POR André Ítalo 2 SEMANAS ATRÁS
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por André Ítalo Rocha
andreitalo@blogdacomunicacao.com.br

Uma das maiores dúvidas para quem está planejando fazer um intercâmbio é a questão da hospedagem. E a resposta vai depender principalmente de quanto tempo você vai passar longe de casa. As opções são: morar em uma casa de família, se hospedar em uma residência estudantil ou dividir apartamento com outros intercambistas. Financeiramente falando, as duas primeiras são ideais para quem vai passar pouco tempo, de um a três meses, por exemplo. Para quem vai fazer intercâmbio por mais de três, o melhor mesmo é procurar vaga em apartamentos. Mas, como você não vai achar uma vaga logo assim que chegar (a não ser que tenha muita sorte), é importante que tenha uma hospedagem garantida pelo menos para as duas primeiras semanas, que podem ser casa de família, residência estudantil ou até mesmo um hostel. As duas últimas opções tornam-se mais interessantes porque dispensam a ajuda de agências, já que para a residência, basta entrar em contato com a escola/faculdade; e com o hostel, o serviço de atendimento do próprio estabelecimento.

Na hora de procurar pelo apartamento perfeito, esteja atento a basicamente três pontos: localização, conforto e companhia. Em relação ao primeiro ponto, certifique-se de que o apartamento seja perto da sua escola, o suficiente para que você possa ir a pé e, assim, economizar dinheiro para transporte; e também de regiões comerciais, já que praticamente uma vez por semana vai ser necessário fazer compras de alimentação, e ter um supermercado de você, acredite, vai ser muito importante. Caso não seja possível, morar em um lugar perto da estação de metrô ou do ponto de ônibus já ajuda bastante. O segundo ponto refere-se ao que o apartamento possui de aparelhos (geladeira, sanduicheira, liquidificador, máquina de lavar e secar, aquecedor, ar-condicionado, etc). Quanto mais, melhor. Uma dica é fazer uma lista daquilo que, para você, é indispensável e, a partir daí, excluir opções de apartamentos que não lhe interessam. O terceiro ponto é o mais incerto de todos. Não temos como adivinhar se as pessoas que moram no apartamento são confiáveis, mas tente deduzir isso prestando atenção em aspectos como: limpeza do lugar, o que elas fazem da vida, a aparência delas. Vai ser inevitável usar um pouco do seu preconceito (chamemos de intuição, fica melhor). Alugar um quarto individual pode ser uma boa opção, porém mais cara, caso tenha um pouco mais de medo.

NA HORA DE ESCOLHER O APARTAMENTO, ESTEJA ATENTO A TRÊS PONTOS: LOCALIZAÇÃO, CONFORTO E COMPANHIA (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Para chegar a esses apartamentos, procure sites de imobiliárias na internet. Aqui na Irlanda, por exemplo, utilizamos o www.daft.ie, que é bastante útil para encontrar imóveis vazios ou com vagas para novos intercambistas. Além disso, não esqueça das redes sociais, onde há grupos e comunidades que anunciam os lugares disponíveis.

Quanto aos preços, varia muito de cidade para cidade. Em Dublin por exemplo, um apartamento com 2 quartos, sala e cozinha, tem um aluguel médio de 950 euros. Já em cidades do interior da Espanha, o mesmo tipo fica numa faixa de 500 euros. O importante é que você pesquise, para poder ter referências e noção daquilo que não vai pesar no seu bolso.

Outro detalhe importante é o depósito, uma espécie de calção que os proprietários cobram de seus inquilinos no primeiro mês de moradia. Normalmente tem o mesmo valor do aluguel. Se você divide com outras pessoas, só vai precisar pagar o correspondente à sua parte. E aí, quando deixar o lugar e alguém lhe substituir, você será reembolsado pelo novo inquilino. Mais um motivo para escolher um bom apartamento: será mais fácil encontrar alguém para a sua vaga, já que, se não encontrar, perderá o dinheiro do depósito.

A última dica é: se você já escolheu o apartamento, se mudou e não curtiu o lugar, mude-se novamente. Pode valer muito a pena. Foi o que aconteceu comigo. Estava com tanta pressa para ter uma residência fixa e, assim, poder dar entrada no meu visto, que acabei escolhendo um apartamento bem meia-boca, com colegas não muito agradáveis. Depois que consegui meu visto (em Dublin, você precisar apresentar na Imigração um endereço fixo para poder dar entrada no visto), comecei a procurar por outro lugares. Depois de 15 dias, fiz novos amigos que estavam com uma vaga no apartamento deles, me mudei para lá e agora estou bem melhor.

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POR Victor Oliveira 2 SEMANAS ATRÁS
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por Victor Oliveira

convidados@blogdacomunicacao.com.br

Dia do trabalhador, ano 2012. Uma emissora X, ligada a um grupo religioso dá a notícia falando que um pastor de outra instituição esteve na festa em São Paulo e foi o único a ser vaiado durante todo o discurso. Em outra emissora, a que coincidentemente o pastor supostamente vaiado paga milhões de reais pela compra de horários para exibição de suas ideologias, fala sobre o mesmo evento, desta feita mencionando que o pastor fora aplaudido e que abençoou o evento, além, é claro, de ele dar entrevista para o jornal.

A guerra entre os dois líderes, Valdemiro Santiago e Edir Macedo, que respondem respectivamente pela Igreja Mundial do Poder de Deus e pela Igreja Universal do Reino de Deus ultrapassa o campo da ideologia religiosa e entra na terrível guerra da divulgação dos abusos e crimes cometidos por cada um. Ultrapassa, ainda, o bom senso da divulgação da verdade e passa para ataques sistemáticos, cada qual utilizando as armas que possuem, sendo as mais poderosas os meios de comunicação nos quais cada um detém seu poder.

A prova real de que esta guerra ultrapassou os limites até mesmo do jornalismo imparcial é o episódio do dia do trabalhador. Qual será a verdade? O que realmente aconteceu? Não adianta procurar, quase não se acha uma notícia imparcial que envolva um dos dois personagens. E aí você, caro amigo, pode perguntar? Sim, mas o que me interessa saber da vida desses dois caras? Muita coisa, caro amigo, muita coisa. Quem tem o poder da mídia, tem o poder de tudo. Vai desde as coisas que você compra aí na sua casa, influenciado pelas propagadas, até aquele parlamentar que vota as leis que alteram seu cotidiano.

Ora, se as televisões abertas são concessões públicas, é algo no mínimo questionável que se passe programação religiosa nestes canais, visto que somos um Estado laico. Ruim, também, que se tenha um canal inteiro ligado a um grupo religioso e, segundo denúncias e notícias (podemos confiar?), mantido com dinheiro proveniente de doações de fiéis. O outro lado também não garante sua vaguinha no céu, visto que também sustenta várias horas na grade de grandes emissoras com a mesma fonte de recursos.

As televisões, por possuírem poder de penetração nas mais diversas camadas sociais, deveriam ser as primeiras a tentar levar cultura para um povo que mal pega em livros, que aceita sem questionar qualquer tipo de notícia, enfim, que tem na educação formal, sobretudo a pública, fonte muito restrita de acesso a informações básicas. Não há controle de qualidade, não se exige programas com aspectos culturais e as TV`s, regidas pelas leis de mercado, acabam colocando na grande principal conteúdo apelativos, esportes de massa e programas religiosos, o que em nada contribui para a evolução do país. Para piorar, jornais tendenciosos são colocados no ar e não divulgam a notícia como ela realmente é. Assistir a vários jornais significa assistir ao mesmo fato com diversas versões. Não deveria ser este o papel da mídia. Não deveria ser este o papel de uma religião.

É isso.

* Victor Oliveira passa a escrever neste espaço como convidado especial sempre em duas quintas-feiras por mês. Ele abordará assuntos ligados a editoria de comportamento. Excepcionalmente escreve sobre outros assuntos. 

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POR Elisabete Lima 2 SEMANAS ATRÁS
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por Elisabete Lima
elisabete@blogdacomunicacao.com.br

As mortes de atletas jovens, aparentemente saudáveis, durante a prática de esportes são um triste paradoxo.

Nesta segunda-feira, o nadador norueguês Alexander Dale Oen morreu após sofrer uma parada cardíaca. O atleta de 26 anos, que era uma grande esperança de medalhas para a Noruega nos Jogos Olímpicos de Londres, foi encontrado morto no vestiário, após o treino.

No mês passado, o jogador de futebol Piermario Morosini, de 25 anos, morreu em campo após ter uma parada cardíaca durante uma partida do seu time, o Livorno, pela segunda divisão do campeonato italiano. Em Março, o meio-campista Fabrice Muamba, nascido no Congo e naturalizado inglês, sofreu um mal súbito durante a partida de sua equipe, o Bolton, contra o Tottenham, pela Copa da Inglaterra. O jogador ficou internado por um mês e por sorte, sobreviveu à parada cardíaca.

Esses são episódios recentes, mas na história do esporte há inúmeros casos de morte súbita. Um estudo divulgado pelo Comitê Olímpico Internacional indicou que de 1966 a 2004 foram relatadas 1.101 mortes súbitas de jovens atletas com menos de 35 anos, numa média de 29 por ano. A maior incidência foi em futebol e basquete.

Dale Oen comemora o título mundial nos 100m peito em Xangai ano passado – Crédito: Christinne Muschi/Reuters

A avaliação clínica detalhada e rotineira para atletas é a única maneira de minimizar o risco da morte súbita. No esporte, a principal causa (90%) é a cardiopatia, seguida da fibrilação ventricular (85%). Por isso, é obrigatório que haja uma equipe técnica treinada, além de desfibriladores em todos os eventos esportivos.

A prevenção continua sendo a melhor alternativa para minimizar o risco da morte súbita. Para isso, é preciso que os clubes realizem periodicamente exames complexos e detalhados em seus atletas. As autoridades devem exigir que as instituições providenciem esses exames e os atletas devem cobrar por esse direito.

Tande, ex-jogador de vôlei e medalhista olímpico, afirmou no programa Esporte Espetacular que durante os anos que jogou na Itália, não fez os exames necessários para detecção de problemas mais sérios de saúde. O comentário foi feito após a apresentação da matéria sobre a morte do jogador de vôlei italiano Vigor Bovolenta, 37 anos, que sofreu um mal súbito e acabou morrendo em quadra no mês de março desse ano.

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POR Guilherme Freitas 2 SEMANAS ATRÁS
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por Guilherme Freitas
guilherme@blogdacomunicacao.com.br

A Euro será disputada na Polônia e na Ucrânia a partir de junho - Crédito: Reprodução/UEFA

Esta chegando a hora! Daqui a quase um mês terá início a Eurocopa, o maior torneio continental de seleções, ou como alguns preferem, a Copa do Mundo sem Brasil, Argentina e Uruguai. E desta vez todas as grandes potências do continente estarão presentes nos gramados de Ucrânia e Polônia disputando a taça. Serão 31 jogos para sabermos que será o dono da Europa pelos próximos quatro anos. E você acompanha este aquecimento para a Euro aqui no Blog da Comunicação, através da nossa série especial que começa na semana que vem.

Nossa equipe de colunistas, formada por André Ítalo, Bernardo Cançado, Elisabete Lima, Guilherme Freitas e Leandro Lopes, irá analisar todas 16 seleções que disputarão a Euro, contará detalhes sobre a história do evento, apresentará os modernos estádios e falará sobre as zebras, que adoram desfilar em gramados europeus. Assuntos curiosos como as feministas ucranianas que protestam fazendo topless e os brasileiros que deverão e jogar a competição também estão na nossa pauta, assim como números e estatísticas da competição. E prepara-se para um Comunicast especial pré-Euro!

E isso tudo é antes da bola começar a rolar na Euro. Durante a competição estaremos ligados nas partidas e postando muita coisa por aqui. Convidados especiais, brasileiros e estrangeiros, darão o ar de sua graça por aqui, além é claro de novas edições do Comunicast. Gostou? Então não perco tempo. Vá logo para o aquecimento e se prepare para literalmente entrar em campo com a gente!

Confira abaixo a abertura oficial da Euro-2012 e vá entrando no clima!

Imagem de Amostra do You Tube

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POR André Ítalo 2 SEMANAS ATRÁS
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APÓS 3 ANOS, NOEL GALLAGHER RETORNA AO BRASIL, DESSA VEZ COM UM NOVO PROJETO. (FOTO: DIVULGAÇÃO)

por André Ítalo Rocha
andreitalo@blogdacomunicacao.com.br

A última vez em que o ex-guitarrista e ex-compositor do Oasis, Noel Gallagher, esteve no Brasil foi em 2009, quando a banda que o deixou famoso fazia sua última turnê pelo mundo, passando por São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre. De lá pra cá, além de se separar do irmão Liam, o músico iniciou sua carreira solo, criando um projeto chamado “Noel Gallagher’s High Flying Birds”, um pouco diferente do Oasis: mais romântico e menos rock’n roll. E é esse novo projeto, que também inclui “cover” de grandes sucessos do Oasis, faz suas primeiras apresentações em nosso País: em São Paulo, nesta quarta-feira (2); e no Rio de Janeiro, no dia seguinte (3). Os shows foram confirmados em meados de março e ainda possuem ingressos à venda (clique nas cidades).

Na verdade, o grande desejo dos milhares de fãs brasileiros do Oasis é de que os irmãos Gallagher voltem a tocar juntos, repetindo a receita que deu certo na segunda metade da década de 90, mas, como isso está longe de acontecer, já que os dois andam mais brigados do que nunca, resta se contentar com os rumos que cada um tomou. O primeiro “consolo” aconteceu em novembro do ano passado, quando a banda Beady Eye, liderada por Liam e que mantém a formação final do Oasis (com exceção de Noel), se apresentou no festival Planeta Terra, em São Paulo. Agora, é a vez de Noel, que tem tido um pouco mais de sucesso que o irmão mais novo. Exemplo disso foi a indicação, neste ano, ao prêmio de melhor cantor solo na respeitada premiação Brit Awards, emplacando, no seu primeiro álbum, sucessos como “If I had a Gun” (veja vídeo abaixo) e “The Death of You and Me”.

O colunista que vos escreve teve a oportunidade de ir, no último dia 4 de março, ao show de Noel em Barcelona, em sua turnê pela Europa. Para um fanático por Oasis que nunca pôde ir a um show da banda (mas ainda sonha com isso), a experiência foi fantástica. Isto porque, além do novo trabalho de Noel ser muito bom, ele também canta os clássicos “Supersonic” (uma versão acústica), “Don’t Look Back in Anger”, “Whatever”, “Talk Tonight” e outras do Oasis. A segunda que citei, por sinal, é a última do setlist e se torna ainda mais emocionante porque o músico deixa a galera enlouquecer cantando o refrão sozinha. Aliás, o setlist não vem mudando e, se você gosta de saber o que vai tocar antes de ir, confira abaixo as prováveis músicas:

1. (It’s Good) To Be Free (Oasis cover)
2. Mucky Fingers (Oasis cover)
3. Everybody’s on the Run
4. Dream on
5. If I Had a Gun…
6. The Good Rebel
7. The Death of You and Me
8.  Freaky Teeth
9. Supersonic (Oasis cover)
10. (I Wanna Live in a Dream in My) Record Machine
11. AKA… What a Life!
12. Talk Tonight (Oasis cover)
13. Soldier Boys and Jesus Freaks
14. AKA… Broken Arrow
15. Half the World Away (Oasis cover)
16. (Stranded On) The Wrong Beach

Encore:

17. Whatever (Oasis cover)
18. Little by Little (Oasis cover)
19. The Importance of Being Idle (Oasis cover)
20. Don’t Look Back in Anger (Oasis cover)

Confira abaixo o clipe da música  If I Had a Gun…

Imagem de Amostra do You Tube

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POR Editores BGC 3 SEMANAS ATRÁS
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Na semana passada o Supremo Tribunal Federal (STF) aprovou por unanimidade o sistema de cotas para alunos afrodescendentes nas universidades brasileiras. O tema é polêmico e mobilizou tanto quem defende, quando discorda dessa política. Agora nós queremos saber a sua opinião caro leitor: você é a favor das cotas raciais nas universidades? Vote na nossa enquete do Blog da Comunicação localizada na barra lateral a direita do seu monitor. E aproveite e leia nosso último editorial sobre o assunto.

A bandeira do Brasil - Crédito: Reprodução

RESULTADO - A última enquete queria saber dos leitores qual a opinião deles a respeito da situação do piloto brasileiro Felipe Massa na Ferrari. Com contrato até o fim do ano, Massa corre o risco de não competir ano que vem pela escuderia italiana. E era isso que queríamos saber. Para 72%, maioria absoluta, o brasileiro não corre pela Ferrari em 2013. Os demais 28% ainda acreditam que ele vei se recuperar e renovar com o time vermelho.

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