POR Colaboradores Especiais 2 ANOS ATRÁS
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Por Juliana Sever
especial@blogdacomunciacao.com.br

Se você está no carro ele é seu companheiro, em casa também. E se está numa partida de futebol ele te ajuda a entender os lances polêmicos e no acompanhamento dos resultados que influenciam a vida do seu time no campeonato.

Dinâmico ele o acompanha aonde você for. Seja elétrico, à pilha ou à bateria, pouco importa. O que interessa é que mais atividades serão realizadas enquanto você o escuta.

E mais fascinante que escutá-lo é fazê-lo. Todas as pessoas que um dia trabalharam em uma rádio dificilmente conseguiram se separar. É um casamento,ou até um caso extraconjugal que se forma mesmo que a pessoa não atue mais na área.

Parece maluco, mas muitos programas são bancados pelos apresentadores, que se submetem a gastar por amor ao som produzido naquele espaço de tempo que é propagado por ondas eletromagnéticas até os seus ouvintes.

Mas difícil mesmo é manter os programas tão tradicionais e informativos ao lado de tanta tecnologia que surge a todo o momento. Alguns questionam a sobrevivência do Rádio nessa era tecnológica que vivemos. E confesso que a proporção do prazer de fazer é a mesma da frustração do não receber incentivo para seguir em frente.

Um estúdio de rádio - Crédito: Divulgação
Um estúdio de rádio – Crédito: Divulgação

É importante registrar o pouco caso feito com o meio e os profissionais que trabalham em Rádio, mas a satisfação de alimentar e manter o som desse canal todos os dias tem que impulsionar o trabalho, pois não há remuneração financeira adequada para os profissionais que tanto se dedicam.

Finais de semana, horários, feriados e folgas longas não estão no dicionário dos radialistas. Só para checar a minha informação ligue o seu rádio agora, em qualquer emissora, o som está ali, para poucas ou muitas pessoas, mas segue firme aguardando uma companhia.

Conheci radialistas importantes que nunca conseguiram se desvencilhar desse vício que é o rádio, como José Paulo de Andrade, José Nello Marques, Zé Béttio e Juarez Soares (o China, que é o meu ídolo, não só por sua brilhante participação no mundo do esporte, mas na vida. Entre reportagens e comentários na televisão, ele sempre encontrou um espaço para nos presentear com a sua sabedoria dentro do mundo esportivo nas ondas longas, médias e curtas. E transmitidas pela rádio, e mesmo com os comentários corintianos, ainda me emociona e a tantos que o escutam).

E é por essa e tantas outras emoções que amo esse veículo, mesmo em meio a tantas dificuldades. Só quero deixar registrada a importância do Rádio no aniversário do Blog da Comunicação. Que hoje está num dos meios mais modernos de jornalismo, mas que só chegou até aqui porque a Rádio abriu as portas.

Parabéns a equipe e ao Blog da Comunicação e principalmente parabéns para a Radiodifusão!

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COMENTÁRIOS
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  • Guilherme Freitas

    Se dúvida nenhuma o rádio é um dos patrimônios do Brasil. A produção das reportagens deve ser sempre bem feita e apurada. Na faculdade fazíamos simulações disso, sentido na pele o que cada redação faz diariamente. Hoje o radiojornalismo brasileiro está muito bem representado por jornalistas sérios e competentes. Valeu Ju.

  • Lindomar Mainho

    sou comunicador atualmente na rádio liberdade fm de São José do Egito PE e admiro muito o trabalho do radialista em geral vejo o quanto é grande a importância da imformação na vida das pessoas
    sinto-me orgulhoso de levar ao lar dos ouvinte a boa música o intretenimento e a noticia deixando o cidadão bem informado isso me orgulha muito um agraço a todos.

Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo?