POR Isaque Criscuolo 2 ANOS ATRÁS
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por Isaque Criscuolo

meioambiente@blogdacomunicacao.com.br

Nesses tempos contemporâneos em que vivemos, virou moda falar do politicamente correto, do meio ambiente, reciclagem, preservação, sustentabilidade e etc.

São temas que nos levam a refletir sobre as ações humanas no planeta Terra, nossa casa, nosso lar.

Confesso que é lindo ver pessoas preocupadas com o desperdício de água; a emissão de gases que provocam o efeito estufa; o desmatamento na Amazônia; empresas com negócios sustentáveis e etc (inclusive sou uma dessas pessoas). Mas é fato que são poucas as que realmente fazem algo para mudar toda esta situação. E sozinhas elas não podem chegar muito longe.

O correto e ideal é que cada ser humano da Terra comece a fazer sua parte, por mais pequena que seja, contribuindo para a permanência da raça humana nesse lugar que chamamos de lar, até porque não estamos em um filme de ficção científica onde poderíamos facilmente mudar de planeta.

Podemos nos conscientizar por um momento, mas depois acabamos esquecendo. É certo que não posso generalizar, mas isso me faz pensar até que ponto realmente estamos preocupados com o planeta. Será que os poucos militantes de causas quase impossíveis conseguem sozinhos reverter a situação caótica em que vivemos? Óbvio que não.

E essa situação caótica não está só no âmbito ecológico, mas no comportamento, nos hábitos. Como conscientizar uma pessoa que joga lixo na rua de que aquilo não é bom para o planeta? Como conscientizar pessoas a não comprarem determinados produtos que prejudicam a natureza? Tarefa difícil.

Às vezes passo tempo demais no chuveiro, esqueço de separar o lixo reciclável e tantas outras coisas que podem parecer mínimas, mas que fazem diferença. Isso significa que não estou interessado nos assuntos ecológicos?

Acredito que me falta empenho. E acredito também que o mesmo acontece com muitos de nós, pessoas conscientes e preocupadas com o planeta.

Pode ser que a solução esteja em nos policiarmos mais, lermos mais e procurarmos mudar nossos hábitos por vezes egoístas. O que não podemos fazer é deixar que o politicamente correto e o meio ambiente virem assuntos banais e desvalorizados. Aí, estaremos perdidos.

E você leitor, o que pensa sobre o assunto?

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COMENTÁRIOS
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Isaque Criscuolo é estudante de Jornalismo, gosta de literatura fantástica e cinema.
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  • http://www.comentandoaoacaso.blogspot.com Victor Oliveira

    Olá Isaque,

    Primeiramente, desculpe pelo comentário acima. Apertei sem querer o enter e foi só a letra “O”….

    Acho que o esquema é cada um fazer sua parte. Lógico que mutas vezes a gente esquece, não consegue achar tempo, arruma desculpas. Lógico também que o setor público deveria incentivar mais, trabalhar melhor a coleta seletiva, essas coisas. Enfim, o país não tem uma cultura de preservação. Sem ela fica complicado… o trabalho, assim como diversos outros temas, como cidadania, trânsito, etc, deveriam começar nos primórdios da educação infantil.

    valeu!

    • http://www.twitter.com/isaquecriscuolo Isaque Criscuolo

      Exatamente, Marcelo.

      Precisamos nos habituar com a conscientização. Fato.

      Obrigado pelo comentário.

  • Guilherme Freitas

    Isaque, creio que falta tempo e conscientização para todos nós. As vezes é normal a gente se esquecer de ajudar o planeta. Eu acho que se todo mundo fizer um pouquinho todo dia já vai ajudar nosso planeta Terra. Abraço.

    • http://www.twitter.com/isaquecriscuolo Isaque Criscuolo

      “Se cada um fizer direito o mundo fica melhor.”, bem diria a propaganda do Tang.

  • http://www.greenco2.net Fernando Fernandes

    Agora os proprietários de áreas com florestas podem lucrar com a proteção de suas florestas tendo rendimentos com PROJETOS DE CRÉDITO DE CARBONO – REDD – DESMATAMENTO EVITADO

    O sistema de Emissões Reduzidas do Desmatamento e da Degradação (Redd, na sigla em inglês). O desmatamento responde por cerca de 20% das emissões humanas de gases do efeito estufa, especialmente o dióxido de carbono e o metano, derivados da derrubada e queima de florestas.

    As florestas tropicais são essenciais também como mananciais hídricos, e funcionam como “pulmões” do planeta ao promover a troca de dióxido de carbono por oxigênio no ar. Além disso, esses espaços contêm riquíssimos ecossistemas, dos quais muitas comunidades indígenas dependem. Pagar pela preservação ajudaria a combater o aquecimento global e a proteger a biodiversidade do planeta.

    Objetivos: O objetivo do Redd é pagar para manter as florestas de pé. O pagamento, por meio da venda de créditos de carbono, refletiria o valor do carbono armazenado nas florestas, ou os custos ambientais advindos da extração de madeira e da ocupação agropecuária.

    Como funciona? Essencialmente trata-se em usar os créditos como “moeda” com a qual os países em desenvolvimento teriam estímulo para conter o desmatamento, enquanto os países ricos, ao investir nesses mecanismos, ajudariam a cumprir suas quotas obrigatórias de redução de emissões.

    Seqüestro de carbono: Os créditos emitidos pela área são a diferença entre o estoque de carbono menos o desmatamento evitado. Para os casos em que existam áreas a serem recuperadas e reflorestadas é feito o projeto a partir do conceito de REDD Plus (conservação, manejo sustentável e enriquecimento de estoques).

    Nós odemos ajudar os proprietários a conquistarem esta vitória na conservação do planeta!

    Para saber mais: http://WWW.GREENCO2.NET

    11 – 4082-3282

Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo?