por Sônia Mesquita
meioambiente@blogdacomunicacao.com.br
Para começar meu post sobre Meio Ambiente, uma entrevista:
Um índio de 101 anos, xamã de sua tribo, deu as seguintes respostas numa entrevista :
Repórter: O que o Sr. faz como xamã ?
Índio: Eu ensino !
Repórter: O quê ?
Índio: As quatro coisas que todos precisam saber !
Repórter: Quais são ?!?
Índio:
É preciso saber escutar
Tudo está ligado com tudo
Tudo está em transformação … e o mais importante …
A terra não é nossa … nós é que somos a terra !
Jaya Ahowwwww!
O vídeo A História das Coisas ilustra bem essa entrevista sobre como tudo está interligado, mostra os problemas ambientais e sociais criados por nossos hábitos consumistas e aponta soluções para esta realidade atual. Logo abaixo um relato sobre a lei 9478/97, que num âmbito maior causará prejuízos ao meio ambiente, se não for bem planejada a extração do petróleo no mundo.
Com descoberta do campo de Tupy e fim das licitações da Agência Nacional do Petróleo para o Pré-sal o governo federal vê a necessidade de modificar a Lei 9478/97 de acordo com as conveniências políticas sócio-econômicas atuais, mas deixa uma abertura para que as empresas estrangeiras continuem neste mercado.
A lei 9478/97, conhecida como lei do petróleo, facilita às empresas estrangeiras a propriedade do produto extraido nas reservas de sua concessão.
A lei 9478/97, criada no governo de Fernando Henrique, anulou a lei 2004/53 que criou o monopólio Estatal do Petróleo e permitiu a venda de 36% das ações da Petrobrás nas bolsas de Nova York a um valor de 5 bilhões, e hoje elas valem 120 bilhões.
O objetivo da lei era ter mais empresas explorando o petróleo e com isso ter redução do preço do barril, realidade da década de 70, mas que hoje é provado que o preço do barril é feito através do monopólio da OPEP, independente de qualquer mercado. Sendo assim, a proposta é a mudança da lei, nacionalizando a extração do petróleo evitando a extração. Pois, com a extração mais rápida, teremos mais demanda mundial para consumo após refino do petróleo, aumentando com isso a emissão de gás carbônico. Essa preocupação seria uma maneira de segurar esse crime ambiental no planeta.
A maneira de deter um consumo acelerado seria conter essa extração num ritmo que o próprio país pudesse desenvolver as técnicas de extração sem intervenção de países estrangeiros, poupando o meio ambiente.
Formada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade de Mogi das Cruzes.
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