POR João Paulo Denófrio 10 MESES ATRÁS
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Por João Paulo Denófrio

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A crise escancarada da Grécia, com batalhas nas ruas, mostra que muitas economias europeias ainda não se recuperaram mesmo depois do fim da crise mundial de 2008. As dívidas de alguns Estados crescem, a inflação dispara e o remédio é aumentar impostos e privatizar estatais. O problema é a população não quer provar dessa solução e, por isso, protesta e enfrenta os policias que reagem gerando imagens de violência que chocaram o mundo essa semana.

Se a Grécia entrar em bancarrota é provável que leve junto Portugal, que mês passado recorreu por ajuda financeira à União Europeia. O efeito dominó poderia até afetar a Espanha, que também passa por dificuldades. Depois que o Parlamento grego aprovou o corte nos gastos públicos, aumento de impostos e privatizações, o bloco europeu liberou a primeira parcela de 12 bilhões de euros de um pacote total de 110 milhões de euros.

Mais de 100 pessoas ficaram feridas nos protestos na Grécia - Crédito: Uriel Sinai/Getty Images

Na Itália, o cenário não é muito diferente. O primeiro-ministro, Silvio Berlusconi, pediu ao Parlamento para aprovar um plano de austeridade fiscal com o objetivo de reduzir o déficit público a 0,2% do PIB até 2014. Esse “espirro” italiano já causa temores nos investidores de que a crise grega contamine o país e outros integrantes da União Europeia.

A zona do euro ainda é muito forte, mas quando ocorrem esses problemas econômicos é preciso sempre ficar alerta com o risco de contágio. Afinal, se alguns prosperam, todos costumam prosperar juntos. Porém, se alguns se endividam, é perigoso que os outros também entrem nessa lama. E para evitar essa tragédia grega, países reticentes, como Alemanha e França, têm votado em prol dos pacotes de ajuda financeira.

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Minha paixão, desde criança, sempre foi me interar do que acontecia a minha volta. Conforme fui crescendo, em Pirassununga, SP, o interesse pelos jornais, revistas e TV só aumentava. Daí para a Faculdade de Jornalismo foi apenas um passo. Formei-me em 2004 na Universidade Metodista de Piracicaba, no interior paulista. No ano seguinte, viajei para Londres, onde pude estudar e trabalhar por 6 meses. Nas terras da rainha, eu cheguei ao nível avançado de inglês e ganhei habilidade no contato interpessoal graças aos trabalhos em cafeterias. Também houve um enorme crescimento pessoal. Assim que voltei ao Brasil, em agosto de 2005, coloquei meus conhecimentos jornalísticos em prática ao trabalhar como produtor de Internacional para o canal de notícias Bandnews, do Grupo Bandeirantes. Fui promovido um ano depois para editor de Internacional, cargo que ocupo atualmente. Minha mais nova aquisição curricular foi a Pós-Graduação em Comunicação Organizacional, pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo, em outubro de 2008.
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