POR Maisa Capobiango 1 ANO ATRÁS
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Por Maísa Capobiango
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Amelita Baltar - Crédito: Reprodução

Se tango é um gênero que combina com o drama, Amelita Baltar teve sorte, pois encontrou nele, a forma de mostrar todo o seu talento ao mundo.

María Amelia Baltar nasceu em Buenos Aires, em 24 de setembro de 1940. Seu primeiro álbum solo, de 1968, recebeu o Prêmio Revelação no “Festival Nacional do Disco”, realizado em Mar del Plata. Nesse mesmo ano, foi ouvida por Astor Piazzolla, que a convida para estrelar sua opereta “María de Buenos Aires”, composta em parceria com Horacio Ferrer.

Esse trabalho foi levado para o disco e marca o início de uma longa parceria entre os três, produzindo mais de 30 obras, marcando uma época histórica da música popular argentina, que atingirá seu clímax com “Balada para un loco”.

De musa inspiradora, Amelita tornou-se esposa de Piazzola. Juntos, apresentaram-se em diversos palcos, como o Maracãnazinho, no Rio de Janeiro, e o Olympia em Paris. Depois do fim da união matrimonial, ela deu continuidade a uma carreira de sucesso na Argentina e continuou se apresentando em turnês por todo o mundo, em países como Uruguai, Holanda, Turquia e Estados Unidos, entre outros.

Agora, Amelita vem ao Brasil e, deste sábado (24), até a próxima terça-feira (27), se apresenta em quatro das principais capitais do país.

Hoje é a vez de Porto Alegre. Os gaúchos amantes do tanto podem conferi-la a partir das 21h, no Salão de Atos da UFRGS. Amanhã, a cantora estará no Rio de Janeiro, no Canecão. Segunda-feira, Amelita sobre ao palco do Teatro Bradesco, localizado no Bourbon Shopping São Paulo. E, na terça, chega a Belo Horizonte, no Grande Teatro do Palácio das Artes. Emoção mais que garantida!

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COMENTÁRIOS
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Maísa Capobiango é jornalista e colaboradora do Blog da Comunicação
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  • http://www.blogdacomunicacao.com.br Guilherme Freitas

    A Argentina sempre teve e tem grandes cantores e compositores. Confesso que não sou fã de tango, de assistir espetáculo, mas a melodia das canções argentinas são muito bonitas. Quando estive na Argentina ano passado deu pra ver que eles são um povo que admiram muito a cultura e a arte. Além disso, respeitam e preservam o que tem de melhor.

Você está otimista ou pessimista com a atual situação econômico do mundo?