissões (19,4%) e financiamento de ações desenvolvidas por terceiros (2,8%).
    No fim de Maio para saber o que a sociedade da Grande Vitória pensa a respeito desse mesmo tema, pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental, que trará informações importantes para melhor conhecer o cenário das mudanças climáticas.

    Roosevelt S. Fernandes
    Núcleo de Estudos em Percepção Ambiental / NEPA
    roosevelt@ebrnet.com.br

  • Emilio Mauriz

    Creio que a questão de combate ao aquecimento global seja muuiito problemática por 2 motivos: 1) acreditem ou não, a associação entre o aquecimento global e a emissão de CO2 na atmosfera não esta empiricamente comprovada e 2) MESMO que ela estivesse, mudanças para diminuir a emissão são muito complexas para serem administradas por poucos orgãos quer por motivos políticos, quer por motivos econômicos…
    Mas paciência…
    Apesar disso creio que uma mudança sustentável nos hábitos de consumo seja necessária. A humanidade só vai pegar no tranco quando algo radical acontecer.

Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo?