POR Victor Oliveira 2 ANOS ATRÁS
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por Victor Oliveira

comportamento@blogdacomunicacao.com.br

Talvez você, caro amigo, não goste ou não pratique futebol. Talvez ainda, por isso, não vá compreender muito bem o que irei dizer nas próximas linhas. Ainda assim, é bom que leia e, tenho certeza, passará a entender um pouco melhor a magia que o futebol exerce nas pessoas. Não é por um acaso que ele é o esporte mais praticado e acompanhado do mundo.

Vivemos em um mundo cada vez mais individualista e em que, a cada dia, as pessoas buscam contatos apenas de cunho profissional, mantendo relações frágeis e vãs. A falta de tempo, a necessidade de apoio em caso de desemprego, o egoísmo, são alguns sustentáculos deste tipo de relacionamento. Como acontece em tudo na vida, quando não se pratica determinada ação, perde-se o hábito e, no momento em que for necessário, as pessoas terão dificuldades em iniciar um relacionamento desprovido dos interesses materiais.

E é nesta linha que entra o futebol. É impressionante o que acontece com as pessoas quando jogam ou mesmo quando assistem juntas a uma partida de futebol. No primeiro caso, cito o exemplo de uma pelada, organizada por uma turma de faculdade, por exemplo. Sempre aparece um colega do amigo de sala para jogar. O cara vai lá, entra e joga. Até aí tudo bem. O engraçado é que, passados 5 minutos de jogo, as pessoas que não conhecem este cara já estão conversando com ele, pedindo bola, abraçando na hora do gol e xingando por um passe errado. Tamanha intimidade construída em apenas alguns minutos. Detalhe é que, em muitos casos, um não sabe nem o nome do outro. Ainda assim estão ali, traçando laços de afinidade que, numa situação normal, demorariam meses para serem construídos.

Crédito: Karma.Rg3.net

Num estádio, por exemplo, a mesma coisa: pessoas desconhecidas que, ao apito inicial do juiz, tornam-se “amigas” de longa data. Quando o time do coração está mal, sobra xingamento para juiz, jogadores e técnicos. Palavrões que jamais seriam ditos daquela forma, aos berros, perto de pessoas estranhas. E na hora do gol? Abraços, gritos, risos, todos juntos. Quando o time perde uma final é que a coisa fica interessante: um bando de marmanjo chorando, tentando reunir forças para ir embora e esquecer aquela decepção. Homem não chora! Não chora perto dos pais, da mulher, dos filhos. Vá a um estádio em dia de final e observe a torcida do time perdedor para você ver!

Há também um outro lado. Como pessoas amigas, conhecidas há muito tempo, podem se tornar “inimigas” dentro das quatro linhas. No calor de uma partida, com um jogando para cada lado, basta uma entrada mais forte que o clima esquenta e as coisas só não entram para as vias de fato porque a galera do abafa está sempre presente. Ao esfriar a cabeça, tudo volta à normalidade, com o pessoal rindo daquela situação. Tudo é esquecido e na outra pelada pode ser que aconteça tudo de novo.

Como se vê, o futebol não tem esta força à toa. Ele é mágico, exerce um fascínio, causa sensações inexplicáveis nas pessoas. Um cara frio, que mal abraça a mulher, faz um gol num campeonato importante e só falta beijar os companheiros de time (olha que isso já aconteceu em alguns jogos!). Um cara calmo, que não gosta de briga, é capaz de entrar numa confusão generalizada em campo. E assim seguem as partidas, as peladas e o mundo de emoções que o futebol proporciona às pessoas.

É isso.

Obs: As ilustrações são do excepcional artista Ricardo Bezerra. Mais trabalhos dele podem ser vistos no site: http://www.karma.rg3.net/

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POR Editores BGC 2 ANOS ATRÁS
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Todas as sexta-feiras é dia de indicações de excelentes blogs no Blog da Comunicação. Essa semana indicamos aos nossos leitores o blog Aerograma, produzido pelo português Afonso Loureiro. O blog descreve o cotidiano do autor em Angola, país onde vive e trabalha atualmente. O nome Aerograma é um tipo de carta aérea que foi bastante usada durante a guerra colonial portuguesa em Angola. Elas serviam para que os soldados e as famílias se comunicassem. “Encaro os artigos do Aerograma como essas pequenas cartas trocadas há quarenta anos por milhares de portugueses. Para a geração dos meus pais, é uma palavra com um significado muito forte, que lhes toca as emoções. Significa o afastamento e a proximidade simultaneamente”, conta Loureiro.

O blogueiro português afirma que criou o blog quando foi trabalhar em Angola. “Serviu para partilhar e registar o que me marcava no dia-a-dia. Aos poucos foi sendo conhecido por mais gente e deixou de ser um projeto dedicado apenas às pessoas mais chegadas. Fugiu-me das mãos, por assim dizer. Depressa, percebi que o que tinha para contar acerca de Angola era muito mais do que julgava e comecei a publicar artigos todos os dias. Até agora são mais de 600, cobrindo assuntos variados acerca das pessoas e da terra”, cita Loureira.

Homepage do blog Aerograma – Crédito: Reprodução

Ele também diz que o fato de conviver com angolanos, brasileiros e portugueses todos os dias faz com que novos aprendizados sejam absorvidos. “Apesar de escrever um pouco sobre tudo, prefiro descobrir o que une e separa as pessoas, os pequenos pedaços de cultura e os sotaques da língua e do corpo. Gosto de perceber as idiossincrasias de cada povo, incluindo o meu”. O Aerograma vai continuar a ser um blog até a estadia de Loureiro em Angola. Depois vai virar livro. “Estou a preparar um livro onde compilo toda esta coleção de experiências africanas. É baseado nos artigos do Aerograma, mas com uma estrutura mais estudada, como um manual do que é vir trabalhar em Angola e descobrir um país e um povo”, finaliza Loureiro.

O Blog da Comunicação indica essa semana o blog Aerograma (http://afonsoloureiro.net/blog/). Semana que vem tem mais. Boa leitura!

Se você quiser indicar seu blog ou site para o Blog da Comunicação envie sua dica para blog@blogdacomunicacao.com.br ou deixe o link lá na comunidade oficial do BGC no Orkut, clicando aqui, ou no nosso twitter: www.twitter/blogcomunicacao.

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POR Kika Cirra 2 ANOS ATRÁS
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por Kika Cirra
cidades@blogdacomunicacao.com.br

A gatinha que foi arremessada pela janela do prédio – Crédito: Divulgação

Um ato de extrema crueldade e violência praticado contra um animal indefeso na noite de 28 de janeiro, em Passo Fundo, região norte do Rio Grande do Sul, foi divulgado pela imprensa gaúcha e pela internet deixando perplexos os protetores de animais de todo o Brasil[bb]. Uma pedagoga aposentada jogou um felino pela janela do oitavo andar do prédio onde reside e é sindica. O fato chocou não somente pela frieza, mas por ter sido anunciado. De acordo com uma voluntária do CAPA (Clube dos Amigos e Protetores dos Animais) a aposentada ligou para a entidade exigindo que alguém fosse até seu endereço para retirar o felino.

A voluntária explicou que naquele momento não seria possível, uma vez que a grande maioria das pessoas que prestam serviços na entidade o fazem de forma voluntária e estariam fora da cidade. Acreditando tratar-se de um animal de estimação de algum morador do próprio prédio sugeriu que a aposentada procurasse o responsável pela vizinhança. A mulher se negou a seguir suas orientações alegando sentir nojo de tocar no animal e que só o faria se fosse para arremessá-lo pela janela do prédio caso o CAPA não atendesse suas reivindicações. Momentos mais tarde a acusada voltou a ligar para a entidade desta vez para informar que a sua ameaça havia se concretizado e que a gatinha estava agonizando no terraço de um apartamento do segundo andar do edifício. O felino foi encontrado pelos moradores do apartamento que o levaram imediatamente a uma clinica veterinária onde recebeu os devidos cuidados e posteriormente foi encaminhada para cirurgia.

Marcelle Nedel (a esquerda), presidente da Com Pata conversa com equipe de TV – Crédito: Divulgação

A médica veterinária[bb] Sandra Kusma proprietária da clinica explica que a gata chegou em estado de choque, hipotérmica, com a freqüência cardíaca elevada pela dor, com dificuldade para respirar e sem movimentos em uma das patas traseiras. Sandra conta que após medicá-la com analgésicos, foram feitas punções para verificar o rompimento do fígado, baço ou bexiga e punção no tórax, onde se constatou dano no pulmão, as radiografias demonstraram trauma pulmonar e fratura em dois lugares da bacia que foi corrigida com cirurgia. A gata vai permanecer internada por um mínimo de 30 dias, quando será realizada nova radiografia para conferir o processo de cicatrização do osso da bacia.

MANIFESTAÇÕES E SOLIDARIEDADE
Na última quinta feira, 4 de janeiro, manifestantes e integrantes de ONGS de defesa animal realizaram em frente ao Fórum da cidade uma manifestação em prol da Defesa dos Direitos dos Animais[bb]. Na ocasião, Marcelle Nedel presidente do Com Pata (Comitê Passofundense de Tutela Animal) protocolou um ofício reivindicando maior atenção do poder judiciário para os casos de maus tratos aos animais. Além disso também foi criada uma comunidade no Orkut reivindicando justiça e punição para esse crime. Para acessar a página, clique aqui.

O ato de crueldade contra a gata repercurtiu em Passo Fundo – Crédito: Divulgação

“A compaixão pelos animais está íntimamente ligada a bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem.” – Arthur Schopenhauer

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POR Henrique Oliveira 2 ANOS ATRÁS
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Por Henrique Oliveira

mundodacomunicacao@blogdacomunicacao.com.br  

Não podemos negar: uma das grandes revoluções trazidas pela nossa era digital é a agilidade no processo de comunicação. Hoje, como bem sabemos, podemos nos comunicar com extrema rapidez e eficiência. Barreiras de espaço e tempo são a todo momento subvertidas e, do nosso PC, parecemos abraçar o mundo. Na verdade, criamos um novo mundo; um mundo com uma linguagem mais “resumida” e adaptada á realidade de rapidez com a qual temos que conviver. Com diz o pesquisador José Manuel Teixeira da Silva do Instituto Politécnico da Guarda de Portugal em seu artigo entitulado “A reprodução social e cultural na era digital”, “ Há um novo domínio totalmente gerado por computador que cai no âmbito de um espaço público usado permanentemente. Há uma vintena de anos atrás nada disto acontecia. A estranheza maior é que se trata de um lugar sem fronteiras nem atributos físicos. Para o homem habituado às sólidas coordenadas geográficas de latitude e longitude dos sítios, ficar assim de repente sem pé, desterritorializado, pode ser uma visão arrepiante. No ciberespaço, um conceito ainda a entrar no vocabulário do quotidiano, tudo se passa, e todas as actividades decorrem, numa matriz preenchida pelas telecomunicações electrónicas e as redes de computadores – a Internet”.

Em outras palavras, estamos vivendo a era da vertiginosidade. Hoje, os conteúdos multimídia e suas respectivas formas de produção estão muito mais acessíveis através da rede (as plataformas de blogs são, inclusive, um exemplo claro disso).

Ora, essa realidade deveria ser positiva. Afinal, estamos numa era de total reformulação comunicativa. A produção de conteúdos que se dava há algumas décadas atrás se modificou intensamente. O leitor passou de um papel eminentemente passivo, para atuar diretamente na produção e publicação de ideias. E isso foi uma grande mudança. O problema é que, junto com toda essa liberdade, a internet criou uma característica muito peculiar: ao invés de potencializar nossa acapacidade criativa, a lingugem da Internet, conhecido como “internetês”, causou uma deformidade cada vez mais visivel na qualidade do que se encontra por aí na Web. De acordo com um estudo da University College de Londres publicado recentenmente, a cultura da internet vem mediocrizando os textos de muitos jovens usuários, e isso é cada vez mais flagrante. “ David Nicholas, o acadêmico responsável pelo trabalho, chegou à conclusão que os adolescentes estão perdendo a capacidade de ler e escrever textos longos, já que a grande rede faz com que as mentes desse grupo populacional funcionem de um modo diferente do cérebro de gerações anteriores. [..]Durante o estudo, 100 pessoas foram convidadas a responder perguntas que exigiam um pouco de pesquisa. Os mais jovens (de 12 a 18 anos) escreveram suas respostas após consultar metade dos sites visitados por um grupo de pessoas mais velhas instruído a fazer o mesmo. Também foi constatado que as respostas dos mais novos eram mais incompletas” (Fonte: Portal Terra).

Estaríamos, então, usando a velocidade da rede de uma forma negativa? Ou, mesmo, transformando-a em “fonte” para uma superficialidade de conteúdo? Será que a “geração internet”, ao invés de adentrar no mar de conhecimento possibilitado pela Web, está se conformando com o primeiro resultado que aparece no Google? A nossa experiência com algumas das muitas produções na Internet nos indica que sim. Não são poucos os sites que se rendem ao plágio, á cópia pura e simples ou á mera reprodução de fórmulas prontas. Parece que a facilidade em se obter conteúdos está causando uma verdadeira repulsa áquilo que necessita de maior concentração e esforço. Nossas novas gerações têm (e terão) sim uma ferramenta de pesquisa cada vez mais poderosa nas mãos. Porém, esperamos que o mar mar de frivolidades não possa superar a vontade saber…

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POR Isaque Criscuolo 2 ANOS ATRÁS
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por Isaque Criscuolo

turismo@blogdacomunicacao.com.br

O que falar sobre turismo? Foi o que pensei quando li meu nome na escala do BGC. Depois de algum tempo pensando, explodiu a ideia. Um lugar que já visitei. Então, porque não falar da Grota de Angico, lugar onde Lampião, Maria Bonita e mais nove cangaceiros morreram após serem encurralados pela polícia alagoana?

A Grota de Angico fica no município de Piranhas, em Alagoas, e era o esconderijo de Lampião e seu grupo durante o fatídico dia 28 de julho de 1938. Para chegar até lá é preciso ir até a cidade de Piranhas, que faz divisa com Canindé do São Francisco, Sergipe, para pegar um dos barcos que leva até a Grota. Os barcos saem em diversos intervalos durante o dia.

Depois de entrar no barco, motorizado,  simples e aconchegante, demora-se cerca de 30 minutos para chegar ao lugar onde desembarcamos. Durante o trajeto pode-se admirar o belíssimo rio São Francisco com suas correntes de água e inúmeras pedras. Coisa linda de ver.

Ao chegar ao local onde fica a trilha para a Grota de Angico temos um restaurante simples que serve comidas típicas e tem duas casinhas de sapê com objetos da época do cangaço. A trilha que leva até a Grota tem em média 1 km de distância, repleta de vegetação típica do nordeste, com pedras e algumas partes difíceis de seguir, mas nada que atrapalhe o passeio. Na trilha a temperatura é maior, cerca de dois graus a mais da temperatura do dia. Imagina isso no nordeste? Um forno.

Todo o trajeto difícil é recompensado pela maravilhosa aula de história que o guia vai dando enquanto andamos. Na Grota de Angico paramos e sentamos, enquanto o guia explicava detalhes que não encontramos nos livros. Além de um lugar belíssimo, tínhamos a história viva em nossas mãos, nas pedras e em tudo que olhávamos. Foi um belo passeio que indico para os que curtem viver a história e não somente ler em livros. Ao fim do passeio, você ainda pode experimentar o almoço com comidas típicas e tomar um banho à beira do rio São Francisco, belíssimo e poderoso.

Beira do rio São Francisco - Crédito: Isaque Criscuolo

Para mais informações:

Restaurante Angicos e passeio à Grota do Angico
Fones: (82) 686-1782 / 9965-1104
E-mail: jairolui@hotmail.com

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POR Guilherme Freitas 2 ANOS ATRÁS
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por Guilherme Freitas
saude@blogdacomunicacao.com.br

O assunto de hoje deste post é uma experiência própria. Por volta dos quatro, cinco anos de idade, deixei de comer carne. Na verdade, nem eu mesmo sei o porquê deste motivo. Nunca gostei de carne, do gosto e do sabor. Também não gosto de carne branca. Minha mãe tentava esconder a carne moída no feijão quando era pequeno, mas eu percebia e quase recusei o feijão. Dai meus pais optaram por me deixar ser vegetariano. Nestes 20 anos (hoje tenho 24 anos), raramente ingeri carne, mas na prática sou um vegetariano assumido. Na verdade sou um ovo-lacto-vegetariano, porque existem diversas categorias para definir os humanos que não comem carne.

O ovo-lacto-vegetariano é o tipo mais comum. Ele não come carne, mas ingeri seus derivados como leite, ovo, queijo, iogurte, etc. Eu reponho a falta de carne comendo ovos, pratos que contenham queijo e muitas massas regularmente. Existem também os lacto-vegetarianos, que consomem apenas o leite e os derivados. Mas há os vegetarianos mais radicais. Os mais famosos são os veganos, ou vegans. Eles não comem nada derivado da carne e ainda recusam produtos que contenham origem animal como sapatos, cosméticos e perfumes[bb]. Além de uma opção alimentar o veganismo é um estilo de vida. Radical por sinal.

Vai uma saladinha ai? – Crédito: Divulgação

Se vocês acham que os veganos são radicais ainda não viram nada. Existem outras duas categorias de vegetarianos: os frugívoros e os freeganos. Os frugívoros excluem qualquer tipo de alimento que não seja fruta! Isso mesmo, a alimentação deles é composta 100% pelas frutas. Os freeganos são mais radicais ainda. Eles comem alimentos encontrados no lixo, mas não são mendigos. A razão para tal absurdo é que os freeganos se recusam a comprar qualquer alimento e dar dinheiro para empresas que exploram animais.

Como várias pacelas de sociedade, o vegetarianismo[bb] tem sua parcela normal e seus radicais. Sou um ovo-lacto-vegetariano convicto e decidido a não comer carne até o fim da minha vida. Me alimento bem durante o dia e nunca médico algum disse que a carne era essencial a minha vida. Além disso, tenho uma boa resistência física e raramente fico doente. Pratico exercícios físicos diariamente e na adolescência fui atleta competitivo. Não admito quando pessoas dizem que ser vegetariano é frescura ou algo anormal. Vegetarianismo é uma opção de vida, saudável por sinal. Celebridades aos montes como a atriz Alicia Silverstone, a cantora Alanis Morissete e o vocalista da banda Red Hot Chili Peppers, Anthony Kieds não ingerem carne. A única coisa chata é ir a um churrasco com amigos e não poder comer. Mas tudo bem, estar com as pessoas que gosta é o prato principal.

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