Por João Paulo Denófrio
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Já se foram 5 meses desde que começaram os protestos civis pela queda do presidente da Síria, Bashar al-Assad, mas até agora pouca coisa foi conseguida. Essa semana o governo cedeu e aprovou um projeto de lei que permite a formação de partidos políticos do país. Com isso, foi derrubado o artigo 8 da Constituição síria que determinava o Baath como única formação política existente.
Apesar do progresso, são constantes as notícias sobre torturas, desaparecimentos e violência entre os manifestantes e as forças leais a Al-Assad. A informação mais recente é da ONG local Avaaz que divulgou que, desde março, cerca de 3 mil pessoas desapareceram na Síria. De acordo com a organização, boa parte delas foi presa, porém as autoridades não dão notícias sobre onde estão ou em que condições. A ONG informou ainda que o número de mortos é de quase 1.700; nada que tire o espírito de luta da população que diariamente sai às ruas para exigir reformas políticas já que o país é governado com mãos de ferro pelo partido Baath desde 1963.
Os ativistas que lideram as manifestações contra Bashar al-Assad, que herdou o cargo do pai em 2000, dizem que, mesmo que não haja mudanças amplas no curto prazo, ao menos “o solo estará preparado para as futuras gerações que saberão exigir as reformas necessárias e transformar a Síria em uma democracia de verdade”. A declaração é de Moaz AL-Sibaai, coordenador das marchas civis.
Para os Estados Unidos, o presidente sírio perdeu há muito tempo a “legitimidade” do cargo e precisa atender aos desejos da população. Os atritos entre os dois países são frequentes e durante uma onda de violência em Damasco, no dia 11 de julho, a embaixada americana acabou atacada por um grupo de criminosos. Washington acusa o governo sírio de não ter feito nada para proteger o prédio diplomático e avisou que vai recorrer à justiça internacional a fim de que o país do Oriente Médio arque com os prejuízos de sua embaixada.
Minha paixão, desde criança, sempre foi me interar do que acontecia a minha volta. Conforme fui crescendo, em Pirassununga, SP, o interesse pelos jornais, revistas e TV só aumentava. Daí para a Faculdade de Jornalismo foi apenas um passo. Formei-me em 2004 na Universidade Metodista de Piracicaba, no interior paulista. No ano seguinte, viajei para Londres, onde pude estudar e trabalhar por 6 meses. Nas terras da rainha, eu cheguei ao nível avançado de inglês e ganhei habilidade no contato interpessoal graças aos trabalhos em cafeterias. Também houve um enorme crescimento pessoal. Assim que voltei ao Brasil, em agosto de 2005, coloquei meus conhecimentos jornalísticos em prática ao trabalhar como produtor de Internacional para o canal de notícias Bandnews, do Grupo Bandeirantes. Fui promovido um ano depois para editor de Internacional, cargo que ocupo atualmente. Minha mais nova aquisição curricular foi a Pós-Graduação em Comunicação Organizacional, pela Faculdade de Comunicação Cásper Líbero, em São Paulo, em outubro de 2008.
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http://www.blogdacomunicacao.com.br Guilherme Freitas
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