Por João Paulo Denófrio
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Os apelos das Nações Unidas por doações de alimentos e recursos para a África se tornaram mais frequentes, nos últimos meses, devido à grave seca que atinge o nordeste do continente. Os campos de refugiados não param de crescer e milhares de pessoas estão à beira de morrer de fome.
Os africanos sofrem até hoje com o resultado da exploração ocidental que varreu boa parte dos países nos séculos XVIII e XIX. Não é novidade para o mundo que ali há carência de tudo, principalmente de infraestrutura básica que garanta o mínimo para sobrevivência. Os pequenos bolsões que se destacam como África do Sul, Egito e Marrocos são exceções frente aos problemas de Somália e Etiópia.
Algumas empresas olham com certa compaixão e abrem os bolsos para ajudar. Essa semana, a ONU recebeu a maior doação privada de sua história: US$ 62 milhões da multinacional sueca Ikea, que será distribuída ao longo de três anos. O montante já tem destino certo, que é o maior campo de refugiados do mundo, Dadaab, no Quênia. Lá vivem 440 mil somalis, sendo que 152 mil chegaram há pouco tempo por causa da seca na região conhecida como Chifre da África.
As Nações Unidas anunciaram que vão intensificar a distribuição de alimentos em campos de refugiados da Etiópia porque foi registrado um aumento alarmante na taxa de desnutrição aguda nessa região. As crianças são as maiores vítimas desta catástrofe humanitária. A China também participa dos esforços para ajudar os africanos. Infelizmente, a ONU depende da caridade dos governos para ajudar no combate à fome no continente, algo que não está no topo da agenda dos países. Ultimamente a única preocupação egoísta é com o risco de uma nova crise financeira.
Minha paixão, desde criança, sempre foi me interar do que acontecia a minha volta. Conforme fui crescendo, em Pirassununga, SP, o interesse pelos jornais, revistas e TV só aumentava. Daí para a Faculdade de Jornalismo foi apenas um passo. Formei-me em 2004 na Universidade Metodista de Piracicaba, no interior paulista. No ano seguinte, viajei para Londres, onde pude estudar e trabalhar por 6 meses. Nas terras da rainha, eu cheguei ao nível avançado de inglês e ganhei habilidade no contato interpessoal graças aos trabalhos em cafeterias. Também houve um enorme crescimento pessoal. Assim que voltei ao Brasil, em agosto de 2005, coloquei meus conhecimentos jornalísticos em prática ao trabalhar como produtor de Internacional para o canal de notícias Bandnews, do Grupo Bandeirantes. Fui promovido um ano depois para editor de Internacional, cargo que ocupo atualmente. Minha mais nova aquisição curricular foi a Pós-Graduação em Comunicação Organizacional, pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo, em outubro de 2008.
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Guilherme Freitas


