POR João Paulo Denófrio 1 ANO ATRÁS
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Por João Paulo Denófrio

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Apesar da postura bem reservada nas primeiras semanas, em comparação com outros presidentes, Dilma Rousseff tenta contornar vários problemas que já começaram a surgir. Na primeira semana de janeiro, foi preciso calma na distribuição de cargos públicos em Brasília. Houve desentendimentos entre o PT e o PMDB, mas nada que durasse muito tempo, afinal o novo governo não poderia iniciar o mandato rachado.

Na semana passada, enquanto liberava verbas após as chuvas que destruíram e alagaram Minas Gerais e São Paulo, a presidente Dilma se deparou com os mortos e a devastação na região serrana do Rio de Janeiro, o maior desastre climático da história do Brasil. Foi o momento dela deixar Brasília e visitar o local da catástrofe, além de autorizar a criação de um gabinete de emergência.

Dilma visita a região de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro - Crédito: Roberto Stuckert Filho/Presidência

Agora, de volta à capital nacional, Dilma Rousseff começa a semana tocando outro ponto polêmico: o corte de gastos públicos. A medida já havia sido anunciada por ela, quando ainda era candidata à Presidência.  Na primeira reunião ministerial, na última sexta-feira, a presidente determinou que todos os ministérios apresentem um plano de redução de gastos. Nem mesmo o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), “filho predileto” do ex-governo Lula e herdado por Dilma, deve escapar dos cortes.

As medidas para conter os gastos do governo não agradam nem mesmo a base aliada e, segundo os principais assessores da presidente Dilma, a ordem é “contar até três” quando ocorrerem brigas no Congresso e no Palácio do Planalto. Caso não haja solução para o embate, ela mesma irá mediar o impasse.

Em dezembro, o então presidente Lula até se propôs a anunciar alguns cortes em Brasília na tentativa de resguardar a imagem de Dilma Rousseff. Mas, parece que não houve jeito, a presidente terá que ter paciência e sangue frio para acalmar os ânimos nos corredores do Congresso. E olhe que os deputados e senadores estão em férias até fevereiro.

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COMENTÁRIOS
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Minha paixão, desde criança, sempre foi me interar do que acontecia a minha volta. Conforme fui crescendo, em Pirassununga, SP, o interesse pelos jornais, revistas e TV só aumentava. Daí para a Faculdade de Jornalismo foi apenas um passo. Formei-me em 2004 na Universidade Metodista de Piracicaba, no interior paulista. No ano seguinte, viajei para Londres, onde pude estudar e trabalhar por 6 meses. Nas terras da rainha, eu cheguei ao nível avançado de inglês e ganhei habilidade no contato interpessoal graças aos trabalhos em cafeterias. Também houve um enorme crescimento pessoal. Assim que voltei ao Brasil, em agosto de 2005, coloquei meus conhecimentos jornalísticos em prática ao trabalhar como produtor de Internacional para o canal de notícias Bandnews, do Grupo Bandeirantes. Fui promovido um ano depois para editor de Internacional, cargo que ocupo atualmente. Minha mais nova aquisição curricular foi a Pós-Graduação em Comunicação Organizacional, pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo, em outubro de 2008.
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  • http://www.blogdacomunicacao.com.br/ Guilherme Freitas

    Agora vamos ver a cara do governo Dilma. Ela não pode ser uma sombra de Lula. Deve impor seu ritmo e estilo de governo. Em relação ao conflito com a base aliada ela vai ter que ter muito jogo de cintura. O PMDB não é brincadeira…Abraços.

  • http://rabiscosdomane.blogspot.com/2010/12/uma-historia-maluca.html Mavica

    Ela vai com certeza dar conta do recado.

    Manoel

  • Monhinha Azevedo

    Ele poderia começar os cortes pelos salários dos palarmentares… Aquele que eles aumentaram… concerteza não precisaria cortar das outras áreas!
    Têem férias de janeiro a janeiro e ganham demais!… Pobres trabalhadores do roçado que ganham pouco trbalhando de sol a sol.

  • fernanda

    Gostei do Post! Já pensou em divulgar também no http://www.plik.com.br ?

  • Luis

    Eles tem que começar os cortes é pelo salário deles. Que ja no finalzinho de 2010 fizeram aquela maracutaia de projeto relâmpago pra aumentar o salário que já era altíssimo. O bom é que na época das eleições o pra eles o Brasil estava indo de vento em popa rumo ao desenvolvimento, o salário mínimo ia subir pra 580. Agora, que já ganhou a eleição a conversa é só de que não tem grana, que tem que fazer cortes em tudo. E o salário mínimo? Não subiu nem 30 reais! Perguntem pra eles o que é que da pra comprar com 30 reais?! Nada!!
    E ainda tem a conversa de que a Digníssima Dilma vai pedir um empréstimo de 450 Milhões pro fundo internacioirecionar as vítinal pra dmas das enchentes no Rio, coisa que eu duvido muito que chegue as mãos dos mesmos. No máximo 5% vai pra lá e o resto fica pro “Churrasco” de fim de semana do pessoal de Brasília! Vide Santa Catarina que até hoje ainda não recebeu a verba prometida pelo governo federal. E até quando todo mês de janeiro vai ser essa mesma coisa?

Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo?